No quinto post desta série, veja os bastidores da vida pessoal de Ana Paula Valadão. Seus amigos, seu filho e seu hobby predileto: conversar durante o culto!
Foto com as amigas de grupo
Roubada em pleno ensaio!
Seu filhinho Isaque
Conversas paralelas durante o culto...

Atenção: Frisamos que as falas têm apenas finalidade humorística e não correspondem à realidade, portanto sem intenção alguma de ofender ou denegrir a imagem das pessoas que aparecem nas fotos.
Textos dos balões e seleção de fotos por Alcebíades.
Legendas por Amenidades da Cristandade
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Confira o texto escrito por Maximiliano Moraes onde ele fala sobre o estigma de "ex-Diante do Trono", faz uma série de esclarecimentos e tenta colocar um ponto final nestas questões, dizendo que caso aconteça, não vai aceitar nenhum convite profissional ou ministerial do Diante do Trono.
SOBRE O DT
Gostaria de pedir ENCARECIDAMENTE que parassem de me fazer perguntas sobre o DT. Antes que me perguntem por quê ou suponham coisas erradas, já esclareço:
- Saí do DT porque Deus nos orientou a fazer isso, deixando claro para nós que nosso tempo ali tinha acabado;
- Não tenho nenhum tipo de ressentimento com nenhuma pessoa ali dentro, nem a Ana;
- O motivo da saída NÃO FOI nenhuma briga;
- Não tenho e nem quero ter mais nenhum tipo de vínculo ministerial ou profissional com o DT, por mais que isso seja a vontade de alguns;
- O que resta entre nós é amizade E NADA MAIS.
O motivo que me leva a pedir isso de coração é que EU NÃO AGUENTO MAIS carregar essa "sina", o que parece ser um "carimbo permanente" com o símbolo do DT na minha testa, que faz com que as pessoas simplesmente não consigam me ver como um ser humano normal, chamado por Deus para um ministério diferente do que eles desenvolvem. E antes que alguém diga que isso é cuspir no prato que eu comi, tomo a liberdade de fazer uma analogia.
Imagine que alguém tenha tido um(a) namorado(a), tenha passado um tempo maravilhoso com ele(a), tenha aprendido muito mas, num belo dia, tenha descoberto que não era aquilo o que Deus tinha para ele(a). Desta forma, para não se enganar nem ao outro(a), e também a fim de obedecer o que Deus lhe tinha orientado fazer, ele(a) rompe o relacionamento. Mais adiante, conhece outra pessoa, que se torna o amor de sua vida; com ele(a) se casa, tem filhos e tem certeza de que está no centro da vontade de Deus e que aquela é a pessoa certa.
Pois é. Imagine se, por longos 4 (ou mais) anos adiante todos continuassem a lhe fazer perguntas do tipo:
- Por que você terminou com fulano(a)? Ele(a) parecia ser a pessoa certa para você!
- Você terminou porque brigou com ele(a)?
- Lembra de quando vocês faziam isso ou aquilo, como era bom?
- O que você acha da atitude que fulano(a) tomou naquele lugar? Você aprovaria?
CARAMBA, NÃO TENHO MAIS NADA A VER COM FULANO(A)! POR QUE AINDA ME PERGUNTAM SOBRE ELE(A)?
Pois bem. Meu tempo lá foi maravilhoso e eu aprendi muito. Mas O PRÓPRIO DEUS nos tirou de lá, sem que nenhum "barraco" tenha acontecido. Percebemos, apesar desse tempo tão produtivo, que o DT foi um tempo de aprendizado e servidão, não o ministério que Deus tinha para nós. Hoje, porém, temos CONVICÇÃO do ministério que Deus quer que desenvolvamos; somos, se assim podemos dizer, "casados" com o ministério e temos colhido muitos frutos e feito muitos filhos espirituais.
Assim, ENTENDAM, DEFINITIVAMENTE, que é muito chato e muito cansativo ter que responder as mesmas coisas, dia após dia, sobre assuntos que já não fazem mais parte de meu cotidiano. Da mesma forma (e não levem isso a mal, não é nada pessoal com quem quer que seja), é um SACO ter que ficar explicando meus motivos para responder isso e não responder aquilo, ou ter que prolongar discussões que não têm o menor cabimento pra mim, ou ainda ter que dar satisfações sobre minhas decisões. É como se eu não tivesse o direito de viver com liberdade, não tivesse o direito de ser dono do meu próprio nariz, fosse obrigado a me explicar diariamente pra gente que eu sequer conheço!
Por isso, pra deixar tudo claro de uma vez por todas:
- Não gosto de comentar sobre a voz de ninguém, porque pra mim isso não faz a menor diferença.
- Da mesma forma, não gosto de comentar sobre o melhor CD, DVD, música, instrumentista ou experiência no DT. Outra vez, não é pessoal; simplesmente não quero fomentar assuntos sobre os quais já não quero falar porque ficaram para trás. Estou enjoado de falar das mesmas coisas.
- Não gosto de ficar falando de coisas que aconteceram no passado, porque minha vida visa o presente e o futuro.
- Não gosto de insistências sobre coisas que eu já disse que não vou fazer, explicar, esclarecer ou opinar.
- Não vou - e repito, NÃO VOU me filiar novamente ao DT, em nenhum projeto, em nenhum CD, em nenhum DVD, em nenhuma publicação, em nenhuma reedição ou regravação de qualquer projeto que já tenha sido gravado por mim, nem vou aceitar convites ministeriais ou profissionais deles para NADA que me ofereçam.
- Quanto ao que disse acima, REPITO, não é nada pessoal e não guardo nenhum ressentimento; só tenho CONVICÇÃO de que o DT NÃO É o que Deus tem para minha vida ministerial ou profissional.
- Gosto muito de ajudar a todos que me pedem ajuda, mas deixo claro que a comunidade NÃO TEM o objetivo de reviver o passado ou de alimentar qualquer expectativa de fãs do Diante do Trono em me ver lá novamente. ISSO NÃO VAI ACONTECER.
- Se a comunidade morrer por falta de pessoas ou assunto, não tem problema algum. Como já disse, gosto muito de ajudar, mas espero que vejam que eu posso oferecer mais do que memórias.
O QUE PASSOU, PASSOU; POR ISSO, OLHEM PARA A FRENTE, EM NOME DE JESUS!
Maximiliano Moraes
Fonte: Comunidade do Orkut Maximiliano Moraes - Oficial
Por Amenidades da Cristandade
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Confira a entrevista recente de Maximiliano Moraes ao portal Guia-me onde ele fala dos motivos de sua saída do Ministério de Louvor Diante do Trono, sua trajetória e suas atividades em sua atual congregação, a Igreja Batista do Povo (Vila Mariana-SP), do Pastor Jonas Neves de Souza.
Por Myrian Rosário
Ele atuou durante seis anos no Ministério Diante do Trono e agora começa uma nova fase ministerial na Igreja Batista do Povo, em São Paulo. Simples e totalmente dependente do Senhor, Maximiliano Moraes não tem preconceitos contra nenhum tipo de música, acredita que não há ministério de louvor perfeito, não julga os ministros de louvor que atuam na música secular e diz que foi muito fácil se adaptar à nova vida na capital paulista. Conheça um pouco mais sobre esse levita que já fez história no gospel nacional.
Guia-me: Por que você deixou o Ministério Diante do Trono?
Maximiliano Moraes: Entrei no ministério em janeiro de 1999 e o deixei em janeiro de 2005, depois de seis anos de colaboração. Sai porque Deus orientou a mim e a minha esposa que o fizéssemos. Em tudo o que fazemos há um tempo de semeadura, um tempo de aprendizado e um tempo de colheita. Penso que todo ministério é um celeiro de líderes e estes são chamados para formar outros líderes, não para permanecerem estagnados. Sei para o quê fui chamado e em que áreas do Reino de Deus eu deveria exercer liderança e, por isso entendi, naquele momento, que o tempo de caminhar sem o Diante do Trono havia chegado.
Guia-me: Por que se mudou para São Paulo?
Maximiliano Moraes: Recebemos uma proposta de outra igreja para virmos. Depois de orarmos e pedirmos respostas e sinais de Deus, percebemos que nosso tempo em Belo Horizonte também tinha acabado.
Guia-me: Há quanto tempo você está em São Paulo?
Maximiliano Moraes: Desde março de 2006.
Guia-me: O que foi ou está sendo mais difícil na adaptação?
Maximiliano Moraes: Não foi difícil em momento algum. Deus me deu um coração missionário e eu já morei em várias cidades do Brasil, por isso, a adaptação para mim não é um problema. Além disso, os pais de minha esposa moram em Campinas e está sendo melhor também para ela estar mais perto de seus familiares.
Guia-me: O que te motivou a ingressar no Ministério de Louvor da Igreja Batista do Povo?
Maximiliano Moraes: Não entrei na IBP para participar do ministério de louvor necessariamente. Entramos por causa da visão da igreja. Na outra igreja da qual éramos membros a visão era muito diferente, conflitante com o que Deus tinha nos dado. Assim, conversamos com os pastores de lá e resolvemos procurar uma igreja com visão missionária. Como eu já conhecia o Pr. Jonas, já que ele foi meu pastor em Lagoinha, e depois de orarmos muito, entendemos que a IBP seria o melhor lugar para nós. O ministério de louvor foi somente uma conseqüência.
Guia-me: Qual será o seu trabalho especificamente nesse ministério?
Maximiliano Moraes: Hoje sou responsável pela parte técnica do louvor. Todas as equipes de louvor da IBP, incluindo corais, receberão aulas de canto e dicas relacionadas à postura, respiração, arranjos vocais e instrumentais. Mas estou completamente à disposição para quaisquer outros projetos da IBP onde a música e o louvor estejam incluídos. Por enquanto, estamos só no começo.
Guia-me: Existe algum plano para gravação de um CD da IBP?
Maximiliano Moraes: Por enquanto, não.
Guia-me: Como você avalia os ministérios de louvor de igrejas no Brasil? Quais são os pontos fortes e quais as carências?
Maximiliano Moraes: Esta é uma pergunta muito complexa. Primeiro porque não conheço todos os ministérios de louvor no Brasil. Depois porque mesmo que todos eles colham frutos e abençoem muitas pessoas, são todos formados de gente como eu e você, ou seja, todos têm problemas. Não posso falar das motivações deste ou daquele, porque só Deus as conhece. Desta forma, talvez a única avaliação que eu possa fazer é que não existe ministério de louvor perfeito e provavelmente, em maior ou menor escala, todos passam pelos mesmos tipos de lutas.
Guia-me: Você participou da realização de 21 trabalhos do DT. O que mudou desde o início até os dias de hoje?
Maximiliano Moraes: Não posso dizer exatamente como o ministério está hoje porque faz quase quatro anos que sai. Sei, porém, que até a época em que estive lá houve muito progresso técnico, espiritual e relacional. Admiro a postura de coragem e ousadia que os líderes do Diante do Trono assumiram e foi por isso, certamente, que aquele ministério se tornou o que é hoje, sendo referencial para tantas pessoas.
Guia-me: Muitos cantores hoje são tratados como celebridade e alguns até se comportam como tal. O que fazer para que a fama não desvie o alvo da adoração?
Maximiliano Moraes: Voltar os olhos para a cruz de Cristo e não tirá-los de lá. A postura de determinadas "celebridades" no mundo cristão nada mais é do que um reflexo de uma Igreja doente no Brasil, com motivações erradas e uma visão corporativa absolutamente perniciosa. Uma igreja doente forma cristãos doentes, que não sabem ou não querem assumir uma postura de renúncia. Com isso, o orgulho toma o lugar da humildade, o egoísmo encobre o altruísmo, o Reino se torna um meio de ganho financeiro e a Igreja se torna meramente um palco, um lugar de entretenimento.
Guia-me: Qual é a diferença entre um bom cantor e um adorador?
Maximiliano Moraes: Adorar não significa cantar. Adorar é um estilo de vida, uma escolha que inclui renúncia e compromisso verdadeiro com Deus. Eu adoro a Deus não necessariamente cantando, mas vivendo sua Palavra, obedecendo a seus princípios e tendo consciência do meu papel no Reino de Deus. Se alguém for chamado por Deus para cantar ou tocar um instrumento, não é o canto ou o som do instrumento que farão deste um adorador, mas sua disposição em obedecer a qualquer custo. A música será somente uma ferramenta para a adoração.
