PG manda avisar com muita alegria e satisfação a todos os seus admiradores que tem trabalho novo chegando. “Este ano, eu começo um novo projeto musical e espero concluí-lo até o final deste ano. Aguardem!”, entrega.
Confira a entrevista:
O que representou o Oficina G3 na sua vida?
Uma grande oportunidade de Deus em minha vida, para aprender mais do ministério de louvor. Acredito que sou uma referência para uma geração que ouviu nossas músicas e testemunhos de vida. Sou grato a Deus por ter tido essa oportunidade, como sou grato hoje por tudo que tenho conquistado em meu ministério como PG.
Fale de sua família. Casado há quantos anos? Filhos?
Sou filho de dona Benedita e seu Ivo. Tenho um irmão mais novo chamado João, que tocou comigo por três anos no ministério do PG e no Oficina G3. Vou completar 10 anos de casamento em outubro deste ano, com muita alegria, pois sou o marido mais feliz do mundo com minha esposa Rosana, que me acompanha nesta jornada de vida ministerial. Temos nossa filha Hadassa, presente de Deus, que completou 2 anos e meio de vidinha.
Como acontece as composições? Alguma canção em especial mais marcante neste CD “Eu sou livre”?
Na maioria das vezes, começo com uma melodia, faço a parte do refrão e depois escrevo a letra que, muitas vezes, vem como forma de poesia de alguma pregação ou experiência de vida própria. Uma canção muito especial para mim neste CD é “Face a Face”, uma letra que representa a minha busca por viver a vontade de Deus em minha vida e em toda minha casa.
Fale um pouco sobre a canção que você fez para sua filha Hadassa. Se considera um pai coruja?
Foi um momento único e maravilhoso! Eu me declaro um pai coruja e realizado com este presente de Deus para mim. Tudo foi poético sabe... Ela nasceu em setembro, mês da primavera, seu nome se refere a uma flor muito delicada, mas resistente ao clima adverso que brota na região central do oriente. O seu nome traduzido em português é Ester. Na minha humilde opinião, foi a melhor música que escrevi até agora.
Fonte: Troféu Talento, via Escrevendo de Tudo
Por Amenidades da Cristandade
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Lailson Santos Manoel MarquesCantar com fé
O sucesso do padre-cantor Fábio de Melo, o artista que mais vende discos no país atualmente, reafirma a força da música religiosa – católica e evangélica.
Um mercado que não conhece crise
Marcelo Marthe e Sérgio Martins
Semanas atrás, uma plateia composta na maioria por mulheres lotou por duas noites o Canecão, a casa de shows mais tradicional do Rio de Janeiro. Elas estavam ali para assistir à gravação de um DVD do maior fenômeno musical surgido no Brasil ultimamente: o padre-cantor Fábio de Melo. Lançado no fim do ano passado, seu CD Vida bateu nas 542 000 unidades comercializadas em menos de 100 dias (agora, já está perto das 600 000). Com isso, Melo tornou-se o número 1 em vendagem de discos no país em 2008. Ficou à frente do padre Marcelo Rossi, que ocupou o topo do ranking em 2006 e 2007 e caminhava para repetir o feito com os volumes 1 e 2 de seu álbum ao vivo Paz Sim, Violência Não – até ser atropelado pelo colega de batina. Enquanto a indústria fonográfica laica se encontra estagnada, esse mercado – tanto em sua vertente católica quanto na evangélica – desconhece a crise. E, aos poucos, demole o muro que o separa das paradas.ELE É FOGO
O padre Fábio de Melo, que exibe um vistoso relógio Diesel no pulso, não gosta de ser fotografado com as mãos em posição de prece. "É piegas", diz. Vindo de uma congregação liberal, a Sagrado Coração de Jesus, Melo manifesta sem medo um dos pecados capitais – a vaidade. Usa calças justas, tem sobrancelhas delineadas e, ainda que não admita em público, já se submeteu a picadas de Botox para remover rugas da testa e dos olhos. Seus cabelos, provavelmente por inspiração do Espírito Santo, emitem reflexos dourados. Apesar disso, rechaça a imagem de padre galã. "Quando as fãs vêm com histeria, logo corto. Não vou acender fogueiras que não posso apagar", diz. O mineiro de 37 anos prefere ser reconhecido por outros dotes – os intelectuais. Ele é mestre em antropologia teológica e autor de seis livros de autoajuda numa linha poético-religiosa. Seu maior incentivador nessa área – amigão do peito, mesmo, do peitoral – é Gabriel Chalita, ex-secretário de estado paulista e autor prolífico. "Gabriel abriu muitas portas para mim", diz. Em maio, lançarão um livro em parceria. Título provisório: Cartas entre Amigos – Medos Contemporâneos.
Esse processo começou com a ascensão do padre Marcelo, há coisa de dez anos. E teve outro lance importante em 2007, quando a cantora Aline Barros – o maior fenômeno da música evangélica, com 3 milhões de CDs e DVDs vendidos – emplacou uma faixa numa novela das 8 da Globo. A canção Recomeçar serviria apenas de tema do núcleo evangélico do folhetim Duas Caras. Mas repercutiu tanto que passou a ser tocada até em emissoras de rádio nada religiosas. A Globo agora vai atacar na outra frente: já anunciou que o próximo folhetim das 7, Caras & Bocas, de Walcyr Carrasco, terá na trilha uma música do padre Fábio de Melo (o noveleiro, aliás, é grande amigo do religioso).
No lado evangélico, há mais dois artistas que atravessaram fronteiras: Regis Danese e Soraya Moraes. Ex-vocalista de apoio do grupo de pagode Só pra Contrariar, Danese é autor de Faz um Milagre em Mim, canção que está tocando em rádios populares e até foi incorporada ao repertório de artistas católicos. "Gosto de levar a palavra de Cristo a quem ainda não se converteu", diz ele. Soraya, por sua vez, foi o destaque brasileiro do Grammy Latino, no ano passado. Ganhou em categorias específicas de seu mercado, como na de melhor álbum de música cristã – mas também bateu concorrentes seculares como Vanessa da Mata, Jorge Vercilo e Djavan na de melhor canção brasileira, com a faixa Som da Chuva (em que roga: "Deixa Tua glória encher este lugar / Deixa o céu descer sobre nós").
Fernanda Brum é uma artista de opiniões fortes. Por exemplo, ela odeia revelar quantos discos já vendeu. "Não conto moedas, penso apenas nas almas que salvei." Militante antiaborto, ela se decepcionou com Barack Obama ao saber que o presidente americano anulou as restrições ao financiamento de grupos pró-escolha. O ativismo de Fernanda tem também um fundo pessoal. A cantora sofreu quatro abortos espontâneos, e a gestação de Isaac, seu único filho, foi repleta de dificuldades. Quando fala de Isaac, por alguns momentos seu olhar se suaviza e ela abre um sorriso largo. Filha de pais evangélicos, Fernanda, que tem 32 anos e uma voz que lembra muito a de Ivete Sangalo, cantava música popular brasileira. Converteu-se após assistir a um show de um grupo religioso. "Comprei todos os discos deles e cancelei a peça em que iria atuar e o álbum pop que iria gravar", conta.
O fenômeno Fábio Melo leva essa aproximação com o universo mundano a um extremo inédito. Marcelo Rossi, o fenômeno da cantoria católica que o Brasil conhecia até então, só sobe ao palco de batina e usa a música e a dança para dar colorido às suas missas. "Não me exponho sem batina. Se o assédio com ela já é grande, imagine sem", diz. Melo vai na direção contrária: não gosta de parecer padre, na acepção tradicional. Bem-apessoado e vaidoso, só usa roupas de grife e cuida da beleza. Cultiva, enfim, uma imagem de homem atraente. Musicalmente, também está a anos-luz da "aeróbica de Jesus" do padre Marcelo, pois tem a pretensão de fazer MPB refinada. O espetáculo no Canecão contou com uma banda de vinte músicos e teve cenografia de superprodução. Na casa de shows carioca, boa parte das fãs recitava de cor suas letras poético-religiosas e entoava com ele covers de artistas conhecidos – como Pai, de Fábio Jr. Algumas, mais atiradas, lançavam ao padre gracejos como "olha para mim" e "gostoso".
