Líderes religiosos americanos afirmam que o presidente dos Estados Unidos é o Mal, de diversas formas.
Na terça-feira (24), o reverendo Daniel Blair, da Igreja Batista do Texas, apareceu no programa de TV americano Daily Show afirmando que "Obama tem mostrado muitas características da Besta". A afirmação se espalhou nas discussões de blogs e sites políticos, onde muitos brincam com os argumentos apresentados por Blair para sustentar sua declaração. Segundo o reverendo, o novo presidente dos Estados Unidos é o Anticristo porque as pessoas o adoram e concordam com a sua mensagem. Além disso, Obama veio do mar – sua terra natal é o Havaí – e é "rápido como um leopardo, tem os pés de um urso e a boca de um leão".
Outro líder religioso americano, o pastor James David Manning, descartou a hipótese de Blair aventando outra acusação ainda mais estapafúrdia: "Barack Hussein Obama não é o Anticristo. Ele é na verdade o próximo Hitler", disse, diante de um jornalista estupefato. Segundo Manning, a crise econômica que vive hoje os Estados Unidos pode ser comparada à da Alemanha pré-Hitler. Além disso, Obama é um orador tão eficiente quando o líder nazista.
Apesar de agora discordar de Blair, Manning, que ficou conhecido durante as eleições americanas por postar no YouTube sermões criticando o então canditado à presidência, afirmou mais de uma vez que Obama, a apresentadora de televisão Oprah Winfrey e o reverendo Jeremiah Wright, da igreja que a família Obama frequentava, formavam a "Trindade do Inferno". Para o religioso, Oprah ficaria com o cargo de "anticristo" e Obama com o de "falso messias".
Nem a comparação de Blair, nem a de Manning, são ideias novas. Existem diversos vídeos na internet atribuindo ao novo presidente dos Estados Unidos papéis pouco ortodoxos. Há inclusive uma reportagem da CNN chamada "Barack Obama é o Anticristo?", e outros vídeos, entre afirmações sérias e piadas.
No começo do ano passado, usuários do Yahoo Respostas nos Estados Unidos já estavam discutindo as diferenças e as semelhanças entre Obama e Adolph Hitler. A polêmica chegou até à versão brasileira do site, onde um internauta explicou, com citações da Bíblia, por que Obama não podia ser a Besta do Apocalipse.
Mais original foi a outra afirmação que Manning fez ao Daily Show: a de que Obama é bissexual. "Bissexual, como uma bicicleta, que anda para os dois lados, só que do espectro sexual", explicou, sem, porém, dar qualquer prova do que estava dizendo. Os blogueiros americanos protestaram o espaço que a TV deu a líderes religiosos tão controversos quanto esses.
Fonte: Época, via
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O presidente dos Estados Unidos é o herói mais admirado pelos norte-americanos, estando mesmo à frente de Jesus Cristo, revela um inquérito nacional divulgado neste sábado. Depois de Obama e Jesus, aparece Martin Luther King como heróis mais admirados.
O estudo, elaborado pela HarrisInteractive ao longo do mês de Janeiro, inquiriu 2634 adultos que, no momento de enumerarem os seus heróis, mencionam na sua maioria em primeiro lugar o presidente Obama.
Em segundo, a parece Jesus Cristo e em terceiro o defensor dos direitos civis Martin Luther King. Entre as 10 personalidades mais votadas aparecem os ex-presidentes Ronald Reagan, George W. Bush, Abraham Lincoln e John F. Kennedy, a madre Teresa de Calcutá, o senador republicano John McCain e o piloto Chelsey Sullenberger, que salvou a vida dos passageiros do avião que amarou no rio Hudson em Nova Iorque quando falharam os motores do aparelho.
A secretária de Estado Hillary Clinton aparece em 12.º lugar da lista, acima do seu marido, Bill Clinton, que ocupa o 16.º lugar.
A lista começou a ser elaborada em 2001 e então Jesus Cristo era o herói mais admirado, seguido de Martin Luther King. Em terceiro lugar figurava o então secretário de Estado Colin Powell, que agora caiu para o 16.º lugar.
Fonte: SOL, via Notícias Cristãs
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Confira trechos da entrevista realizado com o presidente americano Barack Obama pelo pastor Rick Warren, de Saddleback, em Lake Forest, Califórnia.
Rick Warren: A Bíblia diz que integridade e amor são a base da liderança. Esta é uma questão difícil. Ao fazer um autoexame, qual seria a maior falha moral da sua vida? E a maior falha moral dos Estados Unidos?
Barack Obama: Eu dividiria a minha vida em estágios. Tive uma juventude difícil. Meu pai não esteve presente. Houve ocasiões em que experimentei drogas. Bebi na adolescência. E considero que isso ocorreu por causa de um certo egoísmo de minha parte. Eu estava tão obcecado comigo e com as razões para me sentir insatisfeito que não conseguia me concentrar nos outros. Quando me vejo dando um mau passo, acho que na maioria das vezes é porque estou tentando me proteger, em vez de tentar seguir a obra de Deus.
Rick Warren: Sim, o egoísmo fundamental.
Obama: Acho, então, que essa é a minha falha.
Rick Warren: E quanto aos Estados Unidos?
Obama: Acho que a maior falha moral do país, durante a minha vida, tem sido ainda não termos seguido aquele preceito básico em Mateus de que o que se faz ao menor dos meus irmãos é feito a mim.
Rick Warren: É feito a mim, isso mesmo.
Obama: E esse princípio se aplica à pobreza, ao racismo e ao machismo. Aplica-se a não pensar em criar oportunidades para que as pessoas cheguem à classe média. Há a sensação generalizada de que este país, por mais rico e poderoso que seja, não investe tempo suficiente para pensar nessas questões.
Rick Warren: Qual a posição política mais importante que o senhor defendeu há dez anos e que não defende mais, sobre a qual mudou de ideia porque hoje tem outro ponto de vista?
Obama: Um bom exemplo seria a questão da previdência social. Sempre acreditei que nosso sistema de apoio governamental ao bem-estar dos pobres tinha de mudar, mas temia que a legislação a esse respeito, aprovada inicialmente pelo presidente Clinton há uns dez anos, tivesse resultado desastroso. Trabalhei na legislatura do Estado de Illinois para garantir assistência médica, assistência médica infantil e outros serviços às mulheres que perderiam o direito à política da previdência social. Funcionou melhor do que muita gente previa. E uma das coisas de que estou absolutamente convencido é que precisamos exigir que quem recebe auxílio do governo tem de procurar emprego, como peça central de todas as políticas sociais. Não só porque, em última análise, quem trabalha consegue mais renda, mas por causa da dignidade intrínseca ao trabalho, da sensação de ser útil.
Rick Warren: O senhor não deixa dúvidas quanto a sua fé em Jesus Cristo. O que isso significa na sua vida? O que quer dizer confiar em Cristo e o que isso significa no cotidiano?
Obama: Para começar, significa que acredito que Jesus Cristo morreu pelos meus pecados e que sou redimido por Ele. Essa é uma fonte de força e sustentação no dia-a-dia. Sei que não caminho sozinho e acredito que, se me desviar do caminho, talvez possa levar comigo algum ensinamento do que Ele pretende que seja minha vida. E isso significa que tenho esperança de que os pecados que venho cometendo regularmente sejam perdoados. Mas também significa que há um tipo de obrigação a aceitar, não só com palavras, mas com ações: as expectativas que Deus tem em relação a nós. E isso significa pensar nos menores detalhes. Significa agir com justiça e caridade e andar humildemente com Deus. E tentar aplicar essas lições no dia-a-dia, sabendo que vamos ficar um pouco aquém a cada dia, e conseguir tomar nota e dizer: “Bom, não funcionou do jeito que achei que funcionaria, mas talvez eu ainda possa melhorar um pouquinho.” Isso me dá confiança para tentar coisas novas, até mesmo concorrer à presidência, na qual, certamente, vamos errar de vez em quando.
Rick Warren: Vamos tratar do aborto. Em que ponto o bebê passa a ter direitos humanos, na sua opinião?
Obama: Acho que, se a gente olha essa questão do ponto de vista teológico ou científico, responder com certeza está além do meu alcance. Mas vou falar em termos mais gerais sobre a questão do aborto. Estou convencido de que haja um elemento ético e moral nessa questão. Assim, acho que quem tenta negar as dificuldades morais e a gravidade da questão do aborto não está prestando atenção. Esse seria o ponto número 1. Mas o ponto número 2 é que sou a favor da escolha, não porque seja favorável ao aborto, mas porque, em última análise, não acho que as mulheres tomem esse tipo de decisão com leviandade. Elas lidam com o problema de um jeito profundo, consultando o marido, os médicos, o pastor, e os membros da família. Então, para mim, o objetivo agora deveria ser – e é aí que podemos encontrar um terreno em comum – reduzir o número de abortos.
Rick Warren: O senhor já votou para limitar ou reduzir os abortos?
Obama: Sou a favor, por exemplo, de estabelecer parâmetros quanto aos abortos na fase final da gestação se houver risco para a saúde da mãe. Agora, do ponto de vista dos que são a favor da vida, eles considerariam isso inadequado. E respeito a opinião deles. Sabe, uma das coisas que eu sempre disse é que, nessa questão, não dá para discutir com quem acredita que a vida começa na concepção e é coerente com essa crença, porque, para essa pessoa, esta é uma questão de fé. O que posso fazer é perguntar: “Existe uma maneira de trabalharmos juntos para reduzir o número de gravidezes indesejadas, para realmente reduzirmos a sensação de que as mulheres procuram o aborto?” Como exemplo disso, uma das coisas de que já falei é: como oferecer recursos que permitam às mulheres optar por ter o filho? Nós lhes demos a assistência médica de que necessitam? Nós lhes demos os serviços de apoio de que precisam? Nós lhes demos as opções de adoção necessárias? Isso pode fazer grande diferença.
Rick Warren: O senhor pode definir o que é o casamento?
Obama: Acredito que casamento é a união entre um homem e uma mulher. Agora, para mim, como cristão, é também uma união sagrada.
Rick Warren: Apoiaria uma emenda constitucional com essa definição?
Obama: Não, não apoiaria.
Rick Warren: Por que não?
Obama: Porque, em termos históricos, não definimos o casamento na nossa Constituição. Essa tem sido uma questão de lei estadual, de acordo com nossa tradição. A razão pela qual alguns acham que é preciso haver uma emenda constitucional se deve à preocupação com o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Não promovo o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas acredito em uniões civis. Acredito que, quando um homossexual deseja visitar seu parceiro no hospital, por exemplo, o Estado deveria dizer: “Querem saber? Está certo.” Acho que isso não contradiz em nada minha crença básica no que é o casamento. Minha fé e meu casamento são bastante sólidos e me permitem conceder esses direitos civis a outros, mesmo que eu tenha um ponto de vista ou opinião diferente.
Rick Warren: O senhor acha que o mal existe? E, se existe, nós o ignoramos? Negociamos com ele? Podemos restringi-lo? Vencê-lo?
Obama: Acho que o mal existe. Quero dizer, acho que vemos o mal o tempo todo. Vemos o mal em Darfur. Vemos o mal, infelizmente, nas ruas das nossas cidades. Vemos o mal nos pais que agridem cruelmente os filhos. E isso tem de ser enfrentado. Tem de ser enfrentado diretamente. Algo em que acredito com toda a minha força é que, como indivíduos, não somos capazes de apagar o mal do mundo. Essa tarefa é de Deus. Mas podemos ser soldados nesse processo, e enfrentá-lo quando o vemos. Agora, o único aspecto importantíssimo para nós é ter uma certa humildade quando abordamos a questão de enfrentar o mal, porque, historicamente, muito mal já foi cometido com base na alegação de que estávamos tentando enfrentá-lo.
Rick Warren: Em nome do bem?
Obama: Em nome do bem. E acho que é importantíssimo ter uma certa humildade e reconhecer que, só porque achamos que nossas intenções são boas, isso não significa que vamos, de fato, fazer o bem.
Rick Warren: Vamos falar da responsabilidade deste país para com o restante do mundo. Somos uma nação muito abençoada e somos abençoados por sermos, também, uma bênção. A quem muito se dá muito se exige. Assim, vamos tratar de algumas dessas questões, as questões internacionais. Em primeiro lugar, vamos falar da guerra. Como cidadão dos Estados Unidos, pelo que vale a pena morrer? Pelo que vale a pena sacrificar vidas?
Obama: Obviamente, pela liberdade americana, pelas vidas americanas, pelos interesses nacionais americanos.
Rick Warren: Qual seria o seu critério para usar soldados a fim de acabar com o genocídio, como o que está acontecendo em Darfur?
Obama: Acho que não existe uma direção clara e precisa na qual a gente diz: "Pronto, vamos em frente.” Acredito que o caso sempre é de avaliação. O princípio básico tem de ser: se está em nosso poder impedir a matança e o genocídio, e se podemos agir com a comunidade internacional para impedir, então devemos agir.
Rick Warren: Agora, uma questão que me toca profundamente. Muita gente não sabe que há 148 milhões de órfãos no mundo, 148 milhões de crianças criadas sem mãe nem pai. Não precisam estar em orfanatos, precisam é de família. Mas muitas famílias não têm condições de receber essas crianças. O senhor pensaria, e até se comprometeria, em elaborar algum tipo de plano de emergência para os órfãos?
Obama: Acho que é uma grande ideia. É algo que deveríamos nos sentar e planejar, trabalhando com organizações não governamentais, instituições internacionais e o governo americano para descobrir o que podemos fazer. No entanto, para começar, parte do nosso plano tem de ser como impedir que haja mais órfãos. Isto significa ajudar a construir a infraestrutura de saúde pública no mundo inteiro.
Rick Warren: E quanto à perseguição religiosa. O que o sennhor acha que os Estados Unidos deveriam fazer para dar fim à perseguição religiosa, por exemplo, na China, no Iraque e em muitos de nossos supostos aliados? Não falo apenas em perseguição do cristianismo, mas há perseguição religiosa no mundo inteiro, que afeta milhões de pessoas.
Obama: Primeiramente, o que temos de fazer é dar testemunho e falar, e não fingir que isso não está acontecendo. Ter um governo que se pronuncia, que participa de fóruns internacionais, onde podemos denunciar o desrespeito aos direitos humanos e a ausência de liberdade religiosa; acho que isso é fundamental. E algo que considero da maior importância fazermos em todas essas questões é liderar pelo exemplo. Por isso é tão importante para nós ter tolerância religiosa aqui nos Estados Unidos. Por isso é tão importante, enquanto criticamos outros países sobre o estado de direito, garantir que obedecemos ao estado de direito, que respeitamos a garantia de habeas corpus, que não praticamos tortura. Isso nos dá padrões morais para falar das outras questões.
Fonte: SeleçõesVia Pavablog e A FÉ EM BUSCA DE ENTENDIMENTO
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Depois de usar amplamente a web durante sua campanha, e assim atrair principalmente os jovens eleitores americanos, o recém-empossado presidente dos EUA inaugurou o site www.whitehouse.gov/blog/, no qual os internautas podem acompanhar o dia-a-dia das decisões do novo governo e a opinião de Obama sobre temas específicos.
Como era de se esperar, porém, são assessores do presidente, e não o próprio, os responsáveis por atualizarem o blog. Mesmo assim, não deixa de ser curioso ler notícias sobre o governo do país mais poderoso do planeta divulgadas por um meio que se tornou popular por sua informalidade e por encurtar a distância entre o autor e o leitor.
Fonte: Yahoo Notícias Bilizeus e PavaBlog
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Por Haroldo Luís Ribeiro Tôrres Alves
A imprensa internacional chegou a afirmar que Barack Obama não estaria tomando posse da presidência dos Estados Unidos, mas assumindo a presidência do mundo, e o que passou a se ver é uma verdadeira idolatria, segundo fontes leigas.
Isso porque foram colocadas nele a esperança de uma "Nova Era", como se ele pudesse tomar medidas para conter a crise econômica mundial, bem como resolver o conflito no Oriente Médio entre árabes e israelenses, já que sua ascendência, incluindo o seu nome mulçumano, possibilitariam que a imagem norte-americana do "grande Satã" pudesse ser transformada em um aliado que fará pressão para que Israel negocie a paz abrindo mão dos territórios, ocupados militarmente, para ser criado definitivamente o Estado Palestino com a futura divisão da cidade de Jerusalém.
Assessores políticos de Barack Obama, anti-israelitas declarados, Zbigniew Brzezinski e Robert Malley, abriram negociações com a Síria e com o Irã, durante a campanha política pré-eleições, segundo o artigo publicado no "Jerusalem Post" - Coluna UM, por Caroline Glick, no último mês de dezembro. O artigo alerta aos israelenses sobre os perigos que a eleição de Barack Obama irá trazer a Israel e aos judeus de todo o mundo, mencionando também informações do "The Washington Post" nessa mesma direção.
No discurso de posse, Barack Obama mencionou por três vezes a intensão de aproximação com o mundo islâmico, o que o tornaria conhecido como o "príncipe da paz" para o mundo, bem como o "salvador do mundo", ao diminuir os efeitos da crise econômica global ao criar mecanismos de controle do déficit norte-americano e diminuir as perdas nas bolsas de valores em todo o mundo.
Alguns mais atentos não vão entrar nessa euforia mundial, enquanto outros vão desconfiar das propagandas de um "Cristo de uma nova era", que biblicamente conhecemos como a pessoa do anti-Cristo.
Será Barack Obama o anti-Cristo? Não, apesar de haver pontos coincidentes.
O anti-Cristo descrito nas profecias é um homem que "virá caladamente e tomará o reino com intrigas" (Daniel 11.21). Ou seja, tem uma identidade camuflada, apesar de ser um grande líder mundial.
Ele também fará parte da aliança árabe-israelense que determinará a troca de terras ocupadas militarmente por Israel por "paz e segurança" por um período de sete anos (Daniel 9.27), após as resoluções de uma Conferência Internacional com os estrangeiros tirando os bens de Israel e lançando sortes sobre Jerusalém (Obadias 11 a 14), para dividi-la entre o Estado de Israel e o futuro Estado Palestino.
O anti-Cristo será o mediador do plano de paz, mas não a figura principal, vindo caladamente, pois somente na metade da aliança de sete anos é que se manifestará rompendo o acordo e tomando o reino com intrigas (Daniel 9.27), exigindo adoração e culto de todas as nações e destruindo o seu próprio povo israelense (Isaías 14.20) que vai recusar essa adoração por esperar o verdadeiro Messias (Daniel 11.32 a 34; Zacarias 12.10; Lucas 21. 12 a 24).
Assim o anti-Cristo não será descendente mulçulmano, como Barack Obama, mas será um descendente de Israel que se apresentará para ser adorado no futuro Templo reconstruído em Jerusalém (2ª Tessalonicenses 2. 4, Mateus 24.15), que depois perseguirá o seu próprio povo (Apocalipse 12. 1 a 6 e 13 a 18), que reconhecerá o verdadeiro Messias, Jesus, e recusando adorar o falso Cristo.
O anti-Cristo de ascendência judaica, embora vindo caladamente e sem o reconhecimento internacional que se trata de um descendente judeu, não será um norte-americano, mas será o décimo-primeiro rei do Império Romano restaurado (Daniel 7. 23 a 25). Ou seja, um líder europeu que tomará o reino com intriga ao derrubar três outros reis do mesmo reino, como atualmente vemos a Europa estar caminhando para uma Constituição Européia em detrimento das constituições nacionais, após a assinatura do Tratado de Lisboa, e quer definir eleitoralmente o primeiro Presidente do Conselho Europeu em 2009 não com todos os países que estão se unindo economicamente na "Zona do Euro", mas uma união política, com quatro dentre os dez "dedos de ferro e barros" (Daniel 2.40 a 44) atualmente estarem determinando o futuro da União Européia, a saber, Alemanha, França, Itália e Grã-Bretanha, três dos quais cairão diante do anti-Cristo (Daniel 7.24).
Barack Obama é uma esperança para o mundo e poderá ter grandes realizações para que o verdadeiro anti-Cristo esteja caminhando paralelamente e caladamente até tomar o reino com intrigas e submeter todos os povos ao seu domínio (Apocalipse 13.7 e 8).
À Igreja cabe discernir que muitos anti-Cristos têm surgido na última hora (1ª João 2.18), alguns com sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos (Mateus 24.24).
É tempo da Igreja proclamar que a única salvação está no nome de Jesus e não há salvação em nenhum outro (Atos 4.12), nem em Barack Obama ou qualquer outro líder mundial.
Que Deus nos dê sabedoria e entendimento.
www.arevelacao.com.br
Fonte: Ultimato, via Notícias Cristãs
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Barack Hussein Obama se tornou o 44º presidente dos Estados Unidos, após jurar sobre a Bíblia e diante de mais de 2 milhões de pessoas reunidas em frente ao Capitólio de Washington "desempenhar com fidelidade o cargo e defender a Constituição dos EUA".
Na oração invocatória, o reverendo Rick Warren afirmou que o povo americano é grato por viver em uma terra de oportunidades, onde alguém como Obama pode tornar-se presidente.
Em entrevista no período que era candidato ele fala sobre a sua religião: "Sou cristão, e um cristão devoto. Acredito na morte remissória e na ressurreição de Jesus Cristo. Acredito que esta fé abre-me um caminho para ser limpo do pecado e obter a vida eterna. Mas, o mais importante é que eu acredito no exemplo de Jesus ao alimentar o faminto e curar o doente, priorizando o menor em lugar dos poderosos"
No entanto, um dos pontos importantes a serem destacados é o fato dele também ser Maçon do Grau 32.
Abaixo transcrevemos a pesquisa realizada na Loja Maçon Prince Hall dos EUAO presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama é um Sublime Príncipe do Real Segredo, Grau 32 do Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA), de Obediência pertencente à Maçonaria Prince Hall”.
Fontes: Maçonaria Brasileira e Portal Maçom - UNIMAB, via Portal Gospel TV
Prince Hall é o primeiro alojamento maçônico dos EUA, sendo o nome vindo de seu fundador e master, o qual era o mais famoso indivíduo na área de Boston durante a Revolução Americana e virada do Século 19.
Prince Hall era um escravo na área de couro em Boston, e pertencia a William Hall no final dos anos 1740 e ganhou a liberdade em 9 de abril de 1770, como um prêmio (reconhecimento), após 21 anos de serviço.
PrinceHall e outros 14 negros da área de Boston se aproximaram de um alojamento Britânico de Freemasons (Maçons Livres), relacionado ao 38º Regimento em Boston.
Hall e os outros negros iniciaram (sendo Processo de Iniciação), no alojamento em 6 de março de 1775.
O Regimento foi embora da área em seguida, e o Sargento John Batt, que estava no comando da Iniciação, escreveu uma permissão limitada em 17 de março, autorizando o grupo a ter certos privilégios maçons, bem como permissão para se encontrarem como Loja.
Em 3 de julho de 1775. o grupo formou o “African Lodge Nº 1 (Loja Africana Nº1), a primeira Loja aceita de maçons negros e livres do mundo e Hall foi feito seu Master (Venerável Mestre).
O Grand Master (Grão Mestre) da América do Norte, John Rowe, concedeu à Loja a segunda permissão para continuar suas atividades.
No entanto, a Maçonaria Negra permaneceu separada da Maçonaria Branca nos Estados Unidos, porque os maçons brancos não aceitaram os maçons negros, apesar dos princípios de fraternidade. Hall expandiu sua organização a outras cidades, mas como ele estava limitado a população negra, as novas lojas que surgiam eram chamadas de “Lojas Negras”.
Em 24 de junho de 1797, uma segunda loja negra foi criada em Providence, Rhode Island. Um ano depois, a terceira foi iniciada na Philadelphia, com Absalom Jones sendo o Master.
Prince Hall morreu em Boston em 4 de dezembro de 1807.
Atos fúnebres, de acordo com os rituais maçônicos, foram realizados em sua casa, em Lendell’s Lane, uma semana depois. Ele foi enterrado na Rua 59 Mattews Cemetery, em Boston, no final de março de 1808.
Com um ano de sua morte, os seguidores de Hall trocaram o nome da Loja e deram o nome de seu líder.
Essa sociedade secreta continuou a crescer nos Estados Unidos, mas continua separada da Maçonaria Branca até os dias atuais.
Hoje, Prince Hall é uma fraternidade maçônica com seus prédios devidamente identificados, seus membros se identificam com anéis, adesivos e pins.
Um dos membros mais famosos e também um Prince Hall Mason de 32º, se tornou um candidato a Presidência dos Estados Unidos em 2008. Seu nome é Barack Hussein Obama II.
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Ativista ateu diz que a menção a Deus exclui não-religiosos.
Corte vai julgar pedido para retirar 'com a ajuda de Deus' do texto.
Daniel Buarque
Uma das instituições mais tradicionais da posse dos presidentes norte-americanos pode ser mudada neste ano.
Diferentemente do que aconteceu com os outros líderes do executivo do país, quando Barack Obama assumir o cargo, no próximo dia 20, ele pode não repetir a expressão “So help me God” (algo como “com a ajuda de Deus”, em tradução livre), que sempre conclui o juramento formal de posse.
Isso vai ser decidido nesta quinta-feira (15), quando uma corte distrital da capital vai julgar o pedido do advogado Michael Newdow, ativista ateu que busca tirar referências religiosas de práticas do governo do país. Segundo ele, com a menção a Deus, incluída pela Suprema Corte, os cidadãos de outras crenças são excluídos do discurso que deveria ser representativo de toda a população do país.
“Decidi fazer isso porque acredito profundamente na igualdade. Acho que não há igualdade quando o governo toma uma decisão que envolve escolhas religiosas”, disse, em entrevista ao G1, por telefone. Se depender dele, o juramento vai se encerrar na menção à Constituição, sem falar em religião.
O presidente eleito, disse Newdow, pode falar sobre religião ou qualquer outro tema que o interesse em seu discurso pessoal durante a cerimônia. “O que reclamo é que a Suprema Corte dos Estados Unidos defina que o texto constitucional do juramento obrigatório para que o presidente assuma o cargo inclua uma citação a Deus. A Justiça não pode mudar a Constituição com base em religião nenhuma. Isso me ofende pessoalmente. Os indivíduos podem fazer o que quiserem, mas o meu governo não pode dizer que nós, como povo, acreditamos em nada.”
Tradição
O texto do juramento diz: “Eu solenemente juro que vou executar fielmente o cargo de presidente dos Estados Unidos, e vou fazer o possível para proteger, preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos”. Ele fez parte da posse de todos os presidentes, e a tradição diz que o primeiro líder do país, George Washington, teria incluído a menção a Deus no final, em 1789.
Por mais que se questione atualmente a falta de provas de que Washington tenha se referido a Deus, muitos defendem a conclusão como parte da tradição política do país. Newdow, entretanto, discorda do argumento e acusa a tradição de ter elementos nocivos para a sociedade.
“Este argumento da tradição já serviu para dizer que era tradição manter brancos e negros em lugares separados nos ônibus, ou dizer que as mulheres não podiam trabalhar. Muitas tradições são nocivas, e precisam ser analisadas para poder respeitar os direitos civis, independentemente do que dizem a história e a tradição”, disse.
Outras mudanças
Nessa linha, o pedido legal para mudar o juramento é só um dos processos de que Newdow é autor. Se depender dele, os Estados Unidos também vão tirar a expressão “Em Deus nós confiamos” das cédulas de dólar, e mudar também o texto do pledge of allegiance, juramento de lealdade à nação, que ganhou menção a Deus ao longo dos tempos.
“Nosso país foi construído sobre uma ideia de que o governo deveria ficar de fora, separado da religião. Foi um invenção maravilhosa. É um absurdo que uma declaração modelo do nosso país inclua uma menção religiosa que exclui boa parte dos seus cidadãos”, disse.
Por mais que alegue que seus processos pedem apenas o cumprimento do que está definido na Constituição, Newdow admite que é muito pouco provável que a Justiça do país aceite a mudança e retire as menções a Deus do governo. “Não posso dizer o que vai acontecer. Acho difícil ser aprovado, pois é mais fácil eles ignorarem e não levarem a sério de que seguirem a Constituição”, disse.
Religião
Newdow tenta deixar claro que sue problema não é a religião, que ele diz defender com tanta força quanto seu direito ao ateísmo. Igualdade acaba sendo a palavra a que sempre volta enquanto explica seus pedidos de mudança. “Não estou indo contra a religião, apenas quero que o governo não assuma nada relacionado a religião em meu nome. Se o juramento de posse do presidente dissesse que Deus não existe eu também defenderia a mudança em respeito aos que acreditam”, disse.
Na entrevista, ele contou que recebe muitos e-mails xingando-o e que normalmente responde a essas pessoas explicando quer que o governo trate e todas as pessoas e crenças de forma igualitária. Segundo ele, as menções religiosas do governo evidenciam um preconceito sofrido pelos ateus no país.
“Pesquisas apontam que 30% da população norte-americana diz achar que os ateus são imorais. Um vizinho já falou para o filho não brincar com minha filha porque eu sou ateu. Tem gente que perde dinheiro por isso, perde emprego, há uma perseguição real”, disse. “Defendo o direito de as pessoas acreditarem no que quiserem, mesmo no criacionismo, e acho que eles podem tentar convencer o máximo de pessoas que quiserem. Mas devo ter o direito de não acreditar, se quiser.”
Segundo ele, parte da sua função descrita pela mídia como “ativista do ateísmo” é de agitador. “O que faço é similar ao Monstro de Espaguete Voador (sátira ao criacionismo que diz que Deus é o referido monstro), no sentido de tentar abrir os olhos das pessoas para o lado ridículo de acreditar em Deus. Minha questão jurídica, entretanto, é diferente. Estou tentando garantir o meu direito de não acreditar em Deus e de que o governo trate a todas as religiões de forma igualitária. Não me considero um ativista do ateísmo, defendo a igualdade.”
Fonte: G1
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Obama escolhe pastor evangélico para cerimônia de posse
Sob críticas de grupos liberais e defensores dos direitos dos gays, Barack Obama anunciou nesta quarta-feira que o pastor evangélico Rick Warren irá celebrar sua posse como presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro próximo.
Warren é um dos mais influente líderes religiosos dos EUA, atuando em questões como redução da pobreza mundial, direitos humanos e Aids. No entanto, ele se opõe ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e ao aborto, o que o coloca em posição oposta à maioria do Partido Democrático, em especial da sua ala mais liberal.
A nomeação gerou comentários de grupos como o People For the American Way, organização que se dedica à busca de valores como igualdade, liberdade de expressão, de religião, direito à justiça entre outros, e ao ensino do evolucionismo nas escolas, em vez do criacionismo, conforme declarado em sua missão.
A presidente da entidade, Katryn Kolbert se declarou "profundamente desapontada" com a escolha de Warren para a cerimônia de posse, que ela acredita que deveria ser realizada por alguém com "consistentes valores americanos dominantes".
Uma das porta-vozes de Obama, Linda Douglass, defendeu a escolha do pastor, dizendo: "Esta será a cerimônia de posse mais inclusiva, aberta e acessível da história dos EUA."
Folha, via Notícias Cristãs
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Por Matthew Cullinan Hoffman
Durante sua campanha presidencial Barack Obama consultou várias vezes Gene Robinson, um homossexual praticante cuja nomeação como bispo anglicano dividiu a denominação anglicana mundial.
De acordo com uma entrevista publicada no Times Online, uma parte do jornal inglês Times de Londres, a equipe de Obama fez tudo o que pôde para chegar até Robinson, e Obama se encontrou com o bispo polêmico em três ocasiões separadas.
Robinson disse ao Times que Obama comparou sua próprio nomeação pioneira como o primeiro candidato negro de um grande partido político à nomeação de Robinson como o primeiro bispo anglicano que vive abertamente com seu amante homossexual.
“Uma das coisas sobre as quais Barack eu conversamos quando estávamos reunidos era exatamente a experiência de ser primeiro e o perigo disso e conversamos sobre sermos demonizados por um lado e, não sei se a palavra consta no dicionário, pelo outro”, disse Robinson.
“As pessoas têm sobre nós expectativas negativas e positivas, e nada disso é real. E é importante permanecer no centro e firme no meio disso, de modo que não comecemos a crer na imprensa negativa ou na imprensa positiva”.
Robinson também disse ao Times que Obama lhe deu garantia de “seu apoio amplo e profundo em prol de plenos direitos civis para gays e lésbicas” e disse que Obama concorda com ele que os valores religiosos não devem ser “impostos” no governo.
“A coisa que eu gosto nele e o que ele disse acerca dessa questão é que ele e eu concordamos acerca do lugar devido da religião frente ao Estado secular. Isto é, não impomos nossos valores religiosos no Estado secular porque assim disse Deus”, disse Robinson, que acrescentou que ele crê que as pessoas não podem argumentar em favor de suas posições políticas com base em suas convicções religiosas.
“E penso que o governo Bush pode ter passado dos limites em termos de oferecer apoio a grupos de natureza religiosa que estavam usando seus serviços sociais para fazer proselitismo e evangelismo. Eu diria que isso é impróprio”, acrescentou Robinson.
Como conseqüência da nomeação de Robinson como bispo anglicano de New Hampshire em 2003 assim como outras mudanças no ensino e prática da Igreja Anglicana, grande parte da denominação anglicana na África, Ásia e América do Norte ameaçou se separar da denominação anglicana.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: LifeSiteNews, via O Verbo
Por Amenidades da Cristandade
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Assista ao vídeo onde Barak Obama, há alguns meses atrás, fala de suas opiniões sobre religião, em particular o cristianismo. Apesar de se declarar cristão, neste discurso ele critica duramente a religião cristã e faz algumas declarações irônicas e fora de contexto sobre a Bíblia, como por exemplo: "Que passagens das escrituras devriam instruir as nossas políticas públicas? Deveríamos escolher o Levítico, que sugere que a escravidão é aceitável? E que comer frutos do mar é uma abominação? Ou poderíamos escolher o Deuteronômio, que sugere apedrejar seu filho, se ele se desviar da fé?". Confira.
Amenidades da Cristandade
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WASHINGTON (AFP) — A filha do líder da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos Martin Luther King, Bernice King, celebrou nesta terça-feira a eleição de Barack Obama como o primeiro presidente negro dos Estados Unidos e afirmou que seu pai “estaria orgulhoso”.
