A novela Caminho das Índias está revelando a milhões de brasileiros alguns costumes curiosos da cultura indiana. Mas, bem diferente de bizarrices como casamentos com árvores e veneração a animais, uma tradição hindu milenar – a divisão social por castas – tem sido combatida duramente por trazer miséria e desesperança a grande parte da população indiana: os dalits, ou intocáveis, pessoas condenadas a uma vida de privação total em nome da religiosidade. Visando a combater esta injustiça que atinge um quarto dos habitantes da Índia (cerca de 250 milhões de seres humanos), começou neste sábado e vai até o próximo dia 24 a Conferência sobre Justiça Ecumênica Global para os Dalits, uma iniciativa conjunta do Conselho Mundial de Igrejas (WCC, na sigla em inglês) e da Federação Luterana Mundial. O encontro ocorre em Bangcoc, capital da Tailândia, em cooperação com a Conferência Cristã da Ásia.
“O sofrimento e a injustiça vivida por milhões de indivíduos e comunidades dalit é um desafio para a credibilidade das igrejas, confissões de fé na Índia e em todo o mundo”, frisa o reverendo Deenabandhu Manchala, que lidera o Programa para a Equidade e Inclusão das Comunidades do WCC. A conferência, que contará com a presença de representantes de igrejas de todo o mundo, irá abordar os desafios do sistema de castas indiano, bem como delinear ações para promover justiça ao segmento. O objetivo principal é encontrar maneiras institucionais de contornar as barreiras impostas pelo hinduísmo à ascensão social dos dalits. De acordo a religião hindu, baseada na crença na reencarnação, quem nasce dalit deve pagar com seu sofrimento por erros que, acredita-se, foram cometidos em existências anteriores. A reunião servirá também e para articular respostas teológicas e éticas para as suas lutas pela sobrevivência e identidade.Segundo as estatísticas, cerca de 16 milhões de indianos dalits são cristãos. Estas pessoas são muitas vezes remetidas para os piores postos de trabalho e vivem no constante medo de serem isoladas, humilhadas publicamente, desnudadas, espancadas ou violentadas. Vários casos de violação dos direitos humanos continuam a ocorrer em diversas partes do país. “A chamada intocabilidade e a discriminação baseada em castas afetam uma percentagem significativa da população mundial, e são uma contradição direta em relação à dádiva dada por Deus, que é a dignidade de cada ser humano”, constata o secretário-geral adjunto da Federação Luterana, Chandran Paul Martin.O encontro ecumênico convida as igrejas de todo o mundo a assumirem o desafio dalit , que os governos mundiais não têm sido capazes de encarar. “Toda a comunidade internacional fecha os olhos para a situação dos intocáveis indianos”, denuncia Peter Prove, do Gabinete dos Negócios Internacionais e Direitos Humanos da entidade luterana. Segundo ele, o tema deve ser tratado na próxima rodada da Conferência de Durban da Organização das Nações Unidas, em Genebra, na Suíça, em abril.
Fonte: Cristianismo Hoje, via Alvos Mais que a Neve
Por Amenidades da Cristandade
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Andressa marcou uma geração de juvenis missionários no território da União Sul Brasileira (um dos campos da Igreja Adventista no Brasil), e por que não dizer em todo Brasil, onde seus testemunhos inspiravam crianças, jovens e adultos.
Veja o vídeo da história de Andressa:
Tudo isso, porém foi interrompido por uma morte brusca em março de 2008, conforme noticiado no jornal "Zero Hora":Comoção no velório em Pelotas
O acidente que causou a morte de quatro mulheres da mesma família na manhã de sábado, em Pelotas, interrompeu precocemente uma vida dedicada a ajudar os outros. A estudante Andressa Barragana, 14 anos, viajava pelo país com a Igreja Adventista para dar testemunhos de fé a outros jovens. Por causa deste trabalho, era uma personagem reconhecida nacionalmente entre os membros da igreja.
- Era uma menina que vivia para ajudar as pessoas - disse Andressa Paiva, mulher do pastor Yuri Ravem, da Igreja Adventista do 7º Dia do Vasco Pires, freqüentada por Andressa.
A adolescente foi sepultada no final da manhã de ontem junto a avó paterna, Vera Regina Barragana, 56 anos, a tia Adriana Barragana, 30 anos, e a prima Natasha Barragana, sete anos, no Cemitério São Lucas. A família morreu em uma colisão na manhã de sábado no km 522 da rodovia Pelotas-Canoas (BR-116), em Pelotas. O carro era dirigido por André Barragana, 36 anos, pai de Andressa, que se feriu no acidente. Outro primo, Jonathan Barragana dos Santos, sete anos, que também estava no veículo, sofreu lesões leves.
Andressa conduziria culto Adventista de Páscoa
Andressa tinha uma agenda cheia de segunda a sexta-feira. Assumia, de forma voluntária, compromissos que iam de atividades em asilos até aulas de artes manuais para ajudar pessoas do bairro a aumentarem a renda.
Era tão dedicada ao trabalho voluntário que, no Carnaval, tