1 - Pergunte-os porque eles estão chateados com Deus.
2 - Diga-os que se não há Deus, eles poderiam também começar a matar pessoas.
3 - Convide-os para rezar com você.
4 - Convide seus filhos para irem à Igreja com você.
5 - Insista que existe um Deus, e mostre que a Bíblia assim o diz.
6 - Quando lhe mostrarem a criação bíblica no Gênesis, insista que os Hebreus tinham todo tipo de conhecimentos científicos, por serem inspirados por Deus.
7 - Diga-os que o universo é complexo demais para apenas existir e que precisa ser criado por um Deus que apenas existe.
8 - Invente estatísticas.
9 - Termine a discussão com Bem, eu sei que vocês são mais inteligentes do que eu, mas eu sei que eu estou certo.
10 - Use a 2ª Lei da Termodinâmica deturpadamente para refutar a Evolução.
11 - Levante argumentos que não faça sentido algum, e depois critique suas respostas com O que você fala não faz sentido.
12 - Alegue que Einstein era um cristão.
13 - Alegue que Hitler era um ateu.
14 - Poste argumentos insanos no fórum, e não acompanhe as discussões.
15 - Diga que o laicismo não está na Constituição, e insista que ela é baseada nos 10 mandamentos.
16 - Cite Adauto Lourenço como uma fonte legítima de informação.
17 - …e o chame de “Dr. Adauto”.
18 - Diga que eles sabem que Deus existe em seus corações.
19 - Depois de perder o argumento, diga Tenho pena de você.
20 - Acuse-os de vigorosamente negarem a verdade óbvia.
21 - Use péssima matemática para fundamentar suas alegações.
22 - Quando eles citarem um versículo bíblico que pareça ruim, diga que é o que o verso diz mas não é o que ele quis dizer.
23 - Argumente que as histórias bíblicas não são mitos… são parábolas. E que são todas verdade!
24 - Critique o Big Bang mesmo avisando que você é leigo em física.
25 - Diga que o dilúvio mundial ocorreu mesmo avisando que você é leigo em geologia.
Fonte: Uhull, via PavaBlog
Por Amenidades da Cristandade
Respeite os direitos autorais! Ao reproduzir este texto, cite as fontes, inclusive as intermediárias!
Ponha isso no seu cachimbo e fume!
Vemos nesse vídeo parte do debate do Dr. William Lane Craig com o ateu darwinista Peter Atkins. Em certo ponto do debate, Atkins argumentou que a ciência podia explicar tudo, portanto, Deus não era mais necessário. Para ele, as proposições metafísicas não podem ser provadas, portanto, não podem ser verdadeiras. Craig dá uma tremenda "raquetada" em Atkins ao provar que há várias verdades que não podem ser submetidas ao método científico, mas que nem por isso são menos cognoscíveis.
Contudo, a parte mais engraçada é aquela em que o moderador do debate, William F. Buckley Jr. não consegue conter sua admiração com o argumento do Craig, e diz para o coitado do Atkins, que nesse momento já estava com uma tremenda cara de marmita: "Ponha isso no seu cachimbo e fume!" (o que deve ser a versão americana de "chupa essa manga!", kkk)
Fonte: Apologia do Cristianismo, via Púlpito Cristão
Por Amenidades da Cristandade
Respeite os direitos autorais! Ao reproduzir este texto, cite as fontes, inclusive as intermediárias!
Leia também os Posts Relacionados
.....................................................................................................................................................................................................
Ativista ateu diz que a menção a Deus exclui não-religiosos.
Corte vai julgar pedido para retirar 'com a ajuda de Deus' do texto.
Daniel Buarque
Uma das instituições mais tradicionais da posse dos presidentes norte-americanos pode ser mudada neste ano.
Diferentemente do que aconteceu com os outros líderes do executivo do país, quando Barack Obama assumir o cargo, no próximo dia 20, ele pode não repetir a expressão “So help me God” (algo como “com a ajuda de Deus”, em tradução livre), que sempre conclui o juramento formal de posse.
Isso vai ser decidido nesta quinta-feira (15), quando uma corte distrital da capital vai julgar o pedido do advogado Michael Newdow, ativista ateu que busca tirar referências religiosas de práticas do governo do país. Segundo ele, com a menção a Deus, incluída pela Suprema Corte, os cidadãos de outras crenças são excluídos do discurso que deveria ser representativo de toda a população do país.
“Decidi fazer isso porque acredito profundamente na igualdade. Acho que não há igualdade quando o governo toma uma decisão que envolve escolhas religiosas”, disse, em entrevista ao G1, por telefone. Se depender dele, o juramento vai se encerrar na menção à Constituição, sem falar em religião.
O presidente eleito, disse Newdow, pode falar sobre religião ou qualquer outro tema que o interesse em seu discurso pessoal durante a cerimônia. “O que reclamo é que a Suprema Corte dos Estados Unidos defina que o texto constitucional do juramento obrigatório para que o presidente assuma o cargo inclua uma citação a Deus. A Justiça não pode mudar a Constituição com base em religião nenhuma. Isso me ofende pessoalmente. Os indivíduos podem fazer o que quiserem, mas o meu governo não pode dizer que nós, como povo, acreditamos em nada.”
Tradição
O texto do juramento diz: “Eu solenemente juro que vou executar fielmente o cargo de presidente dos Estados Unidos, e vou fazer o possível para proteger, preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos”. Ele fez parte da posse de todos os presidentes, e a tradição diz que o primeiro líder do país, George Washington, teria incluído a menção a Deus no final, em 1789.
Por mais que se questione atualmente a falta de provas de que Washington tenha se referido a Deus, muitos defendem a conclusão como parte da tradição política do país. Newdow, entretanto, discorda do argumento e acusa a tradição de ter elementos nocivos para a sociedade.
“Este argumento da tradição já serviu para dizer que era tradição manter brancos e negros em lugares separados nos ônibus, ou dizer que as mulheres não podiam trabalhar. Muitas tradições são nocivas, e precisam ser analisadas para poder respeitar os direitos civis, independentemente do que dizem a história e a tradição”, disse.
Outras mudanças
Nessa linha, o pedido legal para mudar o juramento é só um dos processos de que Newdow é autor. Se depender dele, os Estados Unidos também vão tirar a expressão “Em Deus nós confiamos” das cédulas de dólar, e mudar também o texto do pledge of allegiance, juramento de lealdade à nação, que ganhou menção a Deus ao longo dos tempos.
“Nosso país foi construído sobre uma ideia de que o governo deveria ficar de fora, separado da religião. Foi um invenção maravilhosa. É um absurdo que uma declaração modelo do nosso país inclua uma menção religiosa que exclui boa parte dos seus cidadãos”, disse.
Por mais que alegue que seus processos pedem apenas o cumprimento do que está definido na Constituição, Newdow admite que é muito pouco provável que a Justiça do país aceite a mudança e retire as menções a Deus do governo. “Não posso dizer o que vai acontecer. Acho difícil ser aprovado, pois é mais fácil eles ignorarem e não levarem a sério de que seguirem a Constituição”, disse.
Religião
Newdow tenta deixar claro que sue problema não é a religião, que ele diz defender com tanta força quanto seu direito ao ateísmo. Igualdade acaba sendo a palavra a que sempre volta enquanto explica seus pedidos de mudança. “Não estou indo contra a religião, apenas quero que o governo não assuma nada relacionado a religião em meu nome. Se o juramento de posse do presidente dissesse que Deus não existe eu também defenderia a mudança em respeito aos que acreditam”, disse.
Na entrevista, ele contou que recebe muitos e-mails xingando-o e que normalmente responde a essas pessoas explicando quer que o governo trate e todas as pessoas e crenças de forma igualitária. Segundo ele, as menções religiosas do governo evidenciam um preconceito sofrido pelos ateus no país.
“Pesquisas apontam que 30% da população norte-americana diz achar que os ateus são imorais. Um vizinho já falou para o filho não brincar com minha filha porque eu sou ateu. Tem gente que perde dinheiro por isso, perde emprego, há uma perseguição real”, disse. “Defendo o direito de as pessoas acreditarem no que quiserem, mesmo no criacionismo, e acho que eles podem tentar convencer o máximo de pessoas que quiserem. Mas devo ter o direito de não acreditar, se quiser.”
Segundo ele, parte da sua função descrita pela mídia como “ativista do ateísmo” é de agitador. “O que faço é similar ao Monstro de Espaguete Voador (sátira ao criacionismo que diz que Deus é o referido monstro), no sentido de tentar abrir os olhos das pessoas para o lado ridículo de acreditar em Deus. Minha questão jurídica, entretanto, é diferente. Estou tentando garantir o meu direito de não acreditar em Deus e de que o governo trate a todas as religiões de forma igualitária. Não me considero um ativista do ateísmo, defendo a igualdade.”
