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Legenda britânica afirma que Cristo votaria nela caso pudesse.

O Partido Nacional Britânico (BNP, na sigla em inglês), de linha nacionalista, iniciou uma campanha publicitária na qual utiliza Jesus como garoto-propaganda para angariar votos e levar um de seus deputados para o Parlamento Europeu.

A iniciativa, no mínimo inusitada, consiste em cartazes nos quais estão impressos uma passagem bíblica (João 15.20), uma pintura representando o Salvador e a seguinte pergunta: “O que Jesus faria?”. Na mesma peça publicitária, aparece a resposta: “Votaria no BNP”.

Segundo a BBC londrina, o partido aumentou seus esforços para se apresentar como o defensor da agenda cristã no Reino Unido, num momento em que diversas iniciativas de organizações que pregam o ateísmo chamam a atenção da sociedade britânica. A mais ruidosa delas é a exposição de cartazes com dizeres como “Provavelmente, Deus não existe” nos ônibus das principais cidades inglesas. Resta agora aguardar para ver se a campanha publicitária do BNP realmente vai trazer o efeito desejado.

Fonte: Cristianismo Hoje, via A Fé em Busca do Entendimento

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Na noite de ontem, o GRP, através de seu autor Renato Chagas Souza, entrou em contato com o Ministério de Comunicação da Igreja Renascer para esclarecimentos [sobre a candidatura da bispa Sônia].

Resposta do Ministério: "Essa informação é totalmente equivocada. Também nos surpreendemos com a publicação da referida nota na revista Veja".

Esperamos com esse post esclarecer a todos sobre uma possível candidatura da Bispa Sonia a uma cadeira na Câmara dos Deputados nas próximas eleições.

Fonte: GERAÇÃO RENASCER PRAISE

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A Renascer pretende lançar a fundadora da igreja, Sonia Hernandes, a deputada federal em 2010. A pena que ela e o marido, Estevam Hernandes, cumprem nos Estados Unidos por contrabando de dinheiro e conspiração para contrabando acaba em agosto. A partir daí, eles podem voltar ao Brasil. Aqui, os dois são acusados pelo Ministério Público de São Paulo por crimes de estelionato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. O foro privilegiado proporcionado pelo mandato na Câmara viria bem a calhar.

Meio segredo

O lançamento de Sonia vem sendo mantido em sigilo, mas a troca do representante da Renascer na Câmara, não. A cúpula do DEM de São Paulo já foi informada de que o deputado federal Geraldo Tenuta Filho, o bispo Gê, não deverá concorrer à reeleição.

Fonte: Revista Veja, via A Fé em Busca do Entendimento

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Flávio Bezerra (PMDB-CE) já se instalou no gabinete.
Bens de Clodovil foram retirados pela Câmara.

O deputado Flávio Bezerra (PMDB-CE) se instalou nesta semana no gabinete que pertencia ao deputado Clodovil Hernandes (PR-SP), que faleceu neste mês. Pastor da Igreja Universal do Reino de Deus desde 1988, ele defende posições polêmicas em relação aos pensamentos religiosos, como a descriminalização do aborto.

Bezerra não teve a possibilidade de ficar com a decoração peculiar que Clodovil fez no gabinete. Todos os bens do deputado morto foram retirados pela Câmara porque pertencem a seu espólio. Segundo Bezerra, restou de lembrança do colega apenas uma divisória branca com uma porta, segundo ele, de “bom gosto”. O deputado do PMDB irá manter essa única “herança."

O parlamentar que ocupa o espaço físico que era destinado a Clodovil pede para trocar de gabinete desde o início de 2007 e era o primeiro da fila que a Câmara cria para estas situações. Bezerra afirma ter trocado apenas uns "bom dia" e "boa tarde" com o colega Clodovil.

Sofá branco com brasão da República era um dos objetos de decoração do antigo gabinete de Clodovil.

Com mais de 20 anos com militância dentro da igreja, Bezerra já ocupou postos em diversos estados brasileiros e no continente africano. Questionado se é favorável ao aborto, o parlamentar mostrou sua “independência” em relação à religião.

“Acho que tem de se colocar no lugar da moça. Não dá para ficar aí fazendo lobby. Tem que se colocar do lado da pessoa para sentir todo o processo. Essa gravidez vai destruir a vida da mãe e aquela vida que está para chegar porque não vai haver amor. Quantos casos temos de delinqüência juvenil, de pessoas atrás das grades, de tudo isso que está acontecendo por falta de amor?”, disse o deputado do PMDB ao G1.

Bezerra destaca que sua posição favorável ao aborto é diferente do que defende a Igreja da qual participa. Seu mandato, aliás, não tem vinculação forte com a bancada evangélica. Ex-pescador, o deputado do PMDB tem nessa área seu foco de trabalho, sendo o primeiro presidente da Frente Parlamentar da Pesca. Recentemente, ele presidiu a comissão que analisou e aprovou um projeto que transforma a secretaria especial da Pesca em Ministério.

Fonte: G1, via Notícias Cristãs

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Por Julio Severo

Vi o futuro evangélico do Brasil. Não, não tive nenhuma visão sobrenatural. Apenas vi um cenário regional real que aponta acertadamente para uma realidade nacional.

Muitos evangélicos pensam que o quadro caótico do Brasil mudaria se a maioria da população do Brasil fosse evangélica. Mais evangélicos brasileiros significaria mais integridade, honestidade e justiça no Brasil?

São Gonçalo: espelho do futuro evangélico do Brasil?

Conheci São Gonçalo, no Rio de Janeiro, município que, de acordo com o Pr. Fernando Rezende, tem a maior concentração de pastores e igrejas evangélicas por quilometro quadrado de toda a América Latina.

Assim como todo o Brasil, São Gonçalo reflete muito bem a diversidade evangélica, com templos e denominações das mais tradicionais até as mais modernas. Andando por São Gonçalo, sente-se a presença evangélica por todos os lados.

Contudo, São Gonçalo tem fama de ter características evangélicas? É um município com elevado índice de assassinatos, violência, crimes, prostituição, etc. É um lugar conhecido pelo abandono, lixo, sujeira, etc. E, não por coincidência, o primeiro caso de união civil homossexual a receber aprovação do Superior Tribunal de Justiça veio de… São Gonçalo!

Onde o Evangelho de Jesus Cristo entra, o efeito é resplandecente: as trevas recuam. Mas em São Gonçalo as trevas recuaram?

Não só há uma grande concentração de pastores e igrejas em São Gonçalo, mas importantes posições políticas ali, inclusive de prefeito, estão nas mãos de evangélicos. Mesmo assim, ativistas homossexuais ocupam posições importantes da prefeitura. Onde está há mudança do Evangelho?

Claro que há homens e mulheres ali que são fiéis a Deus e clamam por justiça. Mas a pergunta é: Por que muitos pastores estão envolvidos em esquemas de corrupção em São Gonçalo? Por que tantos esquemas ligados a autoridades políticas evangélicas ali? Onde estão os profetas de São Gonçalo para bradar contra as alianças evangélicas com as trevas da corrupção política?

Os evangélicos e a política: o que está acontecendo?

Algum evangélico poderia me perguntar: “Julio, como você poderia aplicar o exemplo de São Gonçalo a um Brasil evangélico no futuro?”

Minha resposta: “São Gonçalo é evangelicamente diferente do resto do Brasil?”

Há muitos fatores em comum a considerar, principalmente espirituais, porém vou focalizar apenas no aspecto político.

Todo evangélico, seja líder ou não, tem poder político. Em São Gonçalo, evangélicos simples, sem nenhuma posição de liderança política ou religiosa, têm usado seu poder político para manter no poder indivíduos sem a visão e integridade do Reino de Deus. Aliás, os evangélicos simples é que decidem o rumo político de São Gonçalo, pois eles têm o poder do voto.

Não é assim também no Brasil inteiro? Evangélicos compõem parte significativa e importante dos eleitores, mas os resultados eleitorais estão mostrando um aumento de influência dos valores do Reino de Deus? O voto evangélico está pondo no governo homens que, em vez de obsessão de promover o aborto e o homossexualismo, têm como alvo levar o Estado a cumprir sua responsabilidade de castigar os maus e dar segurança aos bons?

