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JOANA PRADO E VITOR BELFORT EM FAMÍLIA

A revista Quem de março estampou em algumas páginas uma matéria com o casal Joana Prado e Vitor Belfort. Confira na íntegra!

Pais de Davi (4) e Vitoria (1 ano e quatro meses), o lutador Vitor Belfort (31) e a apresentadora Joana Prado (32), casados há seis anos, confessam que levaram um susto ao descobrir que a família ganharia um novo membro. "Planejava sim, mas não para agora", explica Joana, que está no sétimo mês da gravidez de Kyara. O sobressalto foi ainda maior devido às particularidades. Além de estar usando pílula anticoncepcional, ela menstruou normalmente até o quarto mês de gestação. "Não sentia nada. Até que viajei com Vitor, pratiquei esportes e no dia seguinte estava péssima. Também comecei a achar minha barriga estranha", lembra. Joana, que ficou conhecida nacionalmente com a personagem Feiticeira, atualmente se orgulha da vida familiar e do comando do programa Absoluta, no canal WTN, na internet, voltado para grávidas. "Vamos lançar um DVD com 13 episódios. Gosto de ser uma prestadora de serviço, passar para as pessoas o que sei", empolga-se, na piscina de sua casa, na Barra, Rio.

Evangélica desde 2003, ela afirma que não sente saudade da fama que conquistou como dançarina. "Outro dia, Davi falou: mamãe, você dançava de biquíni, né? E eu respondi 'sim, mas mamãe viu que Jesus não gostava e parou'", conta Joana que, em agosto, se muda com a família para Los Angeles. Vitor, campeão mundial na categoria meio-pesado no Affliction, grande evento de artes marciais, pretende priorizar a carreira.

- Como vocês receberam a notícia da gravidez...
Joana - Digo que Davi e Vitoria são presentes de Deus, claro, mas com Kyara parece que Ele falou: Essa é sua! Estava me prevenindo. O bom é que Kyara e Vitoria terão idades próximas e serão amigas.
Vitor - Eu e Joana vivemos para nossos filhos, queríamos uns 20 (risos). Sempre falamos em quatro... agora falta um temporão.

- Como fica a vida do casal?
Vitor - Dentro do convívio com eles, fazemos nosso romance. Não dá para escolher o dia que o filho vai ter febre... E aqui em casa a prioridade é deles. Mas sabemos o valor do casamento e como uma boa relação se reflete na vida das crianças. Se você não tem família, terá apenas uma criação e não um filho de Deus. Filho é quando a criança tem os pais presentes, a noção familiar. É nosso princípio.
Joana - Outro dia, Davi me falou que queria casar e ter filhos. Achei isso o máximo, um sinal do nosso bom convívio. Há um tempo, participamos de um seminário e ouvi uma frase excelente: a melhor herança que vocês podem dar ao filho é uma boa estrutura. Nós pregamos isso sempre.

- Vitor, seu modo de encarar a luta mudou após a paternidade?
- Meus filhos me deixaram mais forte, perigoso, determinado. Hoje, tenho uma sólida base familiar por trás. Minha família me apoia e estou 100% dedicado.

- Davi entende sua profissão? Como você fala com ele sobre a violência do esporte?
- A violência está em todos os lugares. E a arte marcial é um esporte com muitos valores, você passa a saber controlar sentimentos genuínos e fica muito menos violento. Davi vê isso, sabe como me porto. Ele nunca arrumou confusão, é tímido, educado, mas sabe se defender, é lógico.

- Como é a educação deles?
Joana - Sempre digo que um não hoje é um sim amanhã. A criança pede limites. Eles têm horário para dormir, tomar banho... mas a gente libera no fim de semana. E não concordo com essa história de pais descolados que querem se igualar aos filhos. Para mim isso não existe. Há sim uma hierarquia que deve ser respeitada.

- Você assumiu mesmo seu lado dona de casa...
- Descobri meu dom. Não tem preço que pague ver meus filhos criados e bem educados. A Bíblia diz que é a mulher quem edifica a casa. A mulher é sábia, sabe administrar. Sei bem a importância da minha função aqui.

- E saudade da fama, existe?
- As melhores partes eu continuo tendo. Nunca quis ser símbolo sexual! Quem me conhece sabe que sempre fiz questão de mostrar que era normal. Achava até que existiam mulheres mais bonitas do que eu, mas aconteceu comigo. Foi válido ali. Não sinto nostalgia. Depois que me converti, não consigo nem ver as revistas em que saí nua. Graças a Deus, soube investir bem o dinheiro e hoje posso dizer que sou uma mulher aposentada. Vivo de renda (risos).

Fonte: Zoenet, via Alvos Mais que a Neve

Por Amenidades da Cristandade

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Café com queijo num papo acústico

Numa prosa pra lá de descontraída, mas com a inconfundível marca da unção que cerca sua vida e seu ministério, Nívea Soares, com exclusividade, dá outros detalhes de seu mais recente álbum prestes a ser lançado: Nívea Soares Acústico.

Bem que a entrevista poderia ter sido na própria redação do Portal, algo bem jornalístico - como que um furo de reportagem -, ou no próprio estúdio do esposo, Gustavo Soares, onde foi feito o trabalho de pós-produção de seu mais recente álbum ao vivo, em acústico – algo bem musical, quea propósito, cairia bem.

Mas justo porque esse seu álbum fora gravado em ritmo acústico é que optamos por fazer a entrevista na sua própria casa, algo mesmo bem intimista, caseiro, para fazer jus à proposta de um trabalho assim. O convite, a sugestão, partira dela mesma. E mais que necessariamente uma entrevista, o que rolou foi um bom bate papo, num jeitinho bem mineiro de ser e fazer as coisas, já que ela é de Minas, uai. E como pede a tradição nessas horas, toda a prosa foi acompanhada de um bom café passado na hora por sua amiga Cléo Russo (esposa de Jorge Russo, do Ministério Trio). Sobre a mesa já posta, queijo, suco natural de uva com soja, pão de queijo, pãezinhos com cobertura de salame e presunto, e refrigerante light. Nada de luxo, pompa, já que simplicidade é uma de suas marcas. Enquanto o papo corria num clima bem amistoso, amigável, adentravam a casa sua irmã Claudia com suas filhas (sobrinhas de Nívea) e seu esposo Gustavo (que após o lanche, pôs-se a postos a trabalho de pós-produção sob o recente álbum gravado). Tudo se dera ao som pra lá de acústico, mas de casa mesmo, sob o olhar atento das coadjuvantes e cúmplices Juju e Leela (lê-se Lila), cachorrinhas da raça Shy-tzu (Juju, a mãe, e Lila, a filha), companheiras de Nívea e Gustavo.

Ao som então de xícaras, talheres e risos e o típico hummmmmmm que acompanhou toda essa prosa, bem propícia e característica – e saborosa, diga-se de passagem -, segue então a entrevista com Nívea Soares, acerca de seu disco prestes a ir para o forno para ser lançado. Ou degustado, como queiram. Com a vantagem do gostinho de unção em tom de quero mais. E a propósito: vai um café com queijo aí? Segue então a entrevista. Ou a prosa, como queiram:

Lagoinha.com: O que diria acerca de tudo que viu, ouviu e experimentou exatamente no dia da gravação? Que percepções e sensações teve?
Nívea Soares: O dia da gravação e a preparação também para mim foram muito intensos. É sempre muito gostoso e é interessante ver o quanto cada gravação é uma gravação diferente. Como não poderia deixar de ser, essa foi completamente diferente das outras. No dia foi muito gostoso. A gente teve um dia de comunhão com todo mundo. A Ana (Paula Valadão) e o David (Quinlan) chegaram no dia e apesar disso, tivemos um tempo juntos muito gostoso. A Fernanda (Brum) já tinha chegado antes e o Adhemar (de Campos) também. Ele mora já em São Paulo e esteve conosco nos dias anteriores. Foi um tempo realmente muito gostoso, de muita comunhão. O que teve de mais gostoso nessa comunhão foi justamente essa comunhão entre todos que participaram. Foi muito especial. Pude perceber o agir de Deus nesse sentido de unidade, de mesmo espírito. Foi muito bom, gostoso, algo de Deus. Pude sentir o tempo todo a paz do Senhor no meu coração no momento antes. Foi muito bom.

Lagoinha.com: Como foi dividir o palco com seus amigos colegas ministros de estrada e caminhada?
Nívea Soares: Foi bom demais. Dá vontade de fazer de novo (risos). Foi muito gostoso porque é gente com quem temos um relacionamento fora. Não é algo simplesmente artificial, que se faz no momento, mas algo que expressamos o que já vivemos lá atrás, o que a gente vive nos bastidores. O Adhemar é como um papai mesmo. O David também, como um pai, um irmão. A Ana e a Fernanda são amigas muito especiais. A gente não se vê sempre, mas temos um link no espírito que é muito gostoso, muito bom. Somos amigos mesmos, companheiros de oração. Foi muito especial.

Lagoinha.com: E como foi ver na voz deles a interpretação de suas canções, as canções de Nívea Soares?
Nívea Soares: Foi muito especial também (risos). Eu canto canção de todo mundo e é interessante que alguém cante canções suas. E o mais interessante ainda que é o clamor de cada um. Há uma identificação entre nós, entre as mensagens, entre aquilo que a gente estava cantando. Tem uma identificação. E essas canções também são fruto do meu contato e da minha amizade com cada um deles. Nem tanto a Fernanda, pois ela é uma amiga mais recente, de três anos para cá. Mas a Ana, o Adhemar e o David fizeram parte do gerar dessas canções. Foi muito especial poder vê-los cantando-as. Foi muito tremendo pra mim compartilhar essas canções com eles.

Lagoinha.com: Há uma participação muito especial da Isabel Coimbra numa canção específica num ato que além de fantástico, foi profético. Que diria dessa performance, dessa participação, dessa unção?
Nívea Soares: A Bel é uma amiga muito especial para mim assim como todo mundo.a gente não se vê sempre. Eu viajo muito e ela também. Mas a gente tem aquele link e pra mim é sempre muito bom ministrar com ela. Eu sempre falo pra ela: “Minha filha, eu não abro mão e você de jeito nenhum”. Porque a dança faz parte da minha história. A dança é uma característica da música de adoração e das canções que eu faço. Ela fez parte das gravações ao vivo, tanto do Enche-me de Ti quanto do Rio. Foi muito marcante a dança nesses dois DVD´s. E não somente a dança como dança, mas a dança como ato profético, como uma expressão do próprio coração de Deus para aquele momento, para aquela canção. E creio que uma Bel é uma pessoa que traduz isso muito bem, traduz o coração de Deus na dança. Existem poucas pessoas no Brasil que em essa sensibilidade. Tem muita gente que dança, mas são poucos que dançam profeticamente, traduzindo no movimento aquilo que o Espírito Santo quer dizer naquele momento, naquela canção. E a Bel faz isso muito bem. Ela tem essa graça de Deus sobre a sua vida. Além do que ela é uma amiga e uma companheira muito querida que amo demais. É muito gostoso estar com a Bel, sempre.

Lagoinha.com: Acerca Nívea Soares Acústico, toda composição de palco, som, iluminação, cenografia, figurinos, tudo fez sentido para você? Tudo compôs e veio a convergir na proposta desse trabalho?
Nívea Soares: Sim. Eu fiquei muito feliz de ver o cuidado com que o Ricardo e o Maurício(ambos da Aliança Produção, à frente de todo o projeto) trataram de tudo. Eles fizeram tudo com muito cuidado, muito zelo, muita primazia. Foi tudo muito bem feito. E isso é uma característica deles. Pude notar isso nas outras gravações como do Adhemar, da Vineyard em que eu tive o prazer de participar também. Foi algo que a gente pode ver nas produções deles, essa coisa do “vamos fazer isso com cuidado, o melhor”. Eles tiveram essa preocupação e a gente se sentiu muito querido. Foi lindo ver o cuidado que eles trataram a gravação. No dia da gravação, todo mundo ligado, antenado em tudo que estava acontecendo, nos últimos detalhes. Foi muito legal a gente poder perceber esse zelo deles em relação à produção.

Lagoinha.com: Acerca da participação dos demais músicos que os da própria banda, como o pessoal do naipe de cordas, do piano, e demais músicos que tiveram participação nesse trabalho, o que diria ou destacaria?
Nívea Soares: A gente tem a nossa banda, nossa turminha, e teve outras pessoas que participaram conosco, outros músicos, baterista, guitarrista, pessoas que a gente já tínha contato antes, já conhecíamos. Foi uma surpresa. Fiquei muito feliz de vê-los ali, de tê-los conosco na ministração. Uma semana antes fomos para São Paulo e eu tive a oportunidade de estar com eles, de estarmos orando juntos, de estar compartilhando com eles qual era o coração de Deus par aquela gravação, qual foi a palavra que Deus estava liberando, que foi com base no livro de Malaquias acerca de não fazer a obra de Deus relaxadamente, mas com zelo. E eu creio que essa foi uma característica geral nessa gravação. Foi a palavra que eu pude dizer a respeito da gravação. A gente pode ver isso tanto na parte técnica quanto na espiritual. Deus cobrou de nós esse zelo em tudo que dizia respeito a essa gravação. Foi muito bom tê-los conosco. Havia o pessoal das cordas que conhecemos naquela semana, no dia antes. Alguns já tinham gravado em estúdio e outros vieram no dia. A gente teve a oportunidade de ter um contato muito bom até com pessoas que não nos conheciam. Foi um testemunho muito interessante para elas. Muitos saíram impactados da gravação. Então, foi para nós uma honra muito grande estar com esses músicos, e principalmente poder ser benção na vida deles e servi-los.

Lagoinha.com: O que mais te tocou de tudo o que aconteceu no dia da gravação dentre os vários detalhes? O que mais mexeu com você?
Nívea Soares: É difícil dizer. Tudo foi muito intenso. Mas o que mais me tocou foi o momento quando paramos para orar e nos arrependermos diante do Senhor, clamando por reconciliação nas casas, nas famílias, quando eu, minha mãe, a pastora Ezenete, o Adhemar, o David, A Ana e a Fernanda estávamos todos de joelhos na frente no palco clamando por liberdade, por um tempo novo nas famílias do Brasil. Foi um moimento muito forte e profético naquele dia. Também na hora da ministração. Interessante que na hora da gravação, a gente não vê muita coisa. Mas sempre quando você vai assistir e ouvir o que aconteceu no dia ao fazermos o trabalho de pós produção, sentimos algo muito forte. Quando eu e meu guitarrista Igor Nunes, ao fazermos o trabalho no estúdio, fomos ver e ouvir tudo o que aconteceu no dia, e ao ouvirmos a parte da canção “Me Esvaziar” e depois dela, a canção “Mais Perto Quero Estar”, o Espírito de Deus começou a ministrar muito forte ao meu coração naquela hora, sobre estar perto do Senhor. No estúdio, no trabalho de pós produção, começamos a chorar e a presença do Senhor veio. Foi muito especial.

Lagoinha.com: Reconciliação não é um tema novo em seus trabalhos, haja vista que esse tema foi também trabalhado no espontâneo da canção título de seu segundo DVD (e terceiro disco), Rio. O que destacaria de novo da parte de Deus dessa vez agora nessa gravação?
Nívea Soares: Eu creio que foi o tema geral: reconciliação, arrependimento, volta. Interessante que Deus me trouxe essa palavra há cerca três semanas antes da gravação, quando o Senhor começou a me falar sobre o porque nós estávamos reaprendendo a cantar e a tocar canções que a gente já ministrava, que já estávamos acostumados a ministrar antes. E de repente tivemos a oportunidade de ministrar novamente essas canções, mas com uma nova roupagem, de instrumental, de um novo jeito de cantar. E o Senhor começou a me falar: “Olha, Eu quero re-ensinar para minha Igreja como que se adora, que se vive, como tem de ser o nosso relacionamento comigo”. Foi muito forte isso no meu coração. A palavra veio sobre todo o livro de Malaquias que trata de um momento na vida do povo de Israel, quando já tinham voltado do exílio e os sacerdotes estavam cumprindo com seus deveres de culto. Mas eles estavam fazendo isso de qualquer maneira, pegando o que era de pior, o que sobrava, do que era sujo e defeituoso e dando para Deus com,o sacrifício. Hoje nós não temos um ministério sacerdotal específico elitizado, mas somos todos sacerdotes diante de Deus depois que Jesus veio, que o véu foi rasgado. O relacionamento de todos para com Deus é o de sacerdote, ou seja, todos nós somos responsáveis por oferecer sacrifício a Deus. Isso é pessoal, algo que cada um vai dar conta de si diante de Deus. Foi muito forte isso no meu coração, de não fazermos relaxadamente. E o grand finale do livro de Malaquias é quando ele fala da reconciliação, quando o Senhor diz: “Eis que vou trarei o profeta Elias e ele reconciliará o coração dos pais aos filhos, dos filhos aos pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição”. E o Senhor dizendo isso, Ele queria dizer que o objetivo do ministério profético nos últimos dias seria o de trazer reconciliação. A função do ministério profético é levar o povo de volta ao Senhor, sempre, sempre. O propósito da profecia é levar o povo, as pessoas, de volta ao Senhor.e marca dessa gravação é exatamente essa. Creio que o objetivo central do Senhor foi esse de leva as pessoas de volta a Ele. É interessante é que foi feito um outro formato, de um jeito que não estávamos acostumados. O acústico é uma linguagem que não é nossa linguagem rotineira. A gente gosta muito de guitarra, de barulho, e essa gravação foi toda mais light, diferente de tudo que já foi feito antes, porque eu creio que vai alcançar pessoas diferentes, de outras características, que têm um outro jeito de ver as coisas, de lidar com a música, que têm um outro gosto musical. E creio nisso, que Deus deseja nos levar para um recomeço. Às vezes a gente se acostuma a fazer a obra de Deus relaxadamente, a cumprir os rituais por julgarmos que já sabemos como fazer, como agir, como orar, e a verdade é que a gente não sabe nada, não temos nada. Só temos o Senhor e precisamos caminhar com Ele num relacionamento de dependência profundo, porque o nosso coração é muito enganoso. Temos de olhar para Ele e depender do Senhor, pois dEle vem a resposta. Vamos reaprender. Como diz a canção nova desse CD (“Nova Canção”): “Eu quero cantar essa nova canção”. É uma canção velha, pois já ouvimos isso antes, esse “negócio” de arrependimento, mas eu preciso cantar essa canção. O Espírito Santo quer trazer isso como algo novo para nós hoje. Eu preciso voltar para o Senhor, para as primeiras obras, para o primeiro amor, para o fogo inicial.

Lagoinha.com: Você diria então que o clímax, o ponto alto, então dessa gravação foi justamente isso, a reconciliação, esse ato profético? E a julgar pela resposta do público, você acredita que o povo entendeu o recado?
Nívea Soares: Sim. Quanto à resposta do povo, eu não sei se as pessoas que estavam lá entenderam exatamente o que estava acontecendo ali, mas eu sei que o Espírito Santo de Deus fez algumas coisas tremendas naquele dia. Tivemos alguns testemunhos de pessoas que estavam com o coração frio, se sentindo geladas no seu interior, desanimados, e puderam ser tocadas pelo Senhor naquele dia, puderam ter seu coração restaurado, sentir o fogo do Espírito Santo ressuscitando, trazendo de volta sonhos que vinham do Senhor, mas que haviam sido enterrados ao longo do caminho. A gente pode ter a resposta dessas pessoas. Toda a glória a Jesus, porque esse é o propósito. Mas eu crio que muito mais vai ser feito. Deus vai anda fazer muito mais por meio do DVD. Eu creio nisso. Coisas lindas acontecem quando a gente se assenta no sofá, muitas vezes sozinho, e liga um DVD e começa a ser ministrado pela palavra do Senhor. Coisas tremendas e profundas acontecem e eu creio que isso vai acontecer mais uma vezes, por meio desse DVD. Na hora da ministração da canção “Rio”, pude particularmente sentir algo no ambiente, um romper de Deus muito forte. Eu sentia os meus pés queimando (risos). E interessante que foi uma hora que o Senhor liberou muita palavra profética e muitas pessoas cheias naquele momento. Foi um momento muito tremendo, muito especial.

Lagoinha.com: Acerca do trabalho de pós-produção, o que poderia adiantar?
Nívea Soares: Para começar, a gente tem um site que o pessoal da Aliança fez – o niveasoaresacustico.com.br – que está muito legal. Tem fotos da gravação e notícias de como foi o dia. Toda semana é atualizado com novas informações. Gustavo, meu esposo, esteve recentemente em São Paulo e pode ver e trazer para que eu veja algumas cenas do dia, até mesmo a imagem de alta definição de como vai ficar. Gente, o negócio é muito lindo. Vale a pena esperar para ver. As imagens do dia estão lindas. Está bem tocante. Logo logo estará pronto. A pós produção para quem não sabe é pegar o que foi bruto do dia e lapidar voz e instrumental, fazendo os ajustes necessários. Está sendo feito com muita minúcia, muito cuidado, para que todo o DVD fique lindo. Estamos fazendo o nosso melhor tanto aqui em Belo Horizonte como em São Paulo, onde o pessoal está mexendo com a edição do vídeo, das imagens do dia, para entrar no DVD. Uma coisa interessante que aconteceu na pós produção é que o Ricardo me mandou um e-mail há semanas atrás me dizendo: “Está muito difícil fazer a edição do DVD porque está tão tremendo e estou sendo tão abençoado pelas palavras, pela ministração. Eu não consigo parar de chorar. Eu não estou conseguindo fazer essa edição”. Ele testemunhou sobre a presença de Deus sendo liberada pelo DVD. Eu disse: “Ó Ricardo, glória a Jesus por isso, porque esse é o objetivo”. Esse foi e é o objetivo central. Às vezes momento da gravação a gente não percebe muita coisa do que está acontecendo, e na hora que você vai assistir, você pode relaxar e começar a receber livremente daquilo que Deus quer fazer naquele momento, daquilo que Ele fez naquela hora da gravação, e é o que Ele quer fazer no seu sofá enquanto você está assistindo, no seu coração. Então, é muito tremendo isso. O objetivo central é realmente que a presença de Deus flua. Sem isso nada Vala pena.

Lagoinha.com: Como você encara essa aliança entre o Ministério Nívea Soares e a Aliança Produções, sendo abraçada e cuidada por eles?
Nívea Soares: Foi algo de Deus e eu recebi uma palavra especifica do Senhor.quando o pessoal veio nos convidar para fazer um acústico, eu imediatamente fui para o joelho e orei: “Senhor, tu sabes que eu não quero fazer nada por fazer, porque é legal, porque fui convida, mas porque recebi de Ti uma palavra”. E o Senhor me trouxe então uma palavra a esse respeito e paz no coração e segurança de que aquela porta estava sendo aberta por Ele. Para mim, um dos fatores principais foi ter a liberação dos nossos líderes do Diante do Trono. Para mim, isso foi algo tremendo do Senhor. Foi tudo muito tranqüilo, muito lindo. Gustavo esteve conversando com o Sérgio Gomes a esse respeito, e tivemos uma liberação maravilhosa. O Sérgio nos abençoou e ficou muito feliz por essa oportunidade, nos liberou. Isso foi uma resposta do Senhor muito grande.

Lagoinha.com: Como está de expectativa e o que o público pode esperar de Nívea Soares Acústico?
Nívea Soares: Olha, espere no Senhor e o mais, Ele vai fazer. Eu creio que Deus é um Deus que nos surpreende e que age além das aparências, da nossa vista, do que nós pensamos ou podemos presenciar ou pensar, e Ele não está limitado às nossas emoções, a um dia. O Senhor é um Senhor do tempo, das nossas vidas, o Deus de toda a Terra, capaz de usar uma mula para falar ao coração de quem Ele quer falar. Eu sei que pela misericórdia e pela graça do Senhor, Ele tem nos usado e que Ele continue nos usando por meio desse DVD que vai chegar. Creio em meu coração que muita gente vai ser alcançada por meio dessas músicas, das mensagens. Esse DVD está com uma mensagem muito forte. As canções e a história que tem por trás delas, os testemunhos dados, as palavras, cada coisa foi liberada por meio desse DVD está muito forte. Eu creio então que Deus vai fazer coisas tremendas, que muita gente vai se identificar tanto com o som como com a palavra. Muita gente vai ser tocada pra a glória do Senhor Jesus.

Lagoinha.com: O que diria para toda essa turma que veio de longe para prestigiá-la e para assistir a essa gravação e que de camarote conferiu de perto a tudo, como o PG, a Helena Tannure, o Massao, o Leonardo Gonçalves, o Rafael Bernardo (finalista do programa Ídolos, que também é crente da igreja Bola de Neve), entre outros amigos e conhecidos seus?
Nívea Soares: Que bom que vocês foram, que estavam lá. Saibam que vocês me abençoam muito. Quantas vezes já pude estar sendo ministrada pelo PG, por sua vida e sua simplicidade, pelo Massao, lindo de Deus, por Leonardo Gonçalves com sua voz linda e maravilhosa que Jesus lhe deu e a sua simplicidade de coração. São pessoas que ministram ao meu coração, não só na plataforma, mas fora dela. Gente simples. Não pude conhecer o Rafael Bernardo, mas creio que tem abençoado muita gente também. É a multiforme graça de Deus, e é gostoso quando a gente pode andar junto e receber um dos outros. Nessa caminhada. Como nós precisamos uns dos outros. E é isso que temos aprendido no decorrer dos anos. Tem sido muito precioso por vezes poder nos assentar aos pés de ministros nesse País, de pessoas de Deus, e receber da vida deles.

Lagoinha.com: Uma vez que reconciliação é o tema central desse seu novo trabalho, uma palavra aos pais, às famílias brasileiras, às famílias na Igreja, que de repente estejam passando por momentos de crise.
Nívea Soares: A reconciliação com Deus gera a reconciliação com o próximo. E não tem como a gente dizer que estamos bem com Deus se não estamos bem com o nosso próximo. Isso é algo que Deus tem falado muito ao meu coração e tem trazido muito para a minha vida pessoal. E para estar bem com Deus e com o próximo, temos de nos humilhar e aprender a fazer isso. E humilhação significa morrer. Morrer para você mesmo, para sua vontade, abrir mão da sua vontade para servir ao outro por amor a ele. Isso não é um negócio muito gostoso às vezes. Tem hora que você está a fim de enforcar uma pessoa. Mas é isso. A gente precisa se humilhar diante de Deus e dos homens, para que Deus não venha e fira e a terra com maldição. A benção de Deus está condicionada à reconciliação, ao caminhar, ao fazer o que for necessário para caminhar em paz com meu próximo. O que está na minha alçada e na minha capacidade para caminhar em paz, eu preciso fazer. É um caminho de cruz, mas é gratificante.

Lagoinha.com: Você encara esse trabalho e essa fase como uma coroação de algo novo de Deus na sua vida pessoal e ministerial, após todo um período de lágrimas e lutas que viveu anteriormente? Tudo isso é um presente de Deus para você?
Nívea Soares: Sim, com certeza. Eu creio que Deus tem um caminho para cada um. Para caminhar no ministério de Jesus, a gente tem de percorrer o caminho pelo qual Ele passou, um caminho de renuncia, dor, de experimentar muitas vezes ser traído. Jesus foi traído pelos seus melhores amigos, foi crucificado pelos mesmos que O aclamaram, mas foi glorificado pelo mesmo Deus que O chamou. Ele sendo Deus, não teve por usurpação o ser igual a Deus, mas si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo. Filipenses 2 para mim é muito forte para mim. E tem sido o meu desafio. E o maior desafio é não achar, em momento nenhum, que o ministério é meu. O ministério é de Jesus. Meu querido pastor Cirilo costuma dizer isso. O ministério não é meu. Estou só tentando o que ele m,e manda fazer, tentando seguir os passos dEle e obedecer a Ele. Foi então um presente de Deus para nós, diferente de tudo que a gente já fez. Foi muito gostosos ter comunhão com todo mundo que participou ali, foi gratificante para nós, muito. Nos abençoou muito poder trabalhar com o Ricardo,com o Maurício, com os irmãos que estavam lá, com nossos amigos. Foi muito gratificante.

Lagoinha.com: Uma palavra final acerca de Nívea Soares Acústico.
Nívea Soares: Espere que o DVD vai ficar “bão”, viu! Meu Deus, eu fiquei assustada na hora que assisti. Eu falei: ”Olha.... Nosso Deus, que coisa legal!” A imagem está muito legal, surpreendentemente lindo o trabalho no todo. E principalmente, tem muito da palavra e da presença de Deus. Eu recomendo. Não é porque fui eu que gravei não (risos). Vai assistir. Vale a pena.

Fonte: Lagoinha.com, via Alvos Mais que a Neve

Por Amenidades da Cristandade

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Por João Neto

No ano de 2006, o renomado ministro de louvor, Kirk Franklin, participou do famoso talk show norte-americano ”Oprah”. Durante aquela edição do programa, o maestro assumiu publicamente, enfrentar um vício que já o afetava desde a infância: a pornografia. ”Havia sempre aquele menino cujo irmão mais velho tinha revistas pornográficas. A primeira vez que vi uma, devia ter uns oito ou nove anos. A partir daí me tornei um viciado. E levei isso para meu casamento. Minha esposa ficou ciente da situação somente no segundo ano de casados”, relatou o músico.

Casos como o de Kirk Franklin já não são mais tão raros como se imagina. A Igreja tem sido afetada pela pornografia, que está presente nos lares de muitos jovens, crianças e adultos cristãos. Líderes de ministérios mantém este vício oculto em suas vidas e, muitas vezes, usam de seus cargos dentro da comunidade para esconder tal fraqueza. Em entrevista exclusiva ao Guia-me, Julio Severo — escritor de temas relacionados à sexualidade — falou das dificuldades para se tratar do assunto no meio cristão e medidas a serem tomadas para que as igrejas previnam-se contra este perigo. Confira, na íntegra, a entrevista feita com o pesquisador cristão.

Guia-me: Você enxerga motivos específicos para a Pornografia ainda não ser tratada, remediada ou até prevenida nas igrejas cristãs?

Julio Severo: A principal razão é a secularização das igrejas. Por secularização, quero dizer que os sentimentos e reações do mundo se tornaram parte das igrejas. O mundo nada vê de errado ou anormal em novelas, filmes e programas com conteúdo de nudez e sexo - em menor ou maior grau. O mundo também pouco se importa com a exposição de nudez, dentro de cada lar ou por meio da mídia. As igrejas não querem parecer diferentes do mundo. Daí, acabam caindo nas mesmas ciladas, onde programações patentemente pornográficas não são reconhecidas como tais, porque todos já se acostumaram às cenas. É a mundanização dos sentimentos e reações dos cristãos e a perda do ”antiquado” temor a Deus.

Guia-me: Existe alguma forma das igrejas se prevenirem, evitando que a pornografia afete os seus jovens, crianças e adultos? Se sim, em que consistem estas medidas?

Julio Severo: O ministério sacerdotal consiste em ensinar diferenças ao povo, isto é, o líder tem a responsabilidade de ensinar frequentemente a diferença entre o santo e o profano, o certo e o errado, o puro e o impuro, etc. A pregação e estudos bíblicos nos lares precisam tratar diretamente dos prejuízos e perigos que programas de TV, cinema e uso inadequado da internet podem trazer. É preciso especificar aos jovens regularmente o que é bom e o que é inaceitável nas ofertas deste mundo. Por outro lado, há uma necessidade premente de encorajar os jovens a ler abundantemente a Palavra de Deus. Para eles, recomendo a Bíblia NTLH — Nova Tradução na Linguagem de Hoje.

Guia-me: Quais necessidades você identifica em uma pessoa que já se encontra envolvida por este vício? Necessidades espirituais, psicológicas, físicas etc?

Julio Severo: Se é alguém que não conhece Jesus, precisa de liberação e salvação, quer esteja na igreja ou não. Se é alguém que conhece o Evangelho, a necessidade urgente é cultivar o temor do Senhor, a santificação. Marido e esposa precisam entender que pelo simples fato de poderem ver sua própria nudez eles não estão também autorizados a verem a nudez de todos os outros.

Guia-me: Por que as pessoas procuram tanto a pornografia? O que elas buscam saciar ao ver filmes, revistas ou acessar sites com este conteúdo?

Julio Severo: Modernamente, a procura vem por desleixo moral. A pornografia visual — seja de revistas, TV e internet — é um vicio majoritariamente masculino. Esse vício vem sendo cultivado em lares liberais e permissivos onde meninos e meninas são literalmente criados aos pés de entretenimentos onde a nudez ou semi-nudez é normal. Há também a exposição de nudez dentro da própria família, onde crianças criadas em ambientes afetados por teorias psicológicas de criação de filhos acabam desde cedo sendo acostumadas a ver a nudez do pai e da mãe e dos irmãos. Meninos de lares assim não têm dificuldade nenhuma de se viciar em pornografia e tratar as meninas e mulheres como meros objetos sexuais. Meninas criadas em lares desse tipo conseguem facilmente se deixar fotografar ou filmar pornograficamente, ou coisas piores.

Guia-me: Como uma pessoa de dentro da igreja pode buscar esconder o seu vício (no caso, em pornografia)? De quem ela busca esconder esta fraqueza? De Deus, do pastor, da família, dos amigos, dela mesma?

Julio Severo: Sim, há casos em que se esconde o vício da pornografia. Até mesmo alguns líderes escondem não só o seu vício de pornografia, mas outros pecados ocultos da igreja, como a prática do nudismo fora do relacionamento conjugal entre marido e esposa, onde crianças e adolescentes ficam expostos à nudez do pai e da mãe. Eles não se preocupam com Deus, por não temê-lo, mas se preocupam com a reação das outras pessoas da igreja.

Guia-me: Após descobrir que a pessoa está sofrendo com tal fraqueza, qual a atitude que a Igreja deve tomar diante desta situação?

Julio Severo: Se o viciado em pornografia e nudismo é um pastor, ele precisa se consertar com Deus e com sua família e, se possível, pedir ajuda a um pastor de confiança bem mais velho. Se for um membro de igreja, ele precisa buscar em Deus sua libertação e procurar a ajuda de alguém de confiança e que seja maduro espiritualmente para fazer um acompanhamento da situação.