Seria injusto, contudo, creditar o sucesso do padre apenas à sua imagem de bonitão ou à embalagem moderna de sua música. Melo é um religioso articulado, que cativa os fiéis com sermões que traduzem conceitos teológicos e filosóficos em imagens simples. Ele também faz sucesso como autor de livros de autoajuda. Um de seus títulos, Quem Me Roubou de Mim?, totaliza 250 000 exemplares comercializados e tem frequentado a lista dos mais vendidos de VEJA. Outro deles, Mulheres de Aço e de Flores – em que lança um olhar delicado sobre as aflições femininas – já passou dos 80 000. "Estudei muito, pois não queria virar um padre de mídia banal", afirma.METALEIROS QUE DIZEM AMÉM
Visto por muito tempo como "coisa do demônio", o heavy metal tem hoje lugar de destaque nos Hallels, os festivais jovens católicos. O filão foi desbravado por bandas como o Eterna, que está na estrada há catorze anos. Assim como outros expoentes do metal cristão, o grupo não transita só por esse circuito: grava discos por uma gravadora independente "laica" e faz shows ao lado de bandas idem. Isso é facilitado pelo estilo: os cabeludos cantam em inglês e são adeptos do metal melódico, aquele que tem influência da música clássica e trata de temas épicos e místicos. Letras que remetem às Escrituras, como as deles, não causam a menor estranheza nos fãs desse tipo de música. No momento, o Eterna prepara um álbum inspirado no filme A Paixão de Cristo – a sanguinolenta versão de Mel Gibson para a via-crúcis. "Será um disco conceitual. Cada faixa narrará uma das doze últimas horas de Jesus", informa o vocalista Leandro Caçoilo. Se for em aramaico, ninguém notará a diferença.
Melo estourou agora graças a um acordo de distribuição de sua gravadora, a LGK, com a Som Livre, braço musical da Globo – o que lhe proporciona spots publicitários na emissora. Mas ele é prova de que um artista religioso pode sobreviver mesmo se entrincheirado em seu meio. O padre está na estrada lá se vão treze anos, sempre com vendagens acima dos 25 000 discos. Isso porque o mercado católico – e mais ainda o evangélico – se autossustenta. A Paulinas-Comep, a maior gravadora católica do país, lançou 28 títulos e cresceu 10% em 2008. Os selos evangélicos também seguem com ótima saúde. O circuito de shows é intenso. Os católicos têm os Hallels, encontros que mesclam catequese e música e atraem mais de 100 000 jovens, em cidades como Franca e Brasília. Em Fortaleza, há o Halleluyah, realizado nas mesmas datas da maior micareta da capital cearense, que tem alcançado público comparável ao dela. Há, ainda, as "cristotecas", raves de música eletrônica católica. No lado evangélico, não faltam eventos de grande porte. Festivais como o Louvorzão, realizado no Rio de Janeiro, chegam a reunir 150 000 jovens.