Fonte: G1
Por Amenidades da Cristandade
Respeite os direitos autorais! Ao reproduzir este texto, cite as fontes, inclusive as intermediárias!
Leia também os Posts Relacionados
.....................................................................................................................................................................................................
Os problemas de África não podem ser resolvidos só com ajudas financeiras, mas os Africanos precisam de conhecer a Deus, afirma um jornalista ateu e ex-político.
A religião oferece mudança aos corações e às mentes das pessoas - algo que a ajuda não pode fazer, diz Matthew Parris, um ex-membro conservador do parlamento Britânico, numa coluna para o jornal Britânico The Times.
“[Sendo] Agora um ateu confirmado, tornei-me convicto da enorme contribuição que o evangelismo Cristão faz na África: bastante distinta do trabalho das ONGs seculares, projectos governamentais e esforços de ajuda internacional”, escreve Parris, que nasceu em Joanesburgo, África do Sul , mas agora vive em Inglaterra. “Estes, por si só, não serão suficientes. A educação e treinamento, por si só, não serão suficientes.”
Ele prosseguiu dizendo que “Na África, o Cristianismo muda o coração das pessoas. Ele produz uma transformação espiritual. O renascimento é real. A mudança é boa.”
A sua aparente epifania dos efeitos positivos do Cristianismo na África surgiu após uma viagem ao Malawi antes do Natal. Lá, ele reuniu-se com uma pequena instituição de caridade Britânica que trabalha para instalar bombas em poços nas aldeias para manter a água selada e limpa.
Embora a instituição de caridade, Pump Aid, seja secular, ele percebeu que os membros da equipa mais impressionantes eram em privado, “firmes” Cristãos. Embora ele se lembre que nenhum dos membros da instituição de caridade tenha falado sobre religião, ele diz que viu um deles estudando um livro de devocionais no carro e outro saindo para ir à igreja num Domingo ao amanhecer.
“Estaria de acordo com os meus desejos, acreditar que a sua honestidade, diligência e optimismo no seu trabalho não tinham relação com a sua fé pessoal”, admite Parris. “O seu trabalho era secular, mas certamente afectado por aquilo que eles eram … influenciado por uma concepção do lugar do homem no Universo que o Cristianismo tem ensinado.”
Encontrar os Cristãos que trabalhavam para a Pump Aid também o fez lembrar-se das suas memórias de missionários Cristãos que ele conheceu quando era ainda um menino crescendo em África.
Ele recorda a forma como os Africanos convertidos ao Cristianismo que ele conheceu quando era menino “eram sempre diferentes.” A sua nova religião não os confinava, mas parecia libertá-los e relaxá-los, diz Parris.
“Havia uma vivacidade, uma curiosidade, uma dedicação para com o mundo – uma rectidão nas suas relações com os outros – que parecia estar em falta na vida tradicional Africana”, recorda ele. “Eles estavam à altura.”
O Cristianismo, acrescenta ele, também ajuda a libertar os Africanos da mentalidade comunal e supersticiosa que reprime a individualidade. Parris critica a “mentalidade rural tradicional” por alimentar “‘manda-chuvas’ e gangsters políticos” em cidades Africanas que ensinam “um respeito exagerado” por um “líder presunçoso” que não deixa espaço para a oposição.
Mas o Cristianismo – pós-Reforma e pós-Lutero – ensina uma “relação directa, pessoal e nos dois sentidos entre o indivíduo e Deus”, que elimina a mediação pelo grupo, ou qualquer outro ser humano, diz Parris. Ele oferece uma organização de vida social para aqueles que querem “abandonar uma mentalidade tribal asfixiante”.
“É por isso e assim que ele liberta”, afirma Parris.
Ele conclui afirmando que para a África poder ser competitiva com outros líderes mundiais no século XXI, não deve pensar apenas que os bens materiais e o conhecimento são tudo o quanto precisa para o desenvolvimento e mudança.
“Todo um sistema de crenças tem primeiro de ser suplantado”, considera o jornalista ateu.
Ele adverte que retirar o evangelismo Cristão da “equação Africana” poderá “deixar o continente à mercê de uma fusão maligna da Nike, do feiticeiro, do telemóvel e da catana.”
Fonte: Christian Today Portugal e Gospel+
Por Amenidades da Cristandade
Respeite os direitos autorais! Ao reproduzir este texto, cite as fontes, inclusive as intermediárias!
Leia também os Posts Relacionados
.....................................................................................................................................................................................................