Fonte: Portal Guia-me, via O Verbo

Por Amenidades da Cristandade
#Lembreto
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Confira a mais recente entrevista por Ana Paula Valadão, líder do grupo Diante do Trono:

Entrevista com Ana Paula Valadão

A gravação do DT 12 será em Manaus e a cantora espera seu mais novo presente em maio - seu segundo filho, Benjamim

ZÖE
Conte como foi o início do ministério Diante do Trono?


Ana Paula Valadão
Nosso ministério nasceu dentro da Igreja Batista da Lagoinha, em BH. É nossa Igreja local, onde somos pastoreados e cuidados. Em 1998 o Senhor nos guiou a gravarmos o primeiro cd, registrando o que estávamos vivendo em louvor, que era muito especial. Reunimos alguns músicos e cantores que já serviam juntos há muitos anos na Igreja, e nem imaginávamos que nos tornaríamos um grupo, que seria chamado pelo nome do cd, Diante do Trono.

ZÖE
Ana, quando começou o seu chamado?


Ana Paula Valadão
Acredito que desde a minha infância o chamado de Deus para minha vida já começava a bater no meu coração. Cresci amando missões e o louvor. Tenho várias experiências marcantes que ao longo dos anos me direcionaram na vontade de Deus para mim.

ZÖE
O que é mais difícil em ser reconhecida e ter muito sucesso?


Ana Paula Valadão
Acho que o mais difícil é guardar o coração e não perder o foco, que é Cristo. Se deixarmos, os elogios e os holofotes deturparem a nossa motivação e a visão fica muito complicado voltar atrás, a simplicidade do começo, quando o desejo era somente glorificar o Senhor. Mas não é impossível. É necessário um auto-exame constante, um quebrantamento aos pés do Senhor, para que Ele nos endireite os caminhos tortuosos do coração, continuamente.

ZÖE
E o novo DVD/CD do DT, já se tem alguma idéia de onde será a gravação? E o tema do álbum?


Ana Paula Valadão
O DT 12 será gravado no final de Julho, e já estamos trabalhando na produção tanto das músicas como do evento, que mais uma vez reunirá adoradores e intercessores por este país. A gravação será em Manaus!

ZÖE
Vocês esperam gravar algum álbum em Goiânia?


Ana Paula Valadão
Esperamos a cada ano a direção de Deus sobre o local e o tema da gravação. Um dia, se o Senhor quiser, estaremos gravando em Goiânia, onde já vimos tanto da glória de Deus! Será uma grande alegria!

ZÖE
Conte-nos como é o seu dia-a-dia. Afinal, você lidera o maior grupo de louvor e adoração Brasil, tem filho, marido, é pastora...Como você consegue arrumar tempo para tudo?


Ana Paula Valadão
Deus me deu uma equipe maravilhosa, com pessoas que me ajudam em tudo. Mesmo assim eu preciso de sabedoria para administrar tantas responsabilidades. Minha família vem em primeiro lugar, especialmente como esposa e mãe, nesta fase de filhos pequenos que dependem muito de mim. Até aqui, como diz a palavra, o Senhor tem me ajudado.

ZÖE
Você está grávida do seu segundo filho. Como está a expectativa para este novo tempo? Quando ele nasce?


Ana Paula Valadão
O Benjamim chegará no fim de Maio, e estamos muito felizes! Só Deus pode nos dar filhos, e esperamos por ele durante dois anos. Ele é um presente para todos nós.

ZÖE
Quais os seus projetos para 2009?


Ana Paula Valadão
Além deste principal, que é a chegada do Benjamim, vem aí o DT 12 e outras surpresas.

ZÖE
Como manter um casamento abençoado, feliz e próspero? Como você busca ser a mulher de provérbios?


Ana Paula Valadão
Provérbios diz que a mulher sábia edifica a sua casa. Como esposa há oito anos, tenho aprendido a falar aquilo que vai edificar, construir, e não aquilo que vai agredir, destruir meu marido. Tenho buscado ser submissa, mansa, carinhosa, e não rixosa, murmuradora, de coração duro para com meu esposo. Quero agradá-lo e ser sua ajudadora, apoiando-o em seus projetos e conquistas. Não é sempre fácil, especialmente para mulheres que não tem um marido como o meu, que me ama e ama o Senhor Jesus. Mas não é impossível. O Espírito Santo nos ensina todas as coisas, e há bons livros, e até mesmo cursos e pessoas que Deus pode usar para nos ajudar nesse desafio.

Flávia Soares

Fonte: Zöenet

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Fanático pela banda até 2005, Marcos Motolo tem o corpo inteiro tatuado.
Convertido após uma 'visão', ele diz agora que é capaz de fazer milagres.

Diego Assis

O autoproclamado fã número 1 do Iron Maiden mora em um sobrado humilde no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo. Fanático pelos metaleiros desde a década de 1980, Marcos Motolo, 36, diz ter feito 172 tatuagens da banda por todo o corpo e, como se o feito não bastasse para provar sua devoção, ainda registrou o filho de dez anos como Steve Harris em homenagem ao lendário baixista do grupo. Mas, da turnê recente do Maiden pelo país - que se encerra nesta terça com um show em Recife -, Motolo conta que não conseguiu ver nenhum show. Estava ocupado demais pregando a palavra de Cristo como pastor evangélico.



Personagem do documentário "Flight 666", filme oficial da banda britânica de heavy metal que tem estreia nos cinemas prevista para o mês que vem, o pastor metaleiro não renega o seu passado. Em vez disso, tem usado sua história pessoal para "semear no deserto", ou ainda, "levar a palavra de Deus às pessoas que não estão preocupadas com isso".

Em um culto evangélico realizado há dez dias, em Suzano, município da Grande São Paulo, vestindo um terno preto que cobria algumas mas não todas as tatuagens, Motolo intercalava com desenvoltura versículos da Bíblia com a promoção de sua participação no documentário internacional. "Será a primeira vez que a palavra de Cristo vai chegar a países como a China ou a Rússia", prometia entre "glórias" e "aleluias" aos fiéis, muitos dos quais provavelmente jamais haviam ouvido falar de Iron Maiden - muito menos da temática demoníaca de muitas das letras da banda.

Convertido há apenas quatro anos, Motolo não vê problemas na mistura do sagrado e do profano. "O interessante é você saber diferenciar cultura de religião. Se a pessoa é evangélica e toca numa banda de rock, ela não precisa parar de tocar. Mesmo que [a banda] fale de Satã. Aquilo é a profissão dela, lá ela é empregada", defendeu o pastor e missionário - termo usado àqueles que não pregam apenas em uma única igreja - em entrevista ao G1 pouco antes do início da pregação.

"Se a pessoa souber curtir o heavy metal ou qualquer coisa, pode ser até funk ou futebol, sem se envolver em coisas que destruam sua saúde, é bom. Os caras do Iron Maiden, por exemplo, são inteligentes. Eles tocam heavy metal, mas quando o show acaba, eles vão tomar um Gatorade ou um suco. É por isso que estão vivos até hoje. Já o Nirvana fez dois anos de sucesso e o vocalista se matou. Por quê? Porque ele não soube diferenciar a vida particular dele da vida em cima do palco", teoriza.

White metal

À primeira vista pode parecer estranho, mas a aproximação entre o rock pesado e os movimentos cristãos não é novidade. Não fosse pelas letras de louvor a Jesus, a banda australiana de white metal Mortification poderia ser facilmente confundida com o Sepultura. No Brasil, há bandas de rock evangélicas como a Oficina G3 e uma igreja dedicada especialmente a acolher tatuados, roqueiros e surfistas convertidos, a Bola de Neve Church. Até o performático Alice Cooper, um dos pioneiros em levar o horror aos palcos, investiu recentemente parte de seu dinheiro na construção de um centro cristão de reabilitação de jovens na cidade de Phoenix, no Arizona.

"A maldição só existe quando você acredita nela", defende Motolo, que entre as marcas no corpo tem inscrições de 666 - "o número da Besta" -, diversas versões do monstro Eddie, o mascote do Iron Maiden, e algumas imagens de guerra e mutilação que fariam arrepiar os cabelos de fiéis mais ortodoxos. "Eu não acredito que nada que eu tenha venha me prejudicar de alguma forma. A Bíblia fala que nenhuma condenação existe quando a pessoa encontra Cristo. Por isso que você vê muito ex-matador, ex-traficante ou ex-roqueiro que vira pastor. Semana retrasada um grande líder dos Carecas do Subúrbio [tradicional gangue paulista de neonazistas] voltou para a igreja", afirma.

Filho de pais religiosos, o pastor diz que nunca havia lido os evangelhos até a sua conversão, em 2005. Como boa parte dos adolescentes brasileiros apaixonados por música nos anos 80, sua bíblia sagrada de então era a revista "Bizz". Foi lá que leu pela primeira vez nomes como Beatles, Raul Seixas, Blitz, RPM e, claro, Iron Maiden. "Eu era criança, mas acabava enrolando meus pais. A 'Bizz' sempre tinha umas coisas mais leves na capa, mas atrás tinha uma página de venda de camisetas com vários desenhos do Iron Maiden, que me chamavam muita atenção. Para mim, o mais bonito era de um single chamado 'Aces high'. Na frente, tinha o Eddie pilotando um avião todo baleado, dilacerado, e atrás estavam outros Eddies, riscados, que já tinham morrido naquele combate", lembra.

Depois de ler uma entrevista publicada em 1982, Motolo ficou fissurado pela banda. Passou a gastar toda a mesada comprando os discos em vinil do grupo, que ouvia em uma vitrola portátil. "Eu 'tocava' as músicas do Iron Maiden. Pegava o cabo da vassoura e começava a agitar. Hoje o pessoal faz air guitar, eu tocava guitarra com vassoura!", diverte-se.

Pouco depois, fundou um fã-clube chamado Piece of Maiden, que reunia outros fanáticos pela “donzela de ferro” – um dos apelidos pelo qual o Iron Maiden é conhecido. “Ele era completamente alucinado pela banda, uma coisa meio patológica até”, recorda Fernando de Sousa Pinto, ex-editor da revista “Rock Brigade”, uma das primeiras a publicar uma reportagem sobre Motolo. “Também fui fã desde a adolescência, mas nunca imaginei fazer nem 10% do que ele fazia pela banda.”

A idolatria incluía até leituras "satânicas", sempre à procura das referências citadas nas músicas do Maiden, do bruxo Aleister Crowley às obras do escritor de horror HP Lovecraft. "Eu entrava em cemitério de noite, via filme de terror, subia na caixa d'água da escola para ver o Sol nascer. Tudo o que era proibido agradava. Mas eram peraltices que não eram agressivas. Eu preferia entrar no cemitério ou subir em caixa d'água do que colocar uma arma na cintura e sair por aí matando. A gente não agredia ninguém. Se viesse a ter algum mal, seria contra nós mesmos", justifica.

Pele à venda

A primeira tatuagem - o Eddie do disco "Piece of mind", gravado no peito - foi feita em 1999 e, dali em diante, relata Motolo, foram seis anos de sessões diárias até chegar às 172 que diz ter feito no total. A contagem, no entanto, obedece a um método peculiar: cada letra ou objeto diferente riscado no corpo ele considera uma tatuagem.

Motolo conta ainda que chegou a ser contatado por um membro da Yakuza, interessado em comprar a sua pele tatuada por algumas dezenas de milhões dólares. Relatos sobre o mercado de compra e venda de pele ligados à máfia japonesa não são inéditos, mas geralmente são difíceis de se comprovar.