Cientes de que a música é uma ferramenta crucial para agregar novas almas a seus rebanhos, não é de hoje que os dois lados travam uma disputa peculiar nesse campo. Isso levou a uma maior profissionalização e à diversificação de estilos – do pop ao heavy metal, do axé ao rap. Mirando-se no mercado de música gospel americano, os evangélicos se destacaram antes nisso. A principal banda de rock dessa área, o Oficina G3, já tem vinte anos de carreira. A produção musical católica é antiga, mas demorou mais a se diversificar. O primeiro sacerdote a se aventurar numa carreira musical foi o padre Zezinho – aquele que cantava em missas munido de violão e pandeiro, para estranheza dos fiéis da década de 70. "Todas as religiões devem investir pesado na música. Ela é o chantilly do bolo da vida", diz o padre, hoje com 67 anos e 118 discos gravados. Só nos anos 80 o pop chegou à Igreja. O ritmo se acelerou para valer na década seguinte, com a ascensão do movimento carismático e suas missas festivas – de que os padres-cantores e demais artistas atuais são tributários diretos. Mas, mesmo para um estudioso como Samuel Araújo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a intensidade que o flerte dos católicos com o profano vem atingindo impressiona. "Um padre com imagem sexualizada é algo espantoso. O que virá a seguir?", pergunta Araújo. Nem Deus sabe.POP COM RECATO
A cantora Aline Barros destoa do estereótipo da mulher evangélica. Ela não prende os cabelos, muito menos usa saias até os calcanhares. Com 50 quilos distribuídos em 1,60 metro, olhos castanhos e uma farta cabeleira, a carioca Aline, 32 anos, pinta o rosto, anda sempre perfumada e a balança é seu purgatório. No almoço com a reportagem de VEJA, ela beliscou um pequeno bife com fritas e dispensou a sobremesa. "Doce, só no fim de semana." Mas a vaidade, claro, obedece a um mínimo de decoro. Saias e bermudas devem estar na altura dos joelhos, e vestidos de alcinha são cobertos por um casaquinho. Aline é casada com o ex-jogador de futebol Gilmar, do São Paulo. Eles são pais de Nicolas, de 6 anos. "Nós, evangélicos, somos pessoas normais que simplesmente decidiram viver para Jesus de forma linda. Para mim, isso é um privilégio."SEM DECOTES E SEM SEXO
Adriana é o equivalente católico das pastoras-cantoras evangélicas. Como as concorrentes, a artista de 35 anos é recatada: maquiagem carregada e decotes generosos, nem pensar (seu único pecado, e não apenas religioso, são as calças legging). "Não é com meu corpo que vou chamar as pessoas para Deus", diz. Além disso, seu pop meloso por vezes se confunde com música de reunião de grupo de catecismo. Ela é uma das campeãs de vendas do segmento (o CD Adriana ao Vivo, de 2007, teve 50 000 cópias comercializadas). "Comecei a cantar nas missas aos 7 anos, por imposição de minha mãe", conta. A profissionalização veio nos anos 90, quando foi vocalista de uma banda ligada à comunidade carismática Canção Nova. Adriana namora há três anos e acaba de ficar noiva. Como manda a Igreja, garante que não fará sexo antes do casamento. "É difícil, mas não impossível."UM PAGODEIRO REGENERADO
Na terça-feira passada, durante a gravação do DVD da cantora Mara Maravilha, ninguém estava mais pimpão do que Regis Danese, produtor do show. O intérprete mineiro desfilava com a mulher, grávida de seis meses, numa prova de sua redenção: o casamento, que estava em crise, ganhou uma segunda chance depois que o cantor virou evangélico. Ele deu entrevistas a rádios e TVs e esperou pacientemente pela chegada de Mara para apresentar sua nova composição. Ex-sertanejo e ex-pagodeiro, Danese, de 35 anos, deixou uma carreira de sucesso para trás, em nome da religião. Gravou dois discos religiosos que não venderam e foi esnobado por artistas do segmento divino. Até que a balada Faz um Milagre em Mim estourou nas rádios evangélicas e católicas. "Hoje até o padre Marcelo canta minhas músicas", orgulha-se.A MUSA DO AXÉ DE CRISTO
Jacquelinne Michelly Trevisan – a Jake – é uma Daniela Mercury cristã. A paulistana com jeito de artista baiana é a cantora de Pó Pará com Pó, uma droga de axé com mensagem antidrogas cotada para ser um dos hits do Carnaval de Salvador. Jake, de 29 anos, iniciou a carreira num grupo de jovens católicos e gravou seu primeiro CD há dois anos. O trabalho parecia fadado à obscuridade até que, três meses atrás, uma apresentação da artista numa TV católica tornou-se sucesso no site YouTube. O vídeo de Pó Pará com Pó foi visto quase 600 000 vezes. E Jake ganhou as bênçãos de medalhões como Ivete Sangalo e Caetano Veloso. Sua agenda de micaretas – católicas ou profanas – tem sido intensa. "No começo, o pessoal caçoava: olha lá o melô da Amy Winehouse e do Fábio Assunção", diz ela. "Só depois perceberam que ali há uma lição de vida."