Há abundante corrupção na política de São Gonçalo. Por que evangélicos que atuam na política ali não são diferentes de quem não é evangélico? Notável exceção foi o Dr. Geremias Fontes, que foi prefeito de São Gonçalo de 1959 a 1962. Mais tarde, durante o regime militar, ele se tornou governador do Rio de Janeiro, deixando como exemplo uma integridade política e administrativa que não se vê nos políticos atuais de São Gonçalo e Brasil. Ele foi o político mais honesto que já conheci em todo o Brasil.

Por que a presença forte de evangélicos na política atual de São Gonçalo e a presença forte de pastores e igrejas evangélicas na sociedade de São Gonçalo não estão mudando o quadro de corrupção, crimes, assassinatos e prostituição da região?

A população evangélica de São Gonçalo usa seu poder voto nas eleições. Por que as mudanças espirituais não vêm?

Evangélicos e até pastores entram na política de São Gonçalo com boas intenções. Por que eles acabam espiritualmente fracos e corruptos?

Como um futuro Brasil evangélico seria diferente dessa realidade?

Onde está o Brasil diferente?

A população evangélica do Brasil usa seu poder voto nas eleições. Onde estão as mudanças políticas nacionais que agradam a Deus?

Evangélicos e até pastores entram na política do Brasil com boas intenções. Por que eles acabam espiritualmente fracos e corruptos?

O aumento da presença evangélica na política está mudando o quadro caótico do Brasil? Pelo contrário, mesmo com grande presença evangélica, Lula, com toda a sua obsessiva devoção política ao aborto e à sodomia, foi eleito por muitos votos evangélicos, com o apoio ou silêncio da maioria dos líderes evangélicos.

Portanto, o que o Brasil precisa é de um futuro evangélico? Um grande aumento nacional de evangélicos poderia transformar o Brasil na República Federativa de São Gonçalo.

O que o Brasil precisa é de seguidores de Jesus Cristo que tenham coragem de viver e levar a sério os valores do Reino de Deus na política.

O evangélico e o Estado ladrão

O evangélico na política engole as visões ideológicas que lhe são impostas de todos os lados e nada vê de errado no acúmulo estatal de riquezas a custa de impostos assaltantes. Décadas atrás, o Brasil tinha uma carga de impostos sobre os cidadãos de 10%. Hoje, essa carga aumentou para um peso insuportável e inimaginável de praticamente 40%!

Isto é, a maior parte dos recursos de impostos hoje é produto de roubo estatal, por meio de leis injustas. Como um seguidor de Jesus conseguiria ser um bom administrador de recursos públicos adquiridos por meio de furto estatal?

O Estado brasileiro, injustamente enriquecido com taxação criminosa, alega que sua elevadíssima cobrança de impostos tem como finalidade ajudar os pobres e investir na saúde, educação, etc. O seguidor de Jesus aceitaria tal desculpa?

O que diríamos de um evangélico que investiu 4 milhões de reais em hospitais infantis e escolas? É uma boa e louvável ação, sem dúvida. Mas o que diríamos se a procedência desses 4 milhões fosse produto de roubo, onde um ladrão assaltou um banco e depois deu tudo ao evangélico, que por sua vez deu tudo para obras de caridade?

O investimento foi certo, porém o dinheiro é sujo, pois é produto de roubo. Administrar produto de roubo não traz bênção para quem o administra. Será por isso então que a maioria dos políticos evangélicos do Brasil não está sendo abençoada e ainda cai em escândalos?

Roubar para “ajudar” os pobres?

Como pode um evangélico (ou católico) ser um bom administrador de produto de roubo?

Muita severidade é injustamente atribuída a Deus por causa de seus mandamentos, mas ele nunca ordenou que o Estado roube dos cidadãos. O Estado faz isso por conta própria.

Na Bíblia, Deus orienta as pessoas a repartir com os pobres. Nunca Deus sugeriu que o Estado tem o poder e a autoridade de roubar de uns para dar para outros.

No plano de Deus, a repartição de bens deve ser motivada exclusivamente pelo amor ao próximo, não por tirania e abusos de impostos estatais. Quando o Estado usa sua força nessa área, o resultado é ódio e morte em grande escala.

O sistema socialista, que afirma apenas querer distribuir a renda entre as pessoas, é responsável por mais de 100 milhões de assassinatos.

O sistema socialista é uma afronta total aos ensinamentos de Jesus, que prega o amor e ações motivadas por amor.

Por isso, para alcançar um nível onde as pessoas sintam amor pelo próximo, a sociedade precisa do Evangelho. Quando o assunto é amor, o Estado é ineficaz e inútil. O Evangelho promove amor entre os cidadãos, sem roubar de uns para supostamente dar para outros. Mas quando o Estado, com a alegação de ajudar os pobres, rouba através de impostos, o ódio avança.

Por coincidência, nenhuma ideologia promoveu mais ódio e assassinatos do que o socialismo. Como então tantos evangélicos no Brasil podem abraçar uma ideologia maldita que derramou tanto sangue cristão durante a história da humanidade?

Como é que os evangélicos brasileiros, seguindo a direção dessa ideologia, conseguem entrar na política, querendo ser homens espiritualmente íntegros sendo ao mesmo tempo “bons” administradores de produtos de roubo através de impostos injustos?

Muitos evangélicos seguiram tal rumo e as conseqüências estão aí, mas o seguidor de Jesus age diferente. Ele entra no sistema político com os valores imutáveis e inabaláveis do Reino de Deus e muda o sistema. Ele não entra no sistema para se tornar apenas mais uma parte da engrenagem.

O seguidor de Jesus sempre faz diferença

O seguidor de Jesus entra no sistema político e, vendo os 40% de furtos estatais em impostos, luta para trazer justiça na forma e quantidade de o Estado cobrar e administrar os recursos públicos. O seguidor de Jesus levará o Estado a cumprir somente o chamado que Deus lhe deu: castigar os culpados e elogiar os bons.

Os que se opõem a Deus dizem que é crueldade dar mensalmente dez por cento da renda a Deus, porém nem mesmo entre o próprio povo de Deus ninguém questiona quando o Estado brasileiro cobra a força 40 por cento da renda do trabalhador!

A Bíblia diz que Deus deu ao Estado a autoridade de levar a espada — que significa a autoridade de usar a pena capital em criminosos perigosos. O Estado brasileiro leva a espada — que é o poder de fazer ameaça letal aos criminosos — não para acabar com a criminalidade e com os criminosos, mas para ameaçar os cidadãos bons com cobranças abusivas de impostos.

O Estado se tornou divino ao exigir dos cidadãos um “dízimo” compulsório quatro vezes maior do que o dízimo que é entregue ao único e verdadeiro Deus.

É impossível fazer a vontade de Deus na política sem fidelidade ao Reino de Deus. Os políticos evangélicos de São Gonçalo não são prova dessa realidade? Aliás, muitos políticos evangélicos de todo o Brasil são evidência desse fato. É impossível ser servo de Deus na política sendo “bom” administrador de produto de roubo.

Contudo, os políticos evangélicos são os únicos culpados pela falta de grande mudança positiva no Brasil? Os eleitores evangélicos do Brasil provavelmente são os maiores culpados, pois usam seu poder de voto quase sempre de forma errada. Quantos políticos pró-aborto e pró-homossexualismo que governam hoje o Brasil não foram eleitos por muitos evangélicos?

O seguidor de Jesus, ao ser confrontado apenas com opções de políticos corruptos na hora da eleição, se abstém. Mas o eleitor evangélico, ou católico, vota no “menos pior” — porque o mesmo Estado que lhe suga criminosamente impostos elevados também o doutrina sistematicamente que é “dever democrático” votar, seja em quem for.

O seguidor de Jesus não dá ouvidos ao Estado ladrão e a ideologias totalitárias. Ele dá atenção à voz do Espírito Santo.

Seja como político ou como simples eleitor, o seguidor de Jesus é realista, e entende que está lidando com um Estado que, em vez de cumprir sua função fundamental de castigar crimes reais, é praticante de crimes e furtos.

Seja como político ou como simples eleitor, o seguidor de Jesus se entrega nas mãos do Político supremo para trazer mudanças políticas ao Brasil. Ele não será simplesmente administrador do Estado ladrão, mas será servo do Reino de Deus na política brasileira, disposto a seguir toda ordem do Rei.

Vendo São Gonçalo, vi o Brasil evangélico do futuro! Agora vejo que o Brasil, mais do que nunca, precisa de um aumento de homens e mulheres fiéis ao Reino de Deus. São esses homens e mulheres que serão usados por Deus para transformar o Brasil.

Fonte: Julio Severo

Por Amenidades da Cristandade
#Lembreto
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Enquanto governo e Congresso tentam retomar a discussão da reforma política, depois de várias tentativas fracassadas de votação, avança no País o movimento para a fundação de um novo partido ligado à igreja evangélica Casa da Bênção. Em três meses, foram colhidas 185 mil assinaturas de eleitores - fiéis, na grande maioria - em favor da criação do Partido da Justiça Social, o PJS.

O plano é conseguir o apoio de outras 284 mil pessoas até julho, para atender à exigência da lei e obter o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a tempo de concorrer nas eleições de 2010. Se for bem sucedido, o PJS será o 28º partido político em atividade no País.

Em outra frente, o deputado Silvio Costa (PMN-PE) apresentou na Câmara projeto que facilita a criação de novos partidos, diminuindo as exigências legais e retomando o instituto do partido provisório.

Atualmente, para formar um novo partido, a lei exige, além de estatuto, programa partidário e registro em cartório, a assinatura de apoio de pelo menos 468.090 eleitores. Esse número equivale a 0,5% dos votos dados na última eleição para a Câmara, em 2006, excluídos nulos e em branco.

Fonte: Correio do Estado, via Notícias Cristãs

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Nas últimas semanas, a disputa na campanha eleitoral pela presidência da maior denominação brasileira tem se acirrado. Uma prova disso é o fato de algumas práticas duvidosas estarem acontecendo, como ligações para os pastores eleitores, onde uma empresa de telemarketing de origem supostamente desconhecida estaria questionando sobre qual seria a escolha do eleitor: José Wellington ou Samuel Câmara. Para alguns, esta seria uma prática intimidadora. Veja a opinião do candidato Pr. Samuel Câmara:

Atenção Pastores que estão sendo incomodados por ligações telefônicas querendo saber o seu voto!

A Equipe CGADB PRA TODOS e seu candidato a presidência, Samuel Câmara, não aprovam este ato:

a) Por ser ilícito e imoral.
b) Por usar dados sigilosos que só a CGADB e seu presidente tem acesso.
c) Por atentar contra o sigilo do voto.

Sugerimos aos pastores incomodados com estas ligações, que respondam votando no n° 11 SAMUEL CÂMARA. Frustraremos o intento desta pesquisa e aumentaremos o desespero dos seus responsáveis.

O assunto é grave e merece o repúdio de todos nós, invadidos em nossa privacidade.

Sugerimos que protestemos contra o uso privilegiado e criminoso de nossos dados com ligações e emails para:
EMAIL: secretaria@cgadb.com.br
TEL CGADB : (21) 3351-3054

Com Amor, Coragem e Moderação.

Vamos à Vitória!!!
Equipe CGADB PRA TODOS.


Fonte: Blog do Pastor Samuel Câmara

Por Amenidades da Cristandade

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A grande maioria dos judeus israelenses não nutre sentimentos negativos em relação aos cristãos que vivem em Israel, mas quase o mesmo percentual pensa que o Estado não deva conceder terrenos para constuir novas igrejas em Jerusalém. Esses são alguns dados que emergem de uma pesquisa realizada pelo Jerusalem Institute for Israel Studies e pelo Jerusalem Center for Jewish-Christian Relations e divulgado ontem pelo jornal Haaretz.

“74% dos entrevistados, num total de 500 homens e mulheres, não vê os cristãos como missionários, e 76% não se diz incomodado de encontrar um cristão que carrega um crucifixo. Além do mais, 41% crê que o cristianismo seja a religião mais próxima ao judaísmo, enquanto 32% crê que seja o Islã”.

Uma tolerância que diminui, porém, quando a pergunta se refere a Jerusalém. “Somente 50% dos entrevistados está de acordo em dizer que Jerusalém foi o centro da fé cristã, e 75% afirma que o Estado não deveria permitir às organizações cristãs adquirir terrenos na cidade para construir novas igrejas”.

A pesquisa revelou a presença de fortes divisões entre leigos e judeus religiosos; 80% dos judeus leigos pensa que os judeus são autorizados a entrar em igrejas, e também no exterior, enquanto para 83% dos judeus religiosos visitar igrejas é proibido. Cerca de 78% dos judeus religiosos julga o cristianismo “idolatria”, enquanto 66% dos judeus leigos não concorda.

Um dos dados mais curiosos: 56% dos judeus leigos concorda que aos soldados cristãos em serviço no exército israelense seja permitido prestar juramento sobre o Novo Testamento; 62% quer que se jure sobre a Torah.

A pesquisa foi apresentada um dia depois das polêmicas desencadeadas por um programa do TV Canal 10 no qual o apresentado fez ataques contra Jesus Cristo, a Virgem Maria e sobre os fundamentos da fé cristã, provocando a reação dos líderes religiosos cristãos, entre os quais também a assembléia dos bispos católicos.

Fonte: RV, via Notícias Cristãs

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Na última sexta-feira (13), centenas de evangélicos protestaram em frente ao Teatro Municipal de São Paulo contra ação da Prefeitura em fechar e autuar templos que não possuem alvará de funcionamento. O movimento foi uma resposta do povo evangélico que tem sofrido repressão por parte do executivo e não poder dar continuidade com suas obras que são inclusive assistenciais à sociedade.

Em 20 de dezembro de 2008, o Diário Oficial do município divulgou uma matéria onde apresenta inúmeros estabelecimentos fora da lei. Esses dados foram levantados por uma Comissão de Estudos da Câmara Municipal de São Paulo que constatou que 90% dos imóveis estão irregulares, entre eles shoppings, comércios, casas de shows, e faculdades. Entretanto, apenas as igrejas têm sido acionadas pela Prefeitura que propõe curto período para a regularização ou, como se verifica em muitos casos, já faz a interdição do imóvel.

Por esse motivo, lideranças evangélicas de várias denominações se encontraram no centro paulista munidos com faixas, camisetas e cartazes com dizeres em protestos como: “Por que só as igrejas?”, onde cantaram, oraram e pediram, em uma manifestação pacífica, à autoridade máxima da cidade que não permita o fechamento das igrejas evangélicas.

Os deputados estaduais José Bruno (DEM) e Major Olímpio (PV), deputado federal, Geraldo Tenuta (DEM) e o vereador Marcelo Aguiar (PSC) compareceram ao protesto e manifestaram suas indignações. Outros parlamentares como o deputado estadual André Soares (DEM), que representa a Igreja Internacional da Graça de Deus e o vereador Missionário José Olímpio (PP), pela Igreja Mundial do Poder de Deus, enviaram representantes à manifestação.

“Muitas pessoas que saíram das drogas, do alcoolismo e já não tinham mais esperança de viver não poderão mais voltar para suas igrejas, para a única instituição que as acolheram. Sabe por quê? Porque elas estarão de portas fechadas por não terem alvará de funcionamento. Aliás, milhares de imóveis na cidade também não têm essa documentação. Se é para fechar todos que estão fora da lei, São Paulo vai parar. A pergunta é: Por que só com as igrejas evangélicas?”, declarou o vereador Marcelo Aguiar.

Os líderes evangélicos deverão reunir-se na próxima semana, onde farão nova manifestação contra o que chamam de perseguição contra a igreja evangélica em São Paulo.

Fonte: Igospel, via O Verbo

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“Não há provas conclusivas de que aja qualquer indício na natureza de que uma espécie possa gerar outra espécie”, declarou o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), ao criticar reportagem de capa da revista Veja desta semana, intitulada “Uma guerra de 150 anos - Por que Charles Darwin não conseguiu expulsar Adão e Eva dos livros escolares”. Segundo o parlamentar, a revista tratou o assunto com arrogância ao defender uma tese que não é unanimidade entre os cientistas.

O senador pelo Rio de Janeiro criticou o fato de sequer a revista ter concedido espaço a cientistas que discordam da teoria evolucionista, como os que debatem o tema no site Dissent From Darwinism. Segundo Crivella, mais de 700 cientistas participam das discussões, alguns deles agraciados com o Prêmio Nobel.

- A teoria evolucionista também depende de as pessoas acreditarem em um milagre. O surgimento da vida a partir de uma ameba traz questionamentos, como por exemplo: e a ameba surgiu de onde? Eu sou criacionista, creio em Deus, acredito que o universo foi criado por uma força sobrenatural, por um Deus. Creio de todo o meu coração - afirmou Marcelo Crivella.

Se a doutrina evolucionista estivesse correta, defendeu Crivella, os arqueólogos já teriam encontrado fósseis de seres metade anfíbio e metade ave ou peixe, ou até mesmo um com características de homem e macaco.

- Onde está esse elo perdido? - indagou.

Fonte: Senado Federal, via O Verbo

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Por Anderson Clayton

Para muitos intelectuais, talvez não seja claro a relação entre fenômenos macrossociais, como a crise do capitalismo global que se iniciou em setembro de 2008, e realidades intrapsíquicas (subjetividade humana) mantidas por crenças operantes, quer sejam estas funcionais ou disfuncionais.

No entanto, seria difícil entender a dinâmica do crescimento neopentecostal sem esta compreensão, que se preconiza na psicologia do discurso evangélico, cujo propósito parece ser claro: alterar a autocompreensão das pessoas que postulam a fé (em sua dimensão prospectiva) e vivem num mundo prenhe de incertezas.

Aliás, a “vida líquida” (Zygmunt Bauman), como característica ontológica que figura o horizonte social da globalização, é marcada sociologicamente por uma realidade com implicação dramática na subjetividade humana, a saber: a instabilidade psicossocial. Nesta, se preconizam algumas crises que parecem muito comuns para os brasileiros como um todo e, em particular, para o público evangélico de confissão neopentecostal: crise de identidade social, crise de empregabilidade, crise de perspectividade, entre outras.

A política de mercado livre, já nos falava John Gray, gera instabilidade nas sociedades capitalistas como um todo. A atual crise do sistema financeiro internacional não só confirma a análise de Gray, como também descortina um horizonte repleto de incertezas. Por isso se fala de uma crise financeira que afeta negativamente o capitalismo de mercado (gera escassez de crédito).

Com esta crise, a prática do consumo está sendo reduzida nos países que entraram numa recessão econômica, gerando preocupações que levaram muitos economistas a fazerem uma interpretação pessimista do cenário econômico mundial para os próximos anos. A crise do sistema financeiro produziu uma retração econômica no mercado, o que tem levado alguns países a um processo de desaceleração econômica.

Existem implicações para a subjetividade humana num cenário socioeconômico em que figura tal realidade de crise financeira no capitalismo contemporâneo?

A instabilidade social, produzida por uma crise macroeconômica, pode ser verificada na tendência crescente de desempregabilidade nos países de economia desenvolvida e em desenvolvimento. Quanto maior é a incerteza no mercado, mais frágil se configurará o cenário de empregabilidade nos países de economia de capitalista. A lógica de exclusão se verifica algoz na cadeia epifânica do fenômeno social: desemprego e a não-participação efetiva no mercado de consumo.

Entretanto, existe uma implicação psicológica que se desencadeia neste fenômeno social: a produção de crenças disfuncionais de desamparabilidade econômica. A não-participação efetiva numa sociedade de consumidores produz deformações na subjetividade que se constrói na autoimagem das pessoas consideradas não-produtivas: quem não produz, não pode consumir.

Porém, não é o simples consumo que as pessoas buscam na prática de consumir. De acordo com Bauman, há um dispositivo de hedonização da vida presente na cultura do consumo. A prática do consumo produz sua síndrome, e esta, uma vez reativada, torna o consumo uma realidade que potencializa a dinâmica libidinosa da “economia do prazer”. Daí o prazer pelo consumo ser definido por alguns intelectuais como sendo a expressão compulsiva de um ego tomado pela síndrome do consumismo.

Ser ou se sentir excluído desta realidade produz crenças inoperantes, tais como a crença disfuncional de incompetência para o consumo. O senso de desamparo provém da constatação do “eu” improdutivo ao admitir sua própria incompetência para participar do banquete preparado pela “sociedade da opulência”. O que fazer numa configuração social assim, marcada por aquilo que Giddens chamou de “cortina de ouro” (uma configuração econômica marcada pela inclusão ou exclusão social pela via do consumo)?

A chave para o prazer é o consumo. Mas só tem acesso ao consumo quem é considerado produtivo no capitalismo de mercado. Como a desempregabilidade é uma variável crescente na atual crise financeira, é cada vez mais candente a produção industrial de crenças disfuncionais de desamparo econômico.

Esta variável psicológica produz uma demanda pela fé. Neste sentido, a globalização também produz seu sistema de crença religiosa para dar amparo/resgate aos que foram infectados pela síndrome de desamparabilidade econômica. A desempregabilidade crescente exige uma resposta de fé que produza uma descomplexificação do horizonte turvo desencadeado pela crise do sistema financeiro. Em termos sociopsicológicos, isso significa reduzir o alto grau de indeterminação que existe na crise de perspectividade nos indivíduos excluídos que “subvivem” no capitalismo de mercado.

É neste contexto que as novas espiritualidades nascem com seu discurso de efeito psicológico otimizador, com o claro objetivo de revitalizar o sistema de crença das pessoas que foram atingidas pelos desdobramentos sociopsicológicos da situação de desempregabilidade. Na teologia da prosperidade, há uma “metafísica do sucesso” prometida. A antropologia que se desenvolve nesta concepção de espiritualidade produz o retrato de uma realidade hipostasiada (otimização das possibilidades) pela crença funcional de “re-amparo” das pessoas que foram visceralmente atingidas pela incerteza e vulnerabilidade provenientes daquilo que Bauman chama de “medo derivado”.

A fé-prospecção é o elemento que dá contorno a estas espiritualidades. Entretanto, a política de auto-amparo, proveniente deste tipo de fé, produz um narcisismo moral que gera uma espiritualidade de autotranscendência na qual o trinômio fé, felicidade e consumo define um novo conceito de experiência religiosa: crer é prosperar. Só experimenta a prosperidade material quem exerce sua fé sem restrição teológica. Deus é maior e faz infinitamente mais do que tudo aquilo que os dogmas teológicos preconizam, e seus limites compreensivos alcançam.

O que é preciso deixar claro na análise deste novo modelo de espiritualidade evangélica brasileira é o fato de que não existe crise que seja maior do que a fé em seu legítimo exercício a serviço de um novo ator religioso: o “eu posso”. Neste espectro de fé prospectiva, a síndrome de desamparabilidade decreta sua insolvência, e a ética do sucesso, que produz resultados positivos, revela sua amizade com os auspiciosos ideais de consumo de uma economia de mercado.

O sistema de crença neopentecostal desenvolveu uma espiritualidade reativa, tornando a ameaça, proveniente de um horizonte prenhe de incertezas, o elemento motivacional de autossuperação de uma fé que elegeu a crise para impor, pelo menos na retórica, sua receita psicoantropológica de uma vida sem medo do futuro, bem como sua coragem de ser na fé numa sociedade povoada por infindáveis riscos sociais.

Para este sistema de crença, não há crise financeira que altere a semântica teológica da moralidade narcisista de progresso do “eu tudo posso”. A meta de sua retórica é sempre revitalizar, em nível psicológico, crenças funcionais de amparo, seja este de quaisquer natureza e gênero. É a partir desta tese que o empreendimento neopentecostal tem fundamentado seu ethos e sua lógica de expansão.

Anderson Clayton, casado, dois filhos, é doutor em teologia e doutorando em sociologia. É professor do Instituto Superior de Teologia Luterana e pastor colaborador na Igreja Confessional Luterana.

Fonte: Revista Ultimato on line, via Bereianos

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Confira trechos da entrevista realizado com o presidente americano Barack Obama pelo pastor Rick Warren, de Saddleback, em Lake Forest, Califórnia.

Rick Warren: A Bíblia diz que integridade e amor são a base da liderança. Esta é uma questão difícil. Ao fazer um autoexame, qual seria a maior falha moral da sua vida? E a maior falha moral dos Estados Unidos?

Barack Obama: Eu dividiria a minha vida em estágios. Tive uma juventude difícil. Meu pai não esteve presente. Houve ocasiões em que experimentei drogas. Bebi na adolescência. E considero que isso ocorreu por causa de um certo egoísmo de minha parte. Eu estava tão obcecado comigo e com as razões para me sentir insatisfeito que não conseguia me concentrar nos outros. Quando me vejo dando um mau passo, acho que na maioria das vezes é porque estou tentando me proteger, em vez de tentar seguir a obra de Deus.

Rick Warren: Sim, o egoísmo fundamental.

Obama: Acho, então, que essa é a minha falha.

Rick Warren: E quanto aos Estados Unidos?

Obama: Acho que a mai­or falha moral do país, durante a minha vida, tem sido ainda não termos seguido aquele preceito básico em Mateus de que o que se faz ao menor dos meus irmãos é feito a mim.

Rick Warren: É feito a mim, isso mesmo.

Obama: E esse princípio se aplica à pobreza, ao racismo e ao machismo. Aplica-se a não pensar em criar oportunidades para que as pessoas cheguem à classe média. Há a sensação generalizada de que este país, por mais rico e poderoso que seja, não investe tempo suficiente para pensar nessas questões.

Rick Warren: Qual a posição política mais importante que o senhor defendeu há dez anos e que não defende mais, sobre a qual mudou de ideia porque hoje tem outro ponto de vista?

Obama: Um bom exemplo seria a questão da previdência social. Sempre acreditei que nosso sistema de apoio governamental ao bem-estar dos pobres tinha de mudar, mas temia que a legislação a esse respeito, aprovada inicialmente pelo presidente Clinton há uns dez anos, tivesse resultado desastroso. Trabalhei na legislatura do Estado de Illinois para garantir assistência médica, assistência médica infantil e outros serviços às mulheres que perderiam o direito à política da previdência social. Funcionou melhor do que muita gente previa. E uma das coisas de que estou absolutamente convencido é que precisamos exigir que quem recebe auxílio do governo tem de procurar emprego, como peça central de todas as políticas sociais. Não só porque, em última análise, quem trabalha consegue mais renda, mas por causa da dignidade intrínseca ao trabalho, da sensação de ser útil.

Rick Warren: O senhor não deixa dúvidas quanto a sua fé em Jesus Cristo. O que isso significa na sua vida? O que quer dizer confiar em Cristo e o que isso significa no cotidiano?

Obama: Para começar, significa que acredito que Jesus Cristo morreu pelos meus pecados e que sou redimido por Ele. Essa é uma fonte de força e sustentação no dia-a-dia. Sei que não caminho sozinho e acredito que, se me desviar do caminho, talvez possa levar comigo algum ensinamento do que Ele pretende que seja minha vida. E isso significa que tenho esperança de que os pecados que venho cometendo regularmente sejam perdoados. Mas também significa que há um tipo de obrigação a aceitar, não só com palavras, mas com ações: as expectativas que Deus tem em relação a nós. E isso significa pensar nos menores detalhes. Significa agir com justiça e caridade e andar humildemente com Deus. E tentar aplicar essas lições no dia-a-dia, sabendo que vamos ficar um pouco aquém a cada dia, e conseguir tomar nota e dizer: “Bom, não funcionou do jeito que achei que funcionaria, mas talvez eu ainda possa melhorar um pouquinho.” Isso me dá confiança para tentar coisas novas, até mesmo concorrer à presidência, na qual, certamente, vamos errar de vez em quando.

Rick Warren: Vamos tratar do aborto. Em que ponto o bebê passa a ter direitos humanos, na sua opinião?

Obama: Acho que, se a gente olha essa questão do ponto de vista teológico ou científico, responder com certeza está além do meu alcance. Mas vou falar em termos mais gerais sobre a questão do aborto. Estou convencido de que haja um elemento ético e moral nessa questão. Assim, acho que quem tenta negar as dificuldades morais e a gravidade da questão do aborto não está prestando atenção. Esse seria o ponto número 1. Mas o ponto número 2 é que sou a favor da escolha, não porque seja favorável ao aborto, mas porque, em última análise, não acho que as mulheres tomem esse tipo de decisão com leviandade. Elas lidam com o problema de um jeito profundo, consultando o marido, os médicos, o pastor, e os membros da família. Então, para mim, o objetivo agora deveria ser – e é aí que podemos encontrar um terreno em comum – reduzir o número de abortos.

Rick Warren: O senhor já votou para limitar ou reduzir os abortos?

Obama: Sou a favor, por exemplo, de estabelecer parâmetros quanto aos abortos na fase final da gestação se houver risco para a saúde da mãe. Agora, do ponto de vista dos que são a favor da vida, eles considerariam isso inadequado. E respeito a opinião deles. Sabe, uma das coisas que eu sempre disse é que, nessa questão, não dá para discutir com quem acredita que a vida começa na concepção e é coerente com essa crença, porque, para essa pessoa, esta é uma questão de fé. O que posso fazer é perguntar: “Existe uma maneira de trabalharmos juntos para reduzir o número de gravidezes indesejadas, para realmente reduzirmos a sensação de que as mulheres procuram o aborto?” Como exemplo disso, uma das coisas de que já falei é: como oferecer recursos que permitam às mulheres optar por ter o filho? Nós lhes demos a assistência médica de que necessitam? Nós lhes demos os serviços de apoio de que precisam? Nós lhes demos as opções de adoção necessárias? Isso pode fazer grande diferença.

Rick Warren: O senhor pode definir o que é o casamento?

Obama: Acredito que casamento é a união entre um homem e uma mulher. Agora, para mim, como cristão, é também uma união sagrada.

Rick Warren: Apoiaria uma emenda constitucional com essa definição?

Obama: Não, não apoiaria.

Rick Warren: Por que não?

Obama: Porque, em termos históricos, não definimos o casamento na nossa Constituição. Essa tem sido uma questão de lei estadual, de acordo com nossa tradição. A razão pela qual alguns acham que é preciso haver uma emenda constitucional se deve à preocupação com o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Não promovo o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas acredito em uniões civis. Acredito que, quando um homossexual deseja visitar seu parceiro no hospital, por exemplo, o Estado deveria dizer: “Querem saber? Está certo.” Acho que isso não contradiz em nada minha crença básica no que é o casamento. Minha fé e meu casamento são bastante sólidos e me permitem conceder esses direitos civis a outros, mesmo que eu tenha um ponto de vista ou opinião diferente.

Rick Warren: O senhor acha que o mal existe? E, se existe, nós o ignoramos? Negociamos com ele? Podemos restringi-lo? Vencê-lo?

Obama: Acho que o mal existe. Quero dizer, acho que vemos o mal o tempo todo. Vemos o mal em Darfur. Vemos o mal, infelizmente, nas ruas das nossas cidades. Vemos o mal nos pais que agridem cruelmente os filhos. E isso tem de ser enfrentado. Tem de ser enfrentado diretamente. Algo em que acredito com toda a minha força é que, como indivíduos, não somos capazes de apagar o mal do mundo. Essa tarefa é de Deus. Mas podemos ser soldados nesse processo, e enfrentá-lo quando o vemos. Agora, o único aspecto importantíssimo para nós é ter uma certa humildade quando abordamos a questão de enfrentar o mal, porque, historicamente, muito mal já foi cometido com base na alegação de que estávamos tentando enfrentá-lo.

Rick Warren: Em nome do bem?

Obama: Em nome do bem. E acho que é importantíssimo ter uma certa humildade e reconhecer que, só porque achamos que nossas intenções são boas, isso não significa que vamos, de fato, fazer o bem.

Rick Warren: Vamos falar da responsabilidade deste país para com o restante do mundo. Somos uma nação muito abençoada e somos abençoados por sermos, também, uma bênção. A quem muito se dá muito se exige. Assim, vamos tratar de algumas dessas questões, as questões internacionais. Em primeiro lugar, vamos falar da guerra. Como cidadão dos Estados Unidos, pelo que vale a pena morrer? Pelo que vale a pena sacrificar vidas?

Obama: Obviamente, pela liberdade americana, pelas vidas americanas, pelos interesses nacionais americanos.

Rick Warren: Qual seria o seu critério para usar soldados a fim de acabar com o genocídio, como o que está acontecendo em Darfur?

Obama: Acho que não existe uma direção clara e precisa na qual a gente diz: "Pronto, vamos em frente.” Acredito que o caso sempre é de avaliação. O princípio básico tem de ser: se está em nosso poder impedir a matança e o genocídio, e se podemos agir com a comunidade internacional para impedir, então devemos agir.

Rick Warren: Agora, uma questão que me toca profundamente. Muita gente não sabe que há 148 milhões de órfãos no mundo, 148 milhões de crianças criadas sem mãe nem pai. Não precisam estar em orfanatos, precisam é de família. Mas muitas famílias não têm condições de receber essas crianças. O senhor pensaria, e até se comprometeria, em elaborar algum tipo de plano de emergência para os órfãos?

Obama: Acho que é uma grande ideia. É algo que deveríamos nos sentar e planejar, trabalhando com organizações não governamentais, instituições internacionais e o governo americano para descobrir o que podemos fazer. No entanto, para começar, parte do nosso plano tem de ser como impedir que haja mais órfãos. Isto significa ajudar a construir a infraestrutura de saúde pública no mundo inteiro.

Rick Warren: E quanto à perseguição religiosa. O que o sennhor acha que os Estados Unidos deveriam fazer para dar fim à perseguição religiosa, por exemplo, na China, no Iraque e em muitos de nossos supostos aliados? Não falo apenas em perseguição do cristianismo, mas há perseguição religiosa no mundo inteiro, que afeta milhões de pessoas.

Obama: Primeiramente, o que temos de fazer é dar testemunho e falar, e não fingir que isso não está acontecendo. Ter um governo que se pronuncia, que participa de fóruns internacionais, onde podemos denunciar o desrespeito aos direitos humanos e a ausência de liberdade religiosa; acho que isso é fundamental. E algo que considero da maior importância fazermos em todas essas questões é liderar pelo exemplo. Por isso é tão importante para nós ter tolerância religiosa aqui nos Estados Unidos. Por isso é tão importante, enquanto criticamos outros países sobre o estado de direito, garantir que obedecemos ao estado de direito, que respeitamos a garantia de habeas corpus, que não praticamos tortura. Isso nos dá padrões morais para falar das outras questões.

Fonte: SeleçõesVia Pavablog e A FÉ EM BUSCA DE ENTENDIMENTO

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A PERSEGUIÇÃO CONTINUA

Cuidado, taxistas!

Toda imprensa de São Paulo noticiou que, assim que a subprefeitura de Pinheiros foi informada de que os cultos da Igreja Renascer aconteceriam no club Homs, na avenida Paulista, uma agente vistora da subprefeitura foi ao estabelecimento e pediu o alvará de funcionamento. Segundo a imprensa, os responsáveis pelo clube não apresentaram a documentação. Por isso, receberam uma notificação de multa no valor de R$ 34,5 mil, e uma intimação para apresentar a documentação no prazo de cinco dias. Como o clube manteve a realização dos cultos, segundo a imprensa, a subprefeitura aplicou mais três multas.

Esse fato mostra estar havendo perseguição contra a igreja por parte das subprefeituras. Pergunto: onde estava essa agente vistora que não multou nem impediu o funcionamento do clube até que o mesmo fosse alugado pela igreja? Ela só descobriu que o clube não tinha alvará após ser alugado pela igreja? Do jeito que a coisa vai, quando alguém for tomar um táxi, o taxista vai perguntar: Você é da Renascer, é evangélico? Se a resposta for positiva, o taxista se recusará a transportar o passageiro, para não ser fiscalizado.

Parece um exagero da minha parte, porém o que está acontecendo é que, de uma hora para outra, as subprefeituras resolveram fiscalizar as igrejas. Continuo dizendo que não defendo nenhuma irregularidade, porém pergunto: Por que não fiscalizar comércio, indústria e também as igrejas? Se o teto de um supermercado cair, a prefeitura irá fiscalizar todos os supermercados? Tenho certeza de que não. Lembro ainda que esse mesmo clube já foi palco usado por vários políticos e partidos para fazerem reuniões ou para comemorarem suas vitórias. E o mesmo não sofreu nenhum tipo de fiscalização. Por isso, continuo dizendo: a perseguição continua.

Carlos Apolinario,
Líder do Democratas na Câmara Municipal de São Paulo

Carlos Apolinario é pastor da Assembléia de Deus, líder do Democratas na Câmara Municipal de São Paulo.

Fonte: www.carlosapolinario.com.br, via Eliseu Antônio Gomes

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Diante das enchentes, Paes renova convênio com médium que diz incorporar espírito capaz de controlar chuvas.

Apesar do antagonismo em relação ao ex-prefeito Cesar Maia, o novo mandatário do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), resolveu recorrer emergencialmente a uma assessora da antiga gestão. Seu trabalho será o monitoramento do volume das chuvas, visando a evitar novas enchentes como as que se abateram sobre a Cidade Maravilhosa na última semana. Mas não se trata de uma meteorologista, e sim, da médium Adelaide Scritori, dirigente da Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC), que afirma ter o poder de controlar o tempo e desviar as tempestades. Ela diz fazer isso através da incorporação de entidades como o próprio Cobra Coral, que, acreditam os adeptos, é o espírito de um grande chefe indígena do passado.

Preocupado com os efeitos do primeiro grande temporal de sua gestão, Paes, que semana passada percorreu até altas horas da madrugada as regiões mais atingidas da cidade, renovou o contrato que a Prefeitura manteve com a FCCC durante as duas últimas gestões de Cesar Maia (2001-2008). O convênio, que é totalmente sem custos para os cofres públicos, havia sido descartado pelo atual secretário de Obras e Serviços Públicos, Luiz Guaraná, por considerar que o município deveria priorizar investimentos reais na conservação da cidade. Mas o orixá já voltou ao trabalho. O assessor especial da fundação, Osmar Santos, disse que a médium atuou emergencialmente nos últimos três dias na cidade. E é bom a Prefeitura e a Defesa Civil ficarem em alerta, pois o Cacique teria previsto pelo menos mais 32 temporais semelhantes ao da última quarta-feira.

Fonte: Cristianismo Hoje, via A Fé em Busca do Entendimento

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Barack Hussein Obama se tornou o 44º presidente dos Estados Unidos, após jurar sobre a Bíblia e diante de mais de 2 milhões de pessoas reunidas em frente ao Capitólio de Washington "desempenhar com fidelidade o cargo e defender a Constituição dos EUA".

Na oração invocatória, o reverendo Rick Warren afirmou que o povo americano é grato por viver em uma terra de oportunidades, onde alguém como Obama pode tornar-se presidente.

Em entrevista no período que era candidato ele fala sobre a sua religião: "Sou cristão, e um cristão devoto. Acredito na morte remissória e na ressurreição de Jesus Cristo. Acredito que esta fé abre-me um caminho para ser limpo do pecado e obter a vida eterna. Mas, o mais importante é que eu acredito no exemplo de Jesus ao alimentar o faminto e curar o doente, priorizando o menor em lugar dos poderosos"

No entanto, um dos pontos importantes a serem destacados é o fato dele também ser Maçon do Grau 32.

Abaixo transcrevemos a pesquisa realizada na Loja Maçon Prince Hall dos EUA

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama é um Sublime Príncipe do Real Segredo, Grau 32 do Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA), de Obediência pertencente à Maçonaria Prince Hall”.

Prince Hall é o primeiro alojamento maçônico dos EUA, sendo o nome vindo de seu fundador e master, o qual era o mais famoso indivíduo na área de Boston durante a Revolução Americana e virada do Século 19.

Prince Hall era um escravo na área de couro em Boston, e pertencia a William Hall no final dos anos 1740 e ganhou a liberdade em 9 de abril de 1770, como um prêmio (reconhecimento), após 21 anos de serviço.

PrinceHall e outros 14 negros da área de Boston se aproximaram de um alojamento Britânico de Freemasons (Maçons Livres), relacionado ao 38º Regimento em Boston.

Hall e os outros negros iniciaram (sendo Processo de Iniciação), no alojamento em 6 de março de 1775.

O Regimento foi embora da área em seguida, e o Sargento John Batt, que estava no comando da Iniciação, escreveu uma permissão limitada em 17 de março, autorizando o grupo a ter certos privilégios maçons, bem como permissão para se encontrarem como Loja.

Em 3 de julho de 1775. o grupo formou o “African Lodge Nº 1 (Loja Africana Nº1), a primeira Loja aceita de maçons negros e livres do mundo e Hall foi feito seu Master (Venerável Mestre).

O Grand Master (Grão Mestre) da América do Norte, John Rowe, concedeu à Loja a segunda permissão para continuar suas atividades.

No entanto, a Maçonaria Negra permaneceu separada da Maçonaria Branca nos Estados Unidos, porque os maçons brancos não aceitaram os maçons negros, apesar dos princípios de fraternidade. Hall expandiu sua organização a outras cidades, mas como ele estava limitado a população negra, as novas lojas que surgiam eram chamadas de “Lojas Negras”.

Em 24 de junho de 1797, uma segunda loja negra foi criada em Providence, Rhode Island. Um ano depois, a terceira foi iniciada na Philadelphia, com Absalom Jones sendo o Master.

Prince Hall morreu em Boston em 4 de dezembro de 1807.

Atos fúnebres, de acordo com os rituais maçônicos, foram realizados em sua casa, em Lendell’s Lane, uma semana depois. Ele foi enterrado na Rua 59 Mattews Cemetery, em Boston, no final de março de 1808.

Com um ano de sua morte, os seguidores de Hall trocaram o nome da Loja e deram o nome de seu líder.

Essa sociedade secreta continuou a crescer nos Estados Unidos, mas continua separada da Maçonaria Branca até os dias atuais.

Hoje, Prince Hall é uma fraternidade maçônica com seus prédios devidamente identificados, seus membros se identificam com anéis, adesivos e pins.

Um dos membros mais famosos e também um Prince Hall Mason de 32º, se tornou um candidato a Presidência dos Estados Unidos em 2008. Seu nome é Barack Hussein Obama II.
Fontes: Maçonaria Brasileira e Portal Maçom - UNIMAB, via Portal Gospel TV

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Foto: Militar representa Obama em ensaio do juramento de sua posse, no próximo dia 20 (Reuters)

Ativista ateu diz que a menção a Deus exclui não-religiosos.
Corte vai julgar pedido para retirar 'com a ajuda de Deus' do texto.

Daniel Buarque

Uma das instituições mais tradicionais da posse dos presidentes norte-americanos pode ser mudada neste ano.

Diferentemente do que aconteceu com os outros líderes do executivo do país, quando Barack Obama assumir o cargo, no próximo dia 20, ele pode não repetir a expressão “So help me God” (algo como “com a ajuda de Deus”, em tradução livre), que sempre conclui o juramento formal de posse.

Isso vai ser decidido nesta quinta-feira (15), quando uma corte distrital da capital vai julgar o pedido do advogado Michael Newdow, ativista ateu que busca tirar referências religiosas de práticas do governo do país. Segundo ele, com a menção a Deus, incluída pela Suprema Corte, os cidadãos de outras crenças são excluídos do discurso que deveria ser representativo de toda a população do país.

“Decidi fazer isso porque acredito profundamente na igualdade. Acho que não há igualdade quando o governo toma uma decisão que envolve escolhas religiosas”, disse, em entrevista ao G1, por telefone. Se depender dele, o juramento vai se encerrar na menção à Constituição, sem falar em religião.

O presidente eleito, disse Newdow, pode falar sobre religião ou qualquer outro tema que o interesse em seu discurso pessoal durante a cerimônia. “O que reclamo é que a Suprema Corte dos Estados Unidos defina que o texto constitucional do juramento obrigatório para que o presidente assuma o cargo inclua uma citação a Deus. A Justiça não pode mudar a Constituição com base em religião nenhuma. Isso me ofende pessoalmente. Os indivíduos podem fazer o que quiserem, mas o meu governo não pode dizer que nós, como povo, acreditamos em nada.”

Tradição

O texto do juramento diz: “Eu solenemente juro que vou executar fielmente o cargo de presidente dos Estados Unidos, e vou fazer o possível para proteger, preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos”. Ele fez parte da posse de todos os presidentes, e a tradição diz que o primeiro líder do país, George Washington, teria incluído a menção a Deus no final, em 1789.

Por mais que se questione atualmente a falta de provas de que Washington tenha se referido a Deus, muitos defendem a conclusão como parte da tradição política do país. Newdow, entretanto, discorda do argumento e acusa a tradição de ter elementos nocivos para a sociedade.

“Este argumento da tradição já serviu para dizer que era tradição manter brancos e negros em lugares separados nos ônibus, ou dizer que as mulheres não podiam trabalhar. Muitas tradições são nocivas, e precisam ser analisadas para poder respeitar os direitos civis, independentemente do que dizem a história e a tradição”, disse.



Outras mudanças

Nessa linha, o pedido legal para mudar o juramento é só um dos processos de que Newdow é autor. Se depender dele, os Estados Unidos também vão tirar a expressão “Em Deus nós confiamos” das cédulas de dólar, e mudar também o texto do pledge of allegiance, juramento de lealdade à nação, que ganhou menção a Deus ao longo dos tempos.

“Nosso país foi construído sobre uma ideia de que o governo deveria ficar de fora, separado da religião. Foi um invenção maravilhosa. É um absurdo que uma declaração modelo do nosso país inclua uma menção religiosa que exclui boa parte dos seus cidadãos”, disse.

Por mais que alegue que seus processos pedem apenas o cumprimento do que está definido na Constituição, Newdow admite que é muito pouco provável que a Justiça do país aceite a mudança e retire as menções a Deus do governo. “Não posso dizer o que vai acontecer. Acho difícil ser aprovado, pois é mais fácil eles ignorarem e não levarem a sério de que seguirem a Constituição”, disse.



Religião

Newdow tenta deixar claro que sue problema não é a religião, que ele diz defender com tanta força quanto seu direito ao ateísmo. Igualdade acaba sendo a palavra a que sempre volta enquanto explica seus pedidos de mudança. “Não estou indo contra a religião, apenas quero que o governo não assuma nada relacionado a religião em meu nome. Se o juramento de posse do presidente dissesse que Deus não existe eu também defenderia a mudança em respeito aos que acreditam”, disse.

Na entrevista, ele contou que recebe muitos e-mails xingando-o e que normalmente responde a essas pessoas explicando quer que o governo trate e todas as pessoas e crenças de forma igualitária. Segundo ele, as menções religiosas do governo evidenciam um preconceito sofrido pelos ateus no país.

“Pesquisas apontam que 30% da população norte-americana diz achar que os ateus são imorais. Um vizinho já falou para o filho não brincar com minha filha porque eu sou ateu. Tem gente que perde dinheiro por isso, perde emprego, há uma perseguição real”, disse. “Defendo o direito de as pessoas acreditarem no que quiserem, mesmo no criacionismo, e acho que eles podem tentar convencer o máximo de pessoas que quiserem. Mas devo ter o direito de não acreditar, se quiser.”

Segundo ele, parte da sua função descrita pela mídia como “ativista do ateísmo” é de agitador. “O que faço é similar ao Monstro de Espaguete Voador (sátira ao criacionismo que diz que Deus é o referido monstro), no sentido de tentar abrir os olhos das pessoas para o lado ridículo de acreditar em Deus. Minha questão jurídica, entretanto, é diferente. Estou tentando garantir o meu direito de não acreditar em Deus e de que o governo trate a todas as religiões de forma igualitária. Não me considero um ativista do ateísmo, defendo a igualdade.”

Fonte: G1

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Ulemás (estudiosos do Islã), cientistas advogados iraquianos expressaram nesta segunda-feira apoio à agressão do jornalista Muntazer al Ziadi, preso ontem por jogar seus sapatos contra o presidente americano, George W. Bush, e chamá-lo de "cão" no Iraque.

"Jogar sapatos na cara de Bush é a resposta normal e adequada a tudo o que foi cometido por este 'criminoso' e seu bando de assassinos contra o povo iraquiano", afirmou o grupo, que reúne ulemás sunitas e xiitas.

Eles afirmaram ainda que estão dispostos a reunir uma equipe de advogados de defesa para conseguir a libertação do repórter iraquiano, que participava da entrevista coletiva de Bush e do primeiro-ministro do Iraque, Nuri al-Maliki, pelo canal de TV "Al Baghdadi".

No domingo, durante a entrevista, Ziadi se levantou do assento no qual se encontrava e após gritar "este é o beijo de despedida, cão!", jogou seus dois sapatos contra o presidente americano e errou ambos.

Imediatamente após a agressão, Ziadi foi neutralizado e detido pelos membros da segurança que se encontravam na sala.

No bairro de maioria xiita de Cidade de Sadr, no leste de Bagdá, vários moradores participaram hoje de uma manifestação na qual pediram a libertação de Ziadi, segundo a agência independente de notícias iraquiana "Aswat Al Iraq".

O protesto, no qual os manifestantes descreveram o repórter como "herói", começou na Cidade de Sadr e terminou na praça de Al Firdus, no centro da capital.

No Iraque, como em grande parte do mundo árabe, lançar um sapato é uma das maiores ofensas que se podem cometer contra uma pessoa, da mesma forma que chamá-lo de "cão".

Fonte: EFE, via Folha Gospel

Veja o vídeo:


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Da Agência JB
No Rio de Janeiro

A 6ª Vara de Fazenda Pública determinou nesta sexta-feira (12) a indisponibilidade de bens dos ex-governadores Rosinha Matheus, Anthony Garotinho e de outras 26 pessoas. Eles são acusados de desviar centenas de milhões de reais do Fundo Estadual de Saúde, através da Fesp, empresas e ONGs, e foram processados pelo Ministério Público Estadual.

A ação foi proposta no dia 18 de novembro pelas promotorias de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania da Capital.


Os promotores esmiuçaram o Projeto Saúde em Movimento, executado pela Secretaria Estadual de Saúde em duas fases. Na primeira delas, foram contratadas a Fundação Escola de Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro (Fesp) e a ONG CBDDC (Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos da Cidadania), com vigência de 1 de março a 31 de outubro de 2005. Na segunda fase do projeto foi contratada a ONG Procefet, com vigência de 1 de novembro de 2005 a 31 de dezembro de 2006, para dar continuidade ao mesmo projeto.

Nas duas fases, garantem os promotores, o Fundo Estadual de Saúde foi alvo de fraude. A então governadora Rosinha Matheus contratou as entidades privadas mediante dispensa irregular de licitação.

Para a execução dos programas e/ou projetos para os quais havia sido contratada, a Fesp subcontratava entidades privadas, supostamente sem fins lucrativos, também mediante dispensa de licitação. Estas terceirizações, também sem respaldo legal, não raras vezes originavam outras novas subcontratações, caracterizando as denominadas "quarteirizações" pelas quais se fornecia indiretamente a mão-de-obra necessária à execução das atividades-fins do estado.

Este modelo de contratações irregulares possibilitou o denominado "esquema das ONGs". Na avaliação do MP, as ONGs contratadas formavam um verdadeiro "jogo de cartas marcadas".

Na denúncia, o MP diz que os R$ 6,4 milhões foram desviados da secretaria de Saúde em favor de diversas empresas ligadas aos réus, sem comprovação de qualquer serviço prestado. Dentre estas empresas, estão algumas que doaram recursos para a campanha da pré-candidatura de Anthony Garotinho à Presidência da República.

Alguns dos convênios firmados destinavam-se à contratação de mão-de-obra para unidades da saúde como o Hospital Estadual Azevedo Lima, Hospital Estadual Getúlio Vargas, Hospital Estadual Rocha Faria e Instituto Estadual de Hematologia (Hemorio), Hospital Estadual Albert Schweitzer, Hospital Estadual Carlos Chagas, Instituto de Assistência dos Servidores do Rio de Janeiro e Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels, entre outros.

A quantidade de pessoal contratado para trabalhar, por intermédio do trinômio Fesp/CBDDC/cooperativas, ultrapassou o número de 9.500 profissionais. Entretanto, nenhuma das entidades envolvidas apresentou as planilhas que especificassem a relação nominal dos profissionais alocados nas unidades hospitalares e/ou administrativas da Secretaria de Saúde, com indicação de cargo, salário, lotação e carga horária/dia, que pudessem justificar a despesa e permitir a fiscalização da execução contratual.

Segundo o MP, foi constatado que, uma vez transferidos os recursos públicos para as contas das organizações não-governamentais, eram simulados negócios jurídicos envolvendo as aludidas ONGs e empresas privadas, a fim de justificar despesas fictícias, possibilitando deste modo o desvio de verbas públicas para terceiros.

No caso da contratação da Fesp, há outra irregularidade. Segundo os promotores, o convênio foi firmado um dia antes da autorização da então governadora Rosinha Matheus.

Rosinha teria sido responsável pela liberação de pagamentos excedentes ao limite autorizado, no montante de R$ 12,2 milhões à Fesp.

Fonte: UOL Notícias

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Por Matthew Cullinan Hoffman

Durante sua campanha presidencial Barack Obama consultou várias vezes Gene Robinson, um homossexual praticante cuja nomeação como bispo anglicano dividiu a denominação anglicana mundial.

De acordo com uma entrevista publicada no Times Online, uma parte do jornal inglês Times de Londres, a equipe de Obama fez tudo o que pôde para chegar até Robinson, e Obama se encontrou com o bispo polêmico em três ocasiões separadas.

Robinson disse ao Times que Obama comparou sua próprio nomeação pioneira como o primeiro candidato negro de um grande partido político à nomeação de Robinson como o primeiro bispo anglicano que vive abertamente com seu amante homossexual.

“Uma das coisas sobre as quais Barack eu conversamos quando estávamos reunidos era exatamente a experiência de ser primeiro e o perigo disso e conversamos sobre sermos demonizados por um lado e, não sei se a palavra consta no dicionário, pelo outro”, disse Robinson.

“As pessoas têm sobre nós expectativas negativas e positivas, e nada disso é real. E é importante permanecer no centro e firme no meio disso, de modo que não comecemos a crer na imprensa negativa ou na imprensa positiva”.

Robinson também disse ao Times que Obama lhe deu garantia de “seu apoio amplo e profundo em prol de plenos direitos civis para gays e lésbicas” e disse que Obama concorda com ele que os valores religiosos não devem ser “impostos” no governo.

“A coisa que eu gosto nele e o que ele disse acerca dessa questão é que ele e eu concordamos acerca do lugar devido da religião frente ao Estado secular. Isto é, não impomos nossos valores religiosos no Estado secular porque assim disse Deus”, disse Robinson, que acrescentou que ele crê que as pessoas não podem argumentar em favor de suas posições políticas com base em suas convicções religiosas.

“E penso que o governo Bush pode ter passado dos limites em termos de oferecer apoio a grupos de natureza religiosa que estavam usando seus serviços sociais para fazer proselitismo e evangelismo. Eu diria que isso é impróprio”, acrescentou Robinson.

Como conseqüência da nomeação de Robinson como bispo anglicano de New Hampshire em 2003 assim como outras mudanças no ensino e prática da Igreja Anglicana, grande parte da denominação anglicana na África, Ásia e América do Norte ameaçou se separar da denominação anglicana.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews, via O Verbo
Por Amenidades da Cristandade

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O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, se reuniu com a cantora Soraya Moraes, na tarde desta terça-feira, dia 25/11, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A cerimônia também contou com a presença do Superintendente Geral da Line Records, Leandro Oliveira; o Presidente das Relações Institucionais e Comunicação da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), Jerônimo Alves; o produtor Marco Moraes; a presidente da Comunidade Brasil e Israel, Jane Silva; e os deputados federais George Hilton, Flávio Bezerra, Vinícius de Carvalho, Mário de Oliveira e Jefferson Campos.

Na ocasião, o ministro Juca Ferreira parabenizou a cantora pela vitória no Grammy Latino 2008. “Gostaria de parabenizar a Soraya por ter representado tão bem o Brasil em uma premiação importante como o Grammy Latino. Para o Ministério da Cultura é um prazer recebê-la, até porque sabemos que ganhar em uma categoria não é fácil, imagine em três. A música gospel é uma expressão cultural muito grande”, disse.

O deputado federal George Hilton, que também é artista da Line Records, aproveitou a oportunidade para agradecer ao ministro pela homenagem à Soraya Moraes. “Sabemos que o ministro tem uma agenda muito cheia e desmarcou alguns compromissos para prestigiar a Soraya. Para nós é uma honra muito grande ter essa receptividade”. Diante da declaração, o ministro finalizou: “O Ministério da Cultura é a casa dos artistas. Nós é que nos sentimos lisonjeados em recebê-los e espero que ela ganhe outros prêmios e possa nos visitar mais vezes”.

Soraya Moraes, foi só sorrisos diante da iniciativa do Ministério da Cultura. “Não tenho palavras para agradecê-los por terem nos recebido com tanto carinho. É um prazer poder representar a música brasileira, principalmente através de um louvor que trata-se de uma adoração a Deus. Gostaria de agradecer ao deputado George Hilton, que proporcionou esse encontro maravilhoso”, declarou.

Grammy Latino

No Grammy Latino 2008, Soraya Moraes foi a melhor representante do Brasil, tendo vencido em três categorias: Melhor Canção Brasileira ("Som da Chuva”), Melhor Álbum Cristão em Língua Espanhola (”Tengo Sed de Ti”) e Melhor Álbum Cristão em Língua Portuguesa ("Som da Chuva”). Com a vitória no Grammy 2005 (Deixa o Teu Rio me Levar), a cantora acumula quatro gramofone e, hoje, é a artista brasileira que possui o maior número de premiações.

A participação de Soraya no Grammy deste ano já começou com surpresas, já que essa foi a primeira vez que uma cantora gospel concorreu na categoria “Melhor Canção Brasileira”. Ao lado da artista, também disputaram Djavan, Vanessa da Matta, Jorge Vercillo e Sérgio Mendes.

Fonte: O Verbo

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