Guia-me: Que qualidades um bom ministro de louvor deve ter?
Maximiliano Moraes: Humildade, obediência à Palavra, compromisso de viver o que ministra, consciência de Reino, coração missionário e, obviamente, talento e carisma.
Guia-me: Boa voz garante bom louvor? O que mais é preciso?
Maximiliano Moraes: Garante para quem está lá só para assistir. Se formos analisar a expectativa de Deus, é claro que não.
Guia-me: O que é preciso levar em conta antes de pensar em gravar um CD de música cristã?
Maximiliano Moraes: Saber o objetivo daquele CD. Não é pecado querer que um CD seja muito vendido, mas é pecado utilizar o Evangelho para tentar enriquecer ou adquirir fama. Se o seu objetivo é exclusivamente ganhar e edificar vidas, sabendo que o desejo de Deus é que isso aconteça com urgência, Ele mesmo moverá as circunstâncias para que muitas pessoas tenham acesso a este CD, o que redundará em boas vendas. Muita gente pensa que o uso do Marketing é essencial para que um CD se torne um best-seller e se esquece de que até o Marketing está sujeito à vontade de Deus. Nem mesmo a melhor propaganda e o maior investimento farão um CD ser muito vendido se Deus não quiser que ele seja. O principal em tudo isto é ter convicção de que a música cristã deve servir a um único objetivo: ser ferramenta para evangelizar e edificar vidas.
Guia-me: Você já enfrentou alguma situação onde o estrelismo interferiu na harmonia de um grupo de louvor?
Maximiliano Moraes: Diversas vezes. Já vi grupos serem formados e desmanchados por causa disso.
Guia-me: Como administrar os egos?
Maximiliano Moraes: Não acho que o ego deva ser administrado. Acho que ele deve ser morto.
Guia-me: O que você pensa sobre os músicos e cantores cristãos que desenvolvem um trabalho secular paralelo com música?
Maximiliano Moraes: A Bíblia diz, na carta de Tiago, que não devemos julgar ninguém. Conheço pessoas que têm trabalhos seculares e têm sido canais nas mãos de Deus para ganhar muitos músicos para Cristo. Conheço outros que fazem isso só pelo dinheiro. Conheço alguns que não viram alternativa para o seu sustento senão desenvolverem trabalhos musicais não-cristãos, já que não sabem fazer outra coisa e não encontraram apoio algum em suas igrejas. Conheço outros que simplesmente não conseguem deixar este mundo porque estão acostumados ao padrão de luxo e conforto que o dinheiro que ganham lhes proporciona. Então, o que dizer dessas pessoas? Deus conhece o coração de cada uma delas.
Guia-me: O que você ouve?
Maximiliano Moraes: O que toca. Só não gosto de rock pesado, trash metal.
Guia-me: Ouve música secular? Por quê?
Maximiliano Moraes: Às vezes ouço. Porque não posso tampar meus ouvidos enquanto ando na rua ou toda vez que entro em uma loja onde o fundo musical for secular. Porque às vezes fico enjoado de ouvir música cristã ruim nas rádios. Porque sou musicista e preciso atender às expectativas de pessoas para quem eu trabalho, que, mesmo cristãs, pedem influências x ou y, muitas vezes não-cristãs, em seus CDs. Porque entendo que Deus é tão ilimitado em seu poder e graça que, se Ele quiser, pode falar comigo através de qualquer coisa, qualquer situação, qualquer música. A beleza de Deus também é expressa através de um talento natural que produz uma música bela. Mesmo letras não-cristãs que falam da natureza, por exemplo, acabam exaltando a majestade e o poder de Deus.
Guia-me: Quais são os seus planos e projetos nessa nova fase em São Paulo?
Maximiliano Moraes: Meu único plano é continuar obedecendo ao que Deus me mandar fazer, ir onde Ele quiser que eu vá, ser canal para que o nome dele seja pregado e exaltado e ser uma bênção em minha igreja, para que o nome dele cresça e o meu diminua. Não importa onde eu esteja, este sempre será o meu plano principal.
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