Fonte: Revista VejaCABELUDOS E TATUADOS, MAS BONS MENINOS
Um conselho para quem depara com os integrantes do Oficina G3: desconsidere as tatuagens, os cabelos compridos e o som pesado, que fazem com que o grupo angarie fãs até entre os adoradores do Metallica. Juninho Afram (guitarra), Duca Tambasco (baixo), Jean Carllos (teclados) e Mauro Henrique (vocais) são bons meninos. Tanto que levam mulher e filhos para os ensaios. O quarteto, que existe há vinte anos, tem uma postura aberta. Divide o palco com católicos e até com grupos chegados a um misticismo – em 2001, eles tocaram no Rock in Rio, na mesma noite que o Iron Maiden. E Depois da Guerra, seu mais recente CD, foi produzido por Marcello Pompeu e Heros Trench, do cavernoso grupo de rock Korzus. "Pompeu e Trench não mexeram no nosso discurso. E são boas pessoas, seja lá qual for a religião deles", diz Carllos. A banda vende em média 150 000 cópias de cada disco, mas não há prece que lhe dê chance nas FMs. "Um locutor chegou a dizer que nem recebendo jabá tocaria uma banda que falasse em Deus", afirma Afram. Falta mesmo um santo forte.
Por Amenidades da Cristandade
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O quinto CD da banda Oficina G3 pela MK Music, “Depois da Guerra”, um dos álbuns mais esperados do ano, acaba de chegar da fábrica e já é sucesso absoluto. A primeira remessa do CD, que chegou nesta quarta-feira, 17/12, à MK, se esgotou antes de chegar às lojas, devido as reservas dos distribuidores e pedidos feitos pelo site MK Shopping. A segunda remessa de Depois da Guerra chega na próxima segunda-feira, 22/12. O álbum já está esgotando também nas lojas.
“Depois da Guerra” marca uma nova fase do Oficina G3, que traz pela primeira vez o vocalista Mauro Henrique, novo integrante da banda. São 15 faixas, com o mais puro rock e lindas baladas, do jeito que os roqueiros sabem fazer. Na comunidade oficial da banda no site de relacionamentos Orkut, os admiradores do Oficina G3 festejam e sabem que o tempo de espera valeu e está valendo a pena.
Depois da Guerra
Após muita ansiedade do público e algum suspense por parte da banda e da gravadora, chega às lojas o quinto CD do Oficina G3 pela MK Music, “Depois da Guerra”. O álbum marca uma nova fase da banda – que tem mais de vinte anos de estrada e duas indicações ao Grammy Latino no currículo. Uma das novidades é a chegada do novo vocalista, Mauro Henrique, ao grupo. As demais novidades você vai perceber ouvindo o disco, calma… e aqui, nesse texto também informamos algumas.
São 15 faixas, que trazem o mais puro rock – dessa banda que é uma das precursoras no estilo – e ainda as mais lindas baladas, que os roqueiros sabem fazer como ninguém. Em “Depois da Guerra” o Oficina G3 consegue tudo isso e muito mais: manter sua característica ministerial e o propósito confiado a eles por Deus: fazer do rock uma ferramenta de evangelismo e, claro, uma ótima música para os ouvidos, e para os pés (para quem gosta de tirá-los do chão).
Destaque para a faixa “Eu Sou”, que nasceu de uma experiência marcante do líder da banda e guitarrista, Juninho Afran. A letra fala de Deus, de sua onisciência e onipotência. Uma das estrofes diz assim: ‘Quem buscar Me encontrará / Quem pedir receberá / Quem invocar Eu vou ouvir / Eu sou, o EU SOU’. A música nasceu quando Juninho estava orando, e começou a tocar e a cantar a letra. A princípio, veio a dúvida: ‘Senhor, como eu posso escrever em Teu Nome?’ “Mas, logo em seguida, veio a resposta de que era o Senhor quem estava me dando a canção”, atesta Juninho, que compôs ao lado de Jean Carllos (teclado) e Duca Tambasco (baixo), seis das 14 músicas que compõem o álbum.