“Eu sei que meu pai estaria orgulhoso dos Estados Unidos por isto”, disse Bernice King em entrevista ao canal CNN, pouco depois do anúncio da vitória do democrata Barack Obama.
“Isto significa que o trabalho pelo qual meu pai e minha mãe se sacrificaram não foi em vão. (…) Fiquei muito nervosa esta noite e chorei à espera do anúncio”, afirmou de Atlanta, Geórgia, a filha do mártir da luta pelos direitos civis, assassinado há 40 anos.
“Martin Luther King estaria orgulhoso da grande quantidade de jovens que compareceram às urnas para que isto fosse possível. É um novo dia que começa nos Estados Unidos”, acrescentou.
Fonte: AFP via O Verbo
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Acaba de ser anunciado um fato histórico: o primeiro negro (ou mestiço, como prefere ser chamado - no Brasil seria "mulato") na presidência dos Estados Unidos.
Confira um artigo do Reverendo Caio Fábio sobre suas perspectivas deste novo momento da história mundial.
PRESIDENTE BARACK Gandhi-Luter-Kennedy-Mandela OBAMA
Apenas 14% das urnas foram abertas até agora, enquanto escrevo este texto, mas, considerando que são urnas de estados Reds, ou seja, Republicanos, tudo indica que o Senador Barack Hussein Obama II, Democrata, possa vir a ser o novo Presidente dos Estados Unidos da América.
Quem sabe?
Entretanto... Vejamos:
Nascido em Honolulu, Havaí, filho de Barack Hussein Obama, do Quênia, e de Ann Dunham, uma americana branca de Wichita, no Kansas, com nome de imperador ou rei, Barack Hussein Obama II apresenta-se com experiência multi-cultural em todas as perspectivas; fazendo de seu nome, sua cor, suas heranças, sua internacionalidade, de sua multi-racialidade, de sua inter-religiosidade, e de sua experiência com serviços humanos — o que faltava à América e ao mundo, em termos de novo paradigma de Imperador Global, amado pela mídia, aguardado como messias por quase todos os povos, especialmente os árabes, africanos e grupos étnicos segregados ou estigmatizados.
Obama, sendo Presidente da América do Norte, candidata-se no ato de sua vitória a salvador não apenas dos States, mas de toda a Terra.
Sim! Ele surge dizendo que quando sua família se reúne, com gente branca, negra e de nações diferentes, com costumes e crenças diferentes, é como se “uma Mine-Nações-Unidas estivesse em reunião”. Assim, Barack Hussein Obama II confessa que já carrega as nações unidas como herança de família.
Obama tem o pedigree!
Obama é perfeito.
Magro, simpático, elegante, fluente, eloqüente, rápido de raciocínio, bom de câmera, conectado com esta geração, emblemático em sua aparência, em sua genética universal e em sua condição de multi-tudo, o futuro novo Presidente dos Estados Unidos sente-se como o homem da Era, e não apenas da Hora.
O discurso de Barack Hussein Obama II é ótimo. Suas propostas são boas. E sua capacidade de diálogo é imensa. Obama é tudo o que um governante precisa ser nestes dias a fim de ser relevante ao mundo.
A escolha de Hussein Obama teria tudo para me alegrar, como, por exemplo, a eleição de Clinton me alegrou no inicio da década de 90.
Mas não estou alegre, embora, por convicção, jamais também votasse em McCain se lá eu tivesse que votar.
Ora, por que Barack Hussein Obama II, o presidente perfeito, não me alegra?
Não consigo me alegrar em nada que não me traga um testemunho espiritual acerca da natureza da pessoa.
No que diz respeito à Barack Hussein Obama II, o que sinto é que ele seria ótimo se ele mesmo não se achasse mais que ótimo.
Na realidade Obama se sente o messias deste século.
Sim! O homem que veio para salvar a América e unir o mundo.
Ou seja:
Barack Hussein Obama II é candidato a Gandhi-Luter-Kennedy-Mandela — na esperança de que no caso dele não haja assassinatos, como aconteceu com os três primeiros, e nem encarceramento, como se deu com o último.
O sonho de um homem como Obama não é matar Osama, mas sentar com ele e convertê-lo em Obama.
Não creio que Obama queira fazer nada de mal. Meu único problema com ele tem a ver exclusivamente com o mal que ele pode fazer apenas por se ver como um ente messiânico desenhado para unir o mundo.
Ou seja: Obama se sente como um Filho do Homem; como um ser que é a melhor síntese humana.
Ora, uma pessoa como Barack Hussein Obama II, ainda que seja um Hitler ao contrário, mesmo assim sofre do surto que torna governantes poderosos em seres extremamente perigosos.
O mais é ver... Sempre com as melhores esperanças, porém, sem ingenuidade quanto ao discernimento de espíritos.
Torcendo para estar totalmente enganado,
Caio
4 de novembro de 2008
Lago Norte
Brasília
DF
Fonte: Caio Fábio
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