“A gente ouve falar disso, mas estamos falando de máfia. Não acho que ela vá dar o dinheiro e esperar que a pessoa seja metralhada ou encontrada morta e leve o dinheiro deles embora”, opina Roger Vieira, tatuador de São Miguel Paulista que fez a primeira tatuagem em Motolo. “Às vezes aparecem aproveitadores, mas, nos 25 anos em que eu venho trabalhando com tatuagem, nunca conheci ninguém que tenha vendido a pele.”

O pastor, no entanto, sustenta sua versão e diz que estava prestes a fechar o negócio, quando teve a visão que mudaria sua vida para sempre.

"No dia 10 de abril de 2005, eu estava deitado na minha casa, muito preocupado porque eu ia fazer a última tatuagem. Ia tomar uma anestesia e ficar 48 horas desacordado para tatuar embaixo das unhas. De madrugada me faltou sono, e eu tive uma visão em que um homem de fogo apareceu e falou para mim que eu não teria nem fama nem dinheiro, mas que, a partir daquele dia, ele ia me levar para os quatro cantos da Terra e, onde eu colocasse meus pés, as pessoas seriam transformadas pelo poder de Deus", conta."E aconteceu. Desde então, dois mortos com óbito já ressuscitaram, um câncer de 9 cm sumiu de dentro do ventre de uma moça, paralítico anda, cego vê, mudo fala e escuta através do poder da palavra de Deus."

172 – 8 = 164

Convidado pela irmã, também evangélica, para dar seu testemunho na igreja, Motolo se converteu. "Eu nunca tinha lido a Bíblia na minha vida. A partir daquele momento a Bíblia inteira apareceu na minha mente. Eu não leio a Bíblia, nunca li. Eu abro a Bíblia e Deus me revela o que aconteceu na vida de qualquer pessoa ali dentro."

Mas a lista de milagres que Motolo diz ter experimentado não para por aí. Na mesma profética visão de abril de 2005, o pastor diz ter ouvido de Deus que “seria imortal na Terra até que todas as tatuagens desaparecessem”. “E, por milagre, oito tatuagens já se apagaram do meu corpo. Agora tenho 164”, afirma.

Nesse ritmo, vai viver até quando, pergunta a reportagem? "Com Deus é um mistério. Pode desaparecer tudo num só dia ou pode demorar um pouco mais. Mas elas estão sumindo gradualmente, devagarinho...", insiste.

Desconfiado, o tatuador de Motolo volta a ponderar. “Ele voltou aqui depois que virou pastor. Eu não vi nada apagando, mas se for mal feita, em cinco anos, começa a desparecer uma boa parte mesmo.”

Prova de fé

Ceticismo não é uma novidade na vida do pastor metaleiro. Mesmo entre a comunidade evangélica, ele diz que muitas vezes enfrenta resistência. "Até hoje, de alguma forma, as pessoas me olham com um olho aberto e outro fechado. O pastor Marcos Motolo aceitou Jesus de verdade? Por que ele participa do filme do Iron Maiden? Por que ele dá entrevista sem camisa e mostra as tatuagens? Algumas pessoas talvez não teriam coragem de deixar um novo convertido pregar em grandes conferências. Ficam com medo de acontecer alguma coisa, de eu voltar atrás e de o ministério deles ser envergonhado", reconhece.

A também envangélica Ana Paula Mota, 37, que descreve Motolo como uma pessoa “sincera” e “tranquila”, crê intensamente na conversão do noivo. Segundo ela, nem os discos de heavy metal fazem mais parte da rotina do ex-maidenmaníaco. “A imagem do Iron Maiden ficou na vida dele por conta de tudo o que ele vivenciou e das tatuagens. São marcas que ficaram e que mostram a modificação do que ele era e do que é agora”, atesta a noiva. “Foi um verdadeiro milagre da parte do Senhor.”

Fonte, G1, via Alvos Mais que a Neve

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Músico, produtor, dono de selo independente... O campo de atuação de Pregador Luo é vasto. O envolvimento com as diversas vertentes da área musical fez com que o cantor adquirisse uma noção clara de como funcionam os processos da indústria desse segmento.

Há mais de vinte anos envolvido com o hip hop, Pregador Luo obteve destaque à frente do Apocalipse 16 – referência quando se fala em rap gospel de qualidade. O primeiro trabalho do grupo marcou o surgimento do selo Sete Taças, criado pelo músico com o intuito de lançar os trabalhos de sua banda.

O CD “Música de Guerra – 1ª Missão”, lançado em 2008, chegou às lojas cinco anos após o seu primeiro trabalho-solo, “RevoLuoção”. O hiato entre os dois álbuns trouxe algumas mudanças, que refletem a constante busca de Luo pela inovação. O novo trabalho do cantor resultou em duas indicações ao Troféu Talento, nas categorias “Álbum Rap” e “Álbum Independente”.

Em entrevista ao site do Troféu Talento, Pregador Luo falou sobre seu mais recente CD, opinou sobre o mercado independente, revelou algumas das influências que contribuíram para o desenvolvimento de sua música, além de destacar a importância da fé em Deus para enfrentar – e vencer – as batalhas da vida.

Quais as diferenças entre o CD “Música de Guerra – 1ª Missão” e o seu primeiro álbum-solo, “RevoLuoção” de 2003?

Pregador Luo - O “MG-1ªM” foi todo composto em cima de uma mesma temática que aborda o mundo das artes marciais. Compus sobre a vida dos lutadores brasileiros que são ícones mundiais desse esporte e que têm uma mensagem para passar através do esporte, de sua fé e de seus testemunhos de vida. Porém, em todo o conteúdo do disco procuro trazer a mensagem de Jesus e de seu poderoso Evangelho como forma de resgatar as pessoas e reposicioná-las na vida de forma positiva. Para isso, utilizo a metáfora da luta, que é de fato a luta física que esses atletas travam para conseguir alcançar os seus objetivos como profissionais. Uso essa mesma metáfora para incentivar pessoas a vencerem lutas que estão travando em diversas áreas, e a superar desafios.

Como, por exemplo, no campo espiritual, social, profissional, na área da saúde. Pessoas que enfrentam problemas, que estão doentes, desempregadas, presas ou desmotivadas com a vida encontram no CD “Música de Guerra” um fôlego novo e um estímulo para irem além e vencerem seus desafios.

O CD “RevoLuoção”, meu primeiro álbum-solo duplo, também tinha tudo isso. Só que nele eu pude abordar diversos outros assuntos. Compus 39 faixas que vão do rap pesado ao rock, da bossa nova ao soul. A meu ver, esse disco foi um marco na história do rap e da música gospel. O público apreciou muito este CD.A sonoridade dos dois álbuns é parecida na qualidade, mas a produção das bases musicais muda um pouco, pois estou sempre inovando o meu estilo e acompanhando a tendência mundial do hip hop. Já o discurso continua e continuará sempre cheio de conteúdo do bem, cheio do Amor de Deus e de sede de justiça e vitória.

O lançamento do seu novo álbum é um indício do fim do Apocalipse 16 ou a ideia é manter trabalhos paralelos?

Pregador Luo – O Apocalipse 16 ainda vai durar muito tempo; enquanto eu existir ele também continuará existindo e depois que eu passar ele continuará. APC 16 e LUO são a mesma coisa, não existe um sem o outro! Desde que montei o Apocalipse 16, em 1996, sempre fui o investidor de todo o projeto, desde escrever todas as letras, produzir todas as músicas, elaborar todas as capas, ser responsável por todos os custos de produção, gerenciamento de vendas, divulgação do produto, etc. Todas essas coisas eu fiz praticamente sozinho. Não tive investidores mesmo no início, na primeira formação, e até hoje nesse formato de banda. Todas as pessoas com quem trabalhei tiveram sua importância e seu valor, e mostraram no APC 16 o seu lado artístico durante as apresentações em eventos. Todos nós sabemos ou deveríamos saber que não é só isso que faz uma banda ou um artista dar certo. Sou grato a minha esposa, que sempre esteve ao meu lado, me ajudando em tudo e em todos os momentos. Sou grato a Deus por ela e também por ter me dado forças e bênçãos para eu seguir com esse propósito em minha vida. A minha ideia como artista-solo é poder fazer um trabalho paralelo que se diferencie do que faço no Apocalipse 16 e que sempre traga novas possibilidades e um fôlego novo para a cena musical, como, por exemplo, o que estou fazendo agora com o “Música de Guerra”, meu novo álbum-solo que é um projeto inédito no mundo.

Quais artistas serviram de influência para o seu trabalho?

Pregador Luo - São muitos, e de fases diferentes de minha vida. No começo eram os rappers americanos Public Enemy, Eric B e Rakin, Afrika Bambaata, Gueto Boys, Boggie Down, Rodney-O and Joe Cooley, Jazzy Jeff and Fresh Prince (hoje conhecido como Will Smith), NWA, Bone Thugs in Harmony, Ja Rule, Busta Rhymes, DMX, Puff Daddy. Eram e continuarão sendo muitos os que me inspiram. Os brasileiros Thaíde e DJ Hum, Ndee Naldinho, MC Jack, Os Metralhas, DJ Mister, Eazy Nylon, DJ Duda, DJ Cuca, Racionais MC’s e dezenas de outros. Tive minha fase de ouvir de tudo, rock, MPB, música eletrônica, house, DnB, bossa nova, soul... No soul, não posso jamais esquecer James Brown, Isaac Hayes, Lamont Dozier, Al Green, Marvin Gaye, Michael Jackson, que eu imitei milhares de vezes (risos). Bate até um saudosismo lembrar disso tudo. Quando conheci a música gospel e seus excelentes artistas, músicos, letristas e arranjadores, eu me identifiquei de cara com tudo. Desde os mais tradicionais aos artistas da black music, como Voz da Verdade, Kadoshi (ainda na época de Athos 2), Pr. Adhemar de Campos, Álvaro Tito, Oséias de Paula, Rayssa e Ravel, Aline Barros, Trazendo a Arca, Markinhos Gomes, etc. Da black music: Gospel Gangstas, Grits, Kirk Franklin, Cristhafari, Dawkns and Dawkns, Mary Mary, B.B. Jay, DJ Alpiste, Provérbio X, Robson Nascimento, Sérgio Saas, Banda Bani, FLG, Banda Rara, Templo Soul e vários corais nacionais e internacionais.

O que o inspira a compor?

Pregador Luo - Todas essas pessoas que citei acima, minha esposa, filmes, livros, desenhos, esportistas de diversas modalidades, HQs, praia, um dia de chuva, um dia de sol, as estrelas, a lua. Sobretudo, minha inspiração maior é o Evangelho na pessoa de Jesus Cristo. Por causa dEle, vejo causa e propósito em fazer o que faço.

Como surgiu a ideia de criar o selo Sete Taças?

Pregador Luo - O selo surgiu mais por necessidade do que por uma idéia. Sempre fui muito independente; ainda jovem eu já trabalhava, comprava meus tênis, jaquetas, discos, cartuchos de Atari e me mantinha. Saí cedo de casa. Quando comecei a cantar, logo percebi que gravar era difícil. E quando percebi que as gravadoras se beneficiavam mais do que os próprios artistas nos contratos, não tive dúvida: procurei saber como funcionava o processo para fabricar e vender discos por conta própria. Não foi fácil, e até hoje não é. Lembro que, logo que recebi da fábrica as primeiras peças do CD “Arrependa-se”, em 1998, enchi um saco de lixo preto bem grande com algumas caixinhas, peguei um ônibus e saí oferecendo nas lojas de discos. Alguns lojistas davam risada, outros, acredito que ficavam com dó e compravam uma ou duas peças. Quando vi, estava no Largo de Pinheiros, em São Paulo, no final da tarde. Eu era louco (risos), mas alguma coisa me movia a fazer essas coisas, entre tantas outras coisas que fiz para poder conseguir tornar meu sonho uma realidade. Fiz este trajeto mais algumas vezes. Nas lojas em que retornei, os meus discos haviam acabado e os lojistas já não riam mais. Passaram a comprar caixas inteiras dos meus CDs. Daí em diante, fui aprendendo cada vez mais sobre o negócio e lancei meus 10 trabalhos seguintes pelo meu próprio selo. Lancei também alguns outros artistas e ajudei a impulsionar e criar essa cena da black music gospel no Brasil.

Como músico e proprietário de um selo independente, qual a sua visão a respeito do espaço existente para artistas gospel desse segmento?

Pregador Luo - O espaço é mínimo ainda. Existe um preconceito no coração de muita gente com relação ao segmento. É como se cada banda estivesse à sua própria sorte no mercado. Eu tenho tratado de abrir meu caminho sem depender muito do que pensam ou fazem por mim. Ainda falta empenho, compromisso com Deus, investimento e até maior profissionalismo de muitos artistas do meio. Somado a isso, a mídia e as gravadoras oferecem sempre mais do mesmo. Não respiram novos ares e não se engajam em criar uma cultura musical que seja baseada na pluralidade e na democracia. Se alguns conseguiram por mérito próprio, e também com a ajuda de Deus, se tornar os fenômenos que são hoje, glória a Deus, estão de parabéns. Mas as rádios, gravadoras e distribuidoras não entendem que pode se fatiar o mercado. Tocam 24 horas por dia a febre do momento, ou quem pode pagar mais. Não tiro o mérito de nenhum artista, mas o povo e os profissionais que controlam a mídia no País deveriam perceber que isso pode ser bom para os negócios, mas ruim para a cultura evangélica. Transformar homens em mártires e incentivar um consumo exacerbado de apenas uma vertente como verdade absoluta é um erro do povo evangélico, um erro que certamente irá gerar um desfalque para o Reino de Deus.

Como é a experiência de comandar um programa de rádio?

Pregador Luo - Ótima! Muito gratificante, uma tarefa de grande importância, divertida e também oportuna, já que posso conversar com o meu público diretamente, tocar minhas músicas e de outros artistas e amigos, e ainda entrar na casa e no coração de milhares de pessoas. No programa chegam cartas, e-mails e ligações de diversas pessoas. Famílias inteiras ficam ligadinhas aguardando o início do programa. São pais que escutam com os filhos, pessoas que ligam de seus trabalhos ou de leitos de hospitais, amigos que se reúnem para ouvir o programa juntos. Gente de todo o Brasil. Muitas crianças ligam pedindo minhas músicas. Um garoto chamado Lucas liga toda semana com a irmã dele, Karen. Eles ficam juntos, todo sábado, escutando o programa. Em um desses dias, perguntei ao Lucas: “O que você quer ser quando crescer?” e ele me respondeu: “Igual a você, Luo.” Eu até engasguei nessa hora. Saber que seguir o plano de Deus para minha vida me faz ser um exemplo até para uma criança de 10 anos é motivo de muito orgulho e de honra. O programa vai ao ar todos os sábados, pela Rede Nossa Rádio FM, a partir das 21h.

Na sua visão, o hip hop brasileiro já conseguiu criar um estilo próprio?

Pregador Luo - Sim, mas não o adequado. O estilo que se popularizou no País se enraizou nas favelas e periferias e fica muitas vezes restrito aos guetos; é um estilo que não dialoga com todas as classes. Isso a meu ver é ruim, pois nos limita. O mau português das letras, a apologia ao uso de drogas e ao estilo de vida de malandro, as produções fracas, a associação ao crime e uma série de outros pontos negativos impedem que o estilo cresça no Brasil. O povo fica com medo. É gerado um pré-conceito. Não existe uma preocupação em evoluir nesses aspectos e não podemos atribuir isso à falta de recursos e à pobreza. Bom gosto, zelo, boa índole e cuidado com o seu trabalho vêm antes do dinheiro e dos recursos, eu sou a prova disso.

O que as indicações ao Troféu Talento pelo álbum “Música de Guerra – 1ª Missão” representam para você?

Pregador Luo - Antes de tudo, são motivos de felicidade por ser incluso e ser levado em conta. E motivo de gratidão a Deus e à organização do prêmio por ter meu trabalho indicado. É uma chance de mostrar minha obra para um número maior de pessoas. Mídia, fãs, indústria e profissionais do mercado voltam os olhos para o meu produto e meu discurso. A premiação valoriza e fortalece minha carreira!

Poderia deixar uma mensagem para os fãs?

Pregador Luo - Quero pedir para as pessoas que apoiam e acompanham o meu trabalho que continuem tendo a mente aberta para Deus, que não se fechem para o conhecimento, que não deixem de se alimentar de Deus, e da Sua palavra. Continuem escutando música, vendo filmes, lendo livros, viajando, sorrindo, chorando, tendo suas próprias experiências de vida e extraindo delas tudo o que for bom para seu autocrescimento. Dancem, cantem, descubram a pessoa certa, namorem, casem e constituam família. Não se prendam a nada, mas sejam livres em Jesus Cristo. Aproveitem a liberdade e a salvação que Ele conquistou para vocês na Cruz. Obrigado pelo apoio de todos vocês. Fiquem firmes na Rocha e que Deus os abençoe!

Fonte: Troféu Talento, via Escrevendo de Tudo

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PG manda avisar com muita alegria e satisfação a todos os seus admiradores que tem trabalho novo chegando. “Este ano, eu começo um novo projeto musical e espero concluí-lo até o final deste ano. Aguardem!”, entrega.

Confira a entrevista:

O que representou o Oficina G3 na sua vida?

Uma grande oportunidade de Deus em minha vida, para aprender mais do ministério de louvor. Acredito que sou uma referência para uma geração que ouviu nossas músicas e testemunhos de vida. Sou grato a Deus por ter tido essa oportunidade, como sou grato hoje por tudo que tenho conquistado em meu ministério como PG.

Fale de sua família. Casado há quantos anos? Filhos?

Sou filho de dona Benedita e seu Ivo. Tenho um irmão mais novo chamado João, que tocou comigo por três anos no ministério do PG e no Oficina G3. Vou completar 10 anos de casamento em outubro deste ano, com muita alegria, pois sou o marido mais feliz do mundo com minha esposa Rosana, que me acompanha nesta jornada de vida ministerial. Temos nossa filha Hadassa, presente de Deus, que completou 2 anos e meio de vidinha.

Como acontece as composições? Alguma canção em especial mais marcante neste CD “Eu sou livre”?

Na maioria das vezes, começo com uma melodia, faço a parte do refrão e depois escrevo a letra que, muitas vezes, vem como forma de poesia de alguma pregação ou experiência de vida própria. Uma canção muito especial para mim neste CD é “Face a Face”, uma letra que representa a minha busca por viver a vontade de Deus em minha vida e em toda minha casa.

Fale um pouco sobre a canção que você fez para sua filha Hadassa. Se considera um pai coruja?

Foi um momento único e maravilhoso! Eu me declaro um pai coruja e realizado com este presente de Deus para mim. Tudo foi poético sabe... Ela nasceu em setembro, mês da primavera, seu nome se refere a uma flor muito delicada, mas resistente ao clima adverso que brota na região central do oriente. O seu nome traduzido em português é Ester. Na minha humilde opinião, foi a melhor música que escrevi até agora.

Fonte: Troféu Talento, via Escrevendo de Tudo

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Nota importante de Julio Severo: Respondi à solicitação de entrevista de um jornalista de revista gay. Mas como não sei se vão publicá-la ou se vão publicá-la na íntegra, disponibilizo aqui minhas respostas sem cortes.

Pergunta: Chamo-me … e sou jornalista do site e revista …. Estou fazendo uma reportagem sobre o PLC 122/06 e gostaria de lhe fazer algumas perguntas, tudo bem?

Julio Severo: Tudo bem, …. Fico muito feliz de poder expor aos leitores de sua revista minhas convicções cristãs acerca do PLC 122/06, sem nenhum constrangimento. Vejo hoje homens e mulheres que, em suas convicções pessoais, são movidos por diversos tipos de ideologias: marxista, socialista, feminista, homossexualista. Não existe ser humano conviccionalmente neutro. É dentro dessa realidade humana inescapável que responderei às suas perguntas, basicamente movido pela visão cristã.

Pergunta: Uma das suas afirmações a respeito do movimento homossexual é, “O aumento da promiscuidade sexual provoca diretamente o aumento da violência e da criminalidade na sociedade”. Na sua opinião, a promiscuidade está apenas ligada a homossexualidade?

Julio Severo: A promiscuidade abrange diferentes escolhas e impulsos fora dos padrões da normalidade. O sexo normal existe para a constituição de um lar formado por um homem e uma mulher que se complementam naturalmente para a procriação, criação, educação e desenvolvimento de filhos. A homossexualidade é uma das escolhas e impulsos dentro do universo da promiscuidade que foge a essa realidade, deturpando-a.

Embora a condenação de Deus ao pecado homossexual esteja presente na Bíblia há milhares de anos, as igrejas da sociedade ocidental praticamente não mencionavam a sodomia dos púlpitos. O que era mais focado nas mensagens cristãs era o bem-estar social e familiar, destacando-se os perigos e desvantagens do sexo fora do casamento natural e as vantagens e bênçãos do sexo conjugal natural. No entanto, com a ampla promoção da agenda gay, o assunto homossexual se tornou onipresente e praticamente obrigatório nos meios de comunicação liberais. Tal exposição inescapável e constante da agenda gay fez com que os cristãos não mais pudessem evitar um tema discutido com tanta freqüência, obcecação e exagero na sociedade moderna.

A boa notícia é que diante da imensa crise de sexo loucamente livre na sociedade as igrejas cristãs saudáveis, com base no Evangelho, ministram para pessoas oprimidas pela imoralidade sexual, inclusive adultério, pornografia, homossexualismo, etc.

Pergunta: O senhor é contra o PLC 122 em sua totalidade ou apenas em alguns pontos do projeto de lei?

Julio Severo: O PLC 122/2006 e outros projetos de lei semelhantes são, na totalidade ou não, a legislação do ódio.

Os militantes gays afirmam categoricamente que esses projetos dão apenas igualdade aos homossexuais. Homens e mulheres têm direito a casamento (civil e religioso) e adoção de crianças? Então “privar” indivíduos que praticam o homossexualismo dos mesmos direitos será tratado como preconceito e discriminação?

Além disso, há pessoas que têm opiniões contrárias às práticas homossexuais com base médica, filosófica, científica, moral, cristã, etc. Tanto o PLC 122 quanto outros projetos semelhantes silenciarão legalmente essas opiniões. Antes da aprovação desses projetos, cristãos já têm sido perseguidos por criticarem a agenda gay. Eu mesmo — que nunca matei, nem bati, nem arranhei homossexuais — fui denunciado por “homofobia” ao Ministério Público Federal já em 2006, exclusivamente porque exerço meu direito constitucional de livre expressão de dizer que a conduta homossexual é imoral, contrária a vontade de Deus expressa na Bíblia, nociva à família e à sociedade, etc.

Com a aprovação do PLC 122, o silêncio será obrigatório e pessoas como eu estarão em perigo real de ir para a cadeia apenas por ter posições legitimamente cristãs e bíblicas sobre o homossexualismo e sobre a agenda gay.

Entretanto, o que muitos não percebem é que tanto o PLC 122 quanto outros projetos apresentam, junto com a inventada categoria de “orientação sexual”, categorias oficialmente aceitas de não discriminação, tais como raça e religião.

Seguindo a lógica da igualdade utilizada pelos ativistas homossexuais, os cristãos, os espíritas, os muçulmanos e outros religiosos poderiam também processar para silenciar os promotores da agenda gay de manifestarem seus pensamentos e idéias, atiçando o Estado contra eles e reivindicando muito dinheiro para isso — exatamente como os próprios militantes gays estão fazendo. Igualdade é igualdade.

Tecnicamente, os mesmos abusos e agressões legais que os ativistas gays querem impor por meio do PLC 122 também poderiam ser impostos por religiosos. Tecnicamente, com o PLC 122 os cristãos deveriam sistematicamente usar o Estado e suas leis para silenciar e punir toda opinião homossexual contra o Cristianismo. Mas os ativistas gays sabem que os cristãos não têm essa agressividade. Eles sabem que os cristãos jamais recorrerão ao Ministério Público Federal para fechar sites que contenham promoção da agenda gay e hostilidade anti-cristã. Daí, vê-se que não existe igualdade de agressividade, pois só os ativistas gays é que querem agredir e silenciar.

Diante dessa realidade, para quê aprovar o PLC 122?

Pergunta: A reivindicação do movimento LGBT em prol do PLC 122 não é justa, visto que muitos homossexuais são espancados e assassinados por conta de sua orientação sexual. Gostaria de saber o ponto de vista do senhor a respeito da questão.

Julio Severo: Estão sendo assassinados milhares e milhares de homossexuais e o governo nada faz? Isso não é verdade, pois todos os cidadãos brasileiros, independente de suas opiniões e comportamentos, são igualmente protegidos pela mesma lei brasileira. Todos os assassinatos são punidos pela lei. A impunidade e a criminalidade atingem a todos os brasileiros. Além disso, os homossexuais são bem menos assassinados do que a população geral. Nos últimos 25 anos, mais de 800 mil brasileiros foram assassinados. Desse número, quantos eram gays? Se fossem 10%, o número de homossexuais assassinados seria 80 mil. Se fosse apenas 1%, 8 mil assassinatos homossexuais estariam registrados. Entretanto, nos últimos 25 anos, de acordo com informação do próprio Grupo Gay da Bahia, apenas 2.511 homossexuais foram assassinados. Quem precisa mais de proteção?

Há outros fatores também. Desse número bem pequeno de homossexuais assassinados, muitos estavam em zonas criminais, a altas horas da madrugada, em ambientes de drogas e prostituição. Sem mencionar o fator do crime passional, onde o assassino é muitas vezes amante da vítima, tão homossexual quanto ela.

Já que está comprovado que não há centenas de milhares de homossexuais assassinados no Brasil, torna-se bastante suspeita a argumentação de que é preciso aprovar depressa leis anti-“homofobia” a fim de diminuir o número de assassinatos homossexuais. Qual é então o propósito da aprovação do PLC 122?

Em julho de 2007, quatro dias antes de o meu blog ser censurado por pressão de ativistas homossexuais, o escritor homossexual Fabrício Viana, respondendo a outro ativista que perguntava se dava para me calar agora, disse: “Por enquanto não. Se a lei anti discriminação for aprovada, isso é, homofobia tornar-se crime, aí sim poderemos fazer algo. Por isso todo esse povo ai, religioso, esta fazendo uma muvuca para que a lei anti discriminação não seja aprovada (pois todos eles poderão ser repreendidos).”

Por enquanto, não há no Brasil nenhuma lei federal contra a chamada “homofobia”, mas o Pr. Ademir Kreutzfeld, de Santa Catarina, foi judicialmente perseguido por “homofobia”.

Eu mesmo estou sob várias ameaças oficiais por homofobia. O que será de mim, um cristão que nunca agrediu homossexuais e que tem crianças pequenas para criar e educar, se o PLC 122 for aprovado? É justo que minhas opiniões cristãs sejam rotuladas como criminosas só porque um Estado socialista autoritário quer mudar as leis apenas para satisfazer os caprichos ideológicos de uma minoria birrenta e sedenta de autoritarismo voraz?

Se a causa homossexual fosse realmente justa, não seria necessário inflar estatísticas. Não seria também necessário, como denunciou o Senador Magno Malta, que Fátima Cleide, a relatora petista do PLC 122, o incluísse para votação às 5h30min da madruga, bem às vésperas do feriado de Natal. Malta declarou em denúncia pública: “A manobra sórdida para aprovar o Projeto sem debate de legalidade alvitrando a Constituição Federal, desrespeitando o inalienável direito à opinião da maioria dos outros senhores senadores é, no mínimo repugnante. Ao tentar incluir em pauta, no apagar das luzes, com parlamentares já cansados dos exaustivos últimos dias de trabalho, preparavam o golpe político de votar por acordo de lideranças e sem a presença de quem, de direito, solicitaria verificação de ‘quorum’. A aprovação do projeto visa mudar o comportamento social, eliminando a influência da família e da igreja sobre o indivíduo, ao mesmo tempo que dá ao Estado socialista o poder total sobre o indivíduo, com objetivo de criar uma sociedade coletiva submissa aos interesses estatais. Esse projeto é essencialmente e inconstitucionalmente um atentado violento contra a liberdade de expressão religiosa dos evangélicos, católicos, espíritas, judeus e muçulmanos. Tecnicamente mal elaborado, fere diversos princípios da constituição federal e do código penal. Esta batalha legislativa pretende avançar a qualquer custo a criminalização da homofobia e criar uma grande mordaça gay, para que ninguém possa discordar e expressar opiniões contrárias à opção sexual”.

Pergunta: Outra afirmação que o senhor faz é, “As influências do movimento homossexual estão por toda parte: entram em nossas casas através dos meios de comunicação, nas escolas, no âmbito profissional e até nas igrejas. Meu livro traz um alerta para que os cristãos e a igreja não se calem, mas ofereçam respostas claras e bíblicas para todas as pessoas que desejam conhecer e fazer a vontade de Deus num mundo que está cada vez mais se corrompendo”. Não acredita que com uma afirmação dessa, incita ódio e violência as pessoas homossexuais?

Julio Severo: Incitação de ódio e violência? Tente procurar isso dentro da própria militância gay. O presidente do recém-fundado Partido dos Gays, Lésbicas e Simpatizantes (PGLS), Márcio Antônio Francisco, declarou: “A Gaystapo existe e representa a opinião de uma ala GLS que é radical, violenta, autoritária e nazista”. Francisco, que é militante gay, denunciou: “Eu mesmo, Marcio, fui violentamente espancado tive o nariz quebrado por 8 integrantes da Gaystapo de Ribeirão Preto”. Taí a opinião de um ativista que foi espancado por outros ativistas gays.

Agora, como é que a Bíblia e seus divulgadores incitam esse tipo de ódio e violência? Quando os cristãos promovem alertas e mensagens contra os perigos do vício de drogas ou contra o abuso sexual de crianças, não há um aumento de crimes contra usuários de drogas ou contra pedófilos. Não se conhece um só caso de alguém que tenha dito: “Depois de ouvir o pastor (ou o padre) pregar contra as drogas, resolvi bater e matar um drogado” ou “Depois de ouvir o pastor (ou o padre) pregar contra a pedofilia, resolvi bater e matar um pedófilo”. O homossexualismo, ou sodomia, não é o único tema de alerta nas mensagens cristãs. O homossexualismo é apenas um dos problemas tratados. Se a pregação cristã contra a sodomia provocasse violência contra os homossexuais, haveria um grande número de pedófilos, drogados e adúlteros internados em hospitais — sem contar os mortos.

Procurar incitação de ódio e violência no meu livro é esticar a imaginação maliciosa ao máximo.

Na questão homossexual, o único tipo de incitação ameaçadora é a promoção do homossexualismo, que vem literalmente incitando jovens desorientados à experimentação homossexual.

Quando não, vemos a mídia liberal literalmente incitando ódio contra a Igreja Católica e outras igrejas por causa do homossexualismo. Apesar de que a mídia prefere colocar os holofotes quase que exclusivamente nos abusos cometidos dentro da Igreja Católica, num sutil esforço de exterminar os valores cristãos da esfera pública, o maior índice de abusos contra as crianças não é cometido em instituições cristãs, mas exatamente em instituições estatais. Entre apenas 1991 e 2000, um número elevadíssimo de 290.000 crianças e adolescentes sofreu abuso sexual físico no ambiente escolar nos EUA. (Veja: http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=83705)

Em matéria de abusos, a Igreja Católica perde de longe para a educação pública. Um estudo feito pela Conferência dos Bispos Católicos dos EUA concluiu que 10.667 jovens foram sexualmente abusados por padres entre 1950 e 2002. A maioria das vítimas era do sexo masculino, comprovando assim o papel dominante do homossexualismo na área da violência sexual contra os meninos.

O mesmo padrão se revela na educação. Um estudo internacional sobre crimes sexuais entre 1980 e 2006 revelou 902 professores abusadores de alunos. Os professores envolvidos no homossexualismo constituíam 63% dos estupradores na Irlanda, 62% na Nova Zelândia, 60% no Canadá, 54% na Escócia, 48% na Austrália, 47% na Inglaterra e 35% nos EUA. As estatísticas são de modo particular assustadoras considerando que os homossexuais perfazem menos de 3% da população. (Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2007/10/estudo-revela-que-professores.html)

Assim, enquanto uma centena de homossexuais assassinados anualmente no Brasil (em meio às dezenas de milhares de outros brasileiros assassinados anualmente) recebe atenção politicamente correta e privilegiada, literalmente milhares de meninos anualmente violentados e até assassinados por homossexuais são esquecidos.

Mesmo em ambientes religiosos reprimidos, homens que praticam o homossexualismo têm elevado índice de abuso de meninos. Em ambientes não reprimidos, o índice de abuso é certamente muito maior.

Embora os homossexuais sejam apenas menos de 3% da população, eles são responsáveis por aproximadamente metade de todos os abusos de crianças. E qual é a solução que os cristãos propõem para resolver esses abusos? Matar todos os homossexuais? Claro que não. A proposta é amparar homens que desejam abandonar o homossexualismo.

Entretanto, não seria errado o Estado instituir pena capital para homens culpados de estuprar meninas e homens homossexuais culpados de estuprar meninos. Para homossexuais não envolvidos em crimes de estupro contra crianças, a melhor alternativa é um tratamento. Se há tratamento para se abandonar o vício das drogas, por que não também do vício homossexual?

Nem todo homossexual é pedófilo, mas todo homem que abusa de meninos é homossexual. E estudo após estudo mostra que a maioria absoluta dos homossexuais foi na infância violentada por um homossexual predador adulto. O comportamento homossexual tem tanta ligação com abuso sexual de meninos que os dicionários mais sérios sempre registraram “pederastia” como sinônimo de “homossexualismo.

Quando o cigarro era uma obsessão social, algumas igrejas evangélicas corajosas pregavam contra esse vício. Essa pregação nunca levou a assassinatos de fumantes. Pelo contrário, essa iniciativa evangélica resultou na atual realidade, onde médicos e governo não mais são cegos aos prejuízos do fumo, mas desestimulam sua promoção e vício, principalmente entre os jovens. O problema homossexual não merece a mesma atenção e cuidado?

Assim, muito longe de incitar o ódio, meu livro traz informações sobre os danos que o homossexualismo provoca nos próprios homossexuais e na sociedade e leva os leitores à ação social, para que a sociedade, para o bem-estar das famílias, mantenha distância de todas as práticas homossexuais.

Fonte: www.juliosevero.com

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Joana ficou conhecida na mídia pela sua personagem sensual, Feiticeira, na Rede Bandeirantes. Mas agora, com 32 anos e maturidade, ela mostra que é uma mulher virtuosa e apaixonada por Jesus. Joana já tem cinco anos de conversão.

GZ - Joana,como você conheceu Jesus e quando foi sua conversão?

Eu aceitei Jesus no final de 2003. Graças a Deus foi pelo amor. Sempre tive curiosidade sobre Deus, indo primeiro na igreja católica, depois em centro Kardecista e então na evangélica.

GZ - O que mudou na sua vida depois da sua conversão?

Mudou tudo para melhor. Minha postura como mulher, dona de casa (na época eu já morava sozinha). Tirei todo meu "eu" deixando Cristo viver em mim, negando muitos trabalhos e recebendo também muitas bênçãos!!!

GZ - Como você conheceu o seu esposo, Vitor Belfort?

Conheci em um evento no interior de São Paulo. Ele veio falar comigo e trocamos telefone.

GZ - Como é o seu dia a dia?

Meu dia a dia é uma correria. Acordo bem cedo e vejo tudo o que deve ser feito em casa. Depois levo meus filhos à natação, banho, almoço e colégio. Depois vou fazer minhas coisas. Fim de tarde começa tudo de novo: jantar para as crianças, brincadeiras, banho e cama.

GZ -Entrevistamos o Fat Family e a Dayse nos contou que conheceu Jesus na sua casa. Como tem sido o trabalho da sua família em levar Jesus aos artistas?

Minha frase é: “Pregue, pregue, pregue... e se possível, fale". Minha postura mudou completamente depois que me converti e todos conseguem ver essa mudança, então me perguntam por que mudei. Aí é quando eu entro com tudo (risos).

GZ - As pessoas ainda ligam a sua imagem a uma pessoa sensual, como sua personagem no início da carreira, feiticeira, ou não?

Não. Desde a Casa dos Artistas, mudou demais meu público. Depois que entrei para o Note e Anote, na Record, fazendo reportagens, mudou mais ainda.

GZ - Como manter um casamento próspero, abençoado e cheio de vida?

Tendo Jesus como centro de nossas vidas. Quando Deus controla nossa casa conseguimos enxergar por outro prisma nossas dificuldades.

GZ - Como você lida hoje com a beleza e o ego?

Adoro Provérbios 31 onde fala sobre a mulher virtuosa. No versículo 30 diz: “Enganosa é a graça, a vaidade, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada". Acho que não preciso dizer quais DEVEM ser nossas prioridades, né?

GZ - O que é mais difícil para você em ser cristã?

Não sei. Acho que não tem nada que não seja resolvido. O que peço muito a Deus é sabedoria também na educação e criação dos meus filhos, porque eles não podem achar uma chatice ser crente. Mas tenho obrigação de ensiná-los e mostrá-los a verdade a respeito de Halloween, Cosme damião, etc. O Davi outro dia perguntou para um Papai Noel se ele falava de Jesus para as criancinhas, porque o aniversário era DELE (Jesus) e só falavam do Papai Noel. Liiiindoooooo!!!! Dei tantos beijos nele (risos).

GZ - Qual o maior milagre da sua vida?

A misericórdia de Deus que se renova a cada dia. Eu me converto TODOS os dias. Arrependendo-me de tudo e estando disposta a realmente mudar mais e aprender muito com Deus.

Fonte: Gospel Z, via Escrevendo de Tudo

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Temas abordados: Crise Econômica, crise ambiental e social, fé cristã, religiões, ateísmo, movimento Caminho da Graça, Tele-evangelistas e no final fizemos um bate bola onde Ariovaldo Ramos expôs seus sonhos, conquistas, arrependimentos e esperança.

01ª Parte (Biografia) - Tema: Crise Ecônomica Mundial


02ª Parte - Tema: Barack Obama e a Crise nos EUA


03ª Parte - Tema: Crise Ambiental


04ª Parte - Tema: Injustiças Sociais, Fome e Miséria


05ª Parte - Tema: Lutando pela Igreja


06ª Parte - Tema: Lutando pela Igreja (Parte B)


07ª Parte - Tema: Religião e Ateísmo


08ª Parte - Tema: Religião e Ateísmo (Parte B)


09ª Parte - Tema: Movimento Caminho da Graça


10ª Parte - Entrevista Ariovaldo Ramos - BATE BOLA


11ª Parte - Entrevista Ariovaldo Ramos - Vídeo Extra - Gravação OFF sobre Mateus 19:9



12ª Parte (Final) - Entrevista Ariovaldo Ramos - Vídeo Extra - Gravação OFF sobre Mateus 19:9



Fonte: Na Frequência

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Em entrevista ao programa Clube 700, apresentado por Helena Tannure e transmitido na Rede Super e na TV Gênesis, Nívea Soares afirmou ter sofrido preconceito desde criança, pelo simples fato dela ser negra.

A cantora ainda afirmou que quando era criança, tentava esfregar a pele para ver se saia a cor.

Neste testemunho, ela conta como Deus mudou a sua vida e a curou de toda marca do passado.

Assista:



Fonte: Escrevendo de Tudo

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Confira a entrevista exclusiva com Ricardo Adam, autor no blog Reforma CCB e líder do movimento que busca a mudança de várias práticas dentro da segunda maior denominação pentecostal do Brasil. Confira:

Amenidades da Cristandade - Como foi sua trajetória dentro da CCB, isto é, como e quando você começou a freqüentar esta denominação, durante quantos anos você foi membro e quais as atividades que você desempenhou ali?

Ricardo Adam - Nasci em um lar de pessoas da CCB; avós e pais da CCB; então já vivi a infância na CCB; aos 16 anos fui oficializado músico; casei aos 21 anos de idade, e já servi na porta no culto de jovens; desde meus 17 anos de idade, até meus 29 anos, fui companheiro de anciãos da região aonde eu vivia, Indianópolis em São Paulo; estas saídas com o Ministério dos “anciãos mais antigos’, me abriram os olhos para as atrocidades mais tenebroso que se pode ter notícia em um sacerdócio dito santo e guiado por Deus; conquistei a confiança deles, e tive acesso a tudo que se passa; foi isso que me abriu os olhos”.

AC - A partir de que momento você começou a discordar de práticas dos membros e de algumas doutrinas da CCB? Você se lembra de alguma situação específica e se você chegou a ter conflitos consigo mesmo?

RA - Eu erro cego e fanático; via as atrocidades no povo e ministério mas para eu ter vantagem e ter ministério, fazia de conta de que não via nada; somente quanto eu caí, em dívidas, e fui massacrado e vítima de toda aquela falsidade é que decidi acordar e assumir que era tudo uma grande farsa; só assumi minhas discordâncias quando fui massacrado; antes eu fazia de conta que não via.

AC - Como começou e há quanto tempo existe o movimento liderado por você denominado "Reforma CCB"? Conte-nos um pouco sobre os objetivos do movimento, suas lutas, vitórias e perseguições.

RA - Começou quando eu tinha 31 anos de idade, em 2001; inicialmente era revolta; ao começar a ver e-mails do Brasil todo, com relato de situações iguais ou piores das minhas, comecei a compreender que não era eu a vítima, mas milhares; e que tudo era um sistema, igual; o que ocorria comigo, ocorria em todo o Brasil; depois tornei-me conhecido demais por todos; quando então casei-me pela segunda vez, tive um casamento abençoado por Deus, então decidi viver mais minha vida Cristã dentro da minha família e meus estudos, para Advocacia; hoje vejo que não adianta mostrar e provar o erro dos líderes e deste povo; eles não aceitam; estão cegos; mas todos os que buscarem e alcançarem a misericórdia Divina, sairão deste engano como eu, que tanto queria ser ancião, e hoje vejo que Deus quem me salvou disso; assim Deus pode salvar a todos os enganados ali, pessoas de bem e bem intencionadas, até mesmo Anciãos, mas que estão totalmente cegos pelo fanatismo; meu objetivo e vitória, não foi ser ouvido e atendido, mas ter gritado, falado, provado, e feito a Vontade de Deus e não a dos homens.

AC - Qual a sua atual relação com a CCB, isto é, você ainda é membro ou participa de alguma atividade?

RA - Decidi não me assentar mais nesta roda de escarnecedores, que negam, mas tem em seu estatuto a afirmação que todos os evangélicos que não são da CCB, são falsos e cães; sou cristão sem denominação; sirvo a Deus e minha família.

AC - Sabemos que após alguns anos de seu ministério na internet, surgiram vários sites e blogs protestando e discordando das práticas da CCB. Você têm algum contato ou relacionamento com estas outras pessoas que também lutam por mudanças na CCB?

RA - Tenho boa amizade e respeito; o que existe na realidade são movimentos MORALISTAS e não reformistas; muitos discordam de anciãos falsos e inidôneos no ministério, ou diáconos furtadores de coletas; eles querem pessoas idôneas no ministério; eles querem impedir furtos de coletas; mas são adeptos da doutrina sectária e acham que a Graça de Deus é a CCB; eles querem apenas que saiam os corruptos e que estejam na liderança pessoas idôneas, mas são moralistas, querem apenas a CCB sem crimes; vêm a CCB como o único caminho, ainda....

AC - Você tem conhecimento sobre quais igrejas foram fundadas a partir de dissidências da CCB? Você tem contato com alguma delas?

RA - Tenho conhecimento, e não me envolvo; são pessoas com problemas de religiosidade; os netos destes, farão deles, o que o povo da CCB hoje, faz com Francescon mantém religiosidade; teve um ministério destes, que perguntou se eu não iria tirar meu cavanhaque; eu cai fora imediatamente; o que o povo da CCB está esperando são templos de cimentos lindos e bonitos, e o grupo que fizer isso primeiro terá metade do povo da CCB; mas tão idólatras de templos quanto os atuais, são pessoas religiosas, não cristãs....

AC - Você mantêm alguma relação ou recebe algum apoio de outras denominações evangélicas?

RA - Não, e nem quero; todas têm problemas; não sirvo mais denominações; sirvo a Deus em casa, atendo alguns pobres, e ajudo pessoas feridas que me pede socorro só isso!

AC - Quais as suas perspectivas com relação à CCB nos próximos anos? Devem acontecer mudanças significativas para melhor ou você pensa que ela deve se fechar cada vez mais para que tudo permaneça com está?

RA - Haverá mudanças moralistas; pessoas idôneas vão derrubar do ministérios os corrputos; em breve teremos “santos “ matando almas; “santos” pregando, e não os corrputos; este povo quer “santos “ e idôneos, pregando que a CCB é a Graça; o futuro da CCB é bom para os moralistas, não para os Cristãos, que negam aceitar a CCB como “Graça de Deus”

AC - Para finalizar, peço que deixe uma mensagem aos leitores do blog Amenidades da Cristandade.

RA - Afastem-se de religiosos; afastem-se de denominações; valorizem os amigos reais, invista no casamento e nos filhos e amigos; estudem muito, e façam faculdade; façam amigos que não falem sobre religião; nunca deixa a família em segundo lugar; não troquem de igreja, antes de lerem o depoimento dos que de lá saíram pois verá que são iguais aos seus; sejam idôneos, e se decidirem serem Cristãos, pratiquem o cristianismo real, sem vínculos com templos de cimento; não julguem as pessoas pela religião.

Nós do Amenidades da Cristandade agradecemos desde já a disposição e boa vontade de Ricardo Adam para nos conceder esta entrevista.

Por Amenidades da Cristandade

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