O vocalista Mauro Henrique – que tem uma linda voz e canta muito – também revelou sua veia poética no disco em “Incondicional”, letra que explica detalhes da ação de Deus na vida de seus filhos demostrando o Seu amor e cuidado com aqueles que o amam. “Incondicional” também ganhou versão em inglês, feita pelo G3 com suporte de Vitor Pinheiro, amigo da banda. Questionado sobre sua adaptação ao grupo, Mauro foi enfático em afirmar: “Está sendo a melhor possível. A galera já está em total harmonia”, garante.
Durante a gravação do álbum, Mauro morava em Brasília mas, com o lançamento de “Depois da Guerra”, mudou-se para São Paulo onde todos os integrantes residem. Após a entrada no Oficina G3, a vida do novo vocalista girou 360º. “Quando recebi o convite para fazer parte do G3 eu senti paz e tive a confirmação de Deus de que era algo vindo dEle. Hoje meu coração só quer uma coisa: entender a vontade de Deus para isso tudo e cumprir Sua vontade sem falhar”, afirma Mauro convicto do propósito do Pai para sua vida.
Juninho Afram comemora a chegada de Mauro. Para ele, foi um grande presente. “O Mauro é de Deus, e isso pra gente é primordial. Para fazer a obra de Deus, devemos estar na mesma visão. Viver com Jesus é a melhor experiência que o homem pode ter”, revela Juninho, que ao lado de Jean, Duca e Mauro, produziu o novo disco. Trabalho que eles não fizeram sozinhos.
As idéias da banda foram organizadas e somadas às criações de Heros Trench e Marcelo Pompeu, que também assinam a produção musical. É a primeira vez que o Oficina G3 trabalha com Pompeu e Heros. “Os caras estão há muitos anos na estrada do heavy metal”, revela Duca Tambasco. Os produtores, além de criarem, também funcionam como mediadores. Cada um dá a sua colaboração. E o clima entre todos foi o melhor possível no dia-a-dia de gravação de “Depois da Guerra”, realizada nos estúdios NaCena e MR. Som, em São Paulo, capital.
Falando em “Depois da Guerra”, o título é forte. Jean Carllos explica: “Parece que nós passamos por uma guerra. Esse CD então surgiu sendo um marco de tudo aquilo que já vivemos para o que vamos viver. O nome tem muito a ver com o contexto de hoje”. A capa reflete bem o tema: ruínas de uma cidade, com pétalas caindo do céu e uma rosa com folhas nascendo em meio à destruição. “A capa retrata aquilo que a gente acredita, que vivemos. As lutas, a batalha, sim, mas a alegria chegando com o amanhecer”, completa Jean. Não precisa dizer mais nada, agora é só ouvir.
Fonte: MK Music, via O Verbo
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Agora é oficial: a banda Oficina G3 tem novo integrante: Mauro Henrique nos vocais. Nesta quarta (13), Juninho Afram (vocal e guitarra) e Jean Carllos (teclado) estiveram na sede da gravadora MK Music, no Rio de Janeiro, reuniram-se com a presidente da empresa, Yvelise de Oliveira, e definiram todos os detalhes do novo CD, que chega às lojas neste semestre e já tem nome: 'Depois da Guerra'. Apesar dos boatos que pairavam nos bastidores, a banda não estava procurando um vocalista.
Tudo aconteceu depois que Mauro fez participações como convidado especial em alguns shows da banda. 'Nunca estivemos fechados ao que Deus tem para nós. E o contato que tivemos com o Mauro nos fez ficar à vontade para convidá-lo para fazer parte da banda', conta Juninho Afram. Mauro não é novato. Tocou, cantou e compôs em algumas bandas de Brasília antes do Oficina G3. 'O Mauro é produtor musical, dono de técnica vocal apurada e, principalmente, compromissado com Deus. Houve um direcionamento e sentimos que essa era a hora!', explica Jean. Vale dizer que Mauro Mauro já irá participar das gravações do novo CD “Depois da Guerra” – o 10º da carreira da banda e o 5º pela MK Music. Obs.: Duca Tambasco não esteve na reunião, pois sua mulher, Ester, entrou em trabalho de parto. O casal aguarda a chegada da primeira filha, Naomi.
Fonte: MK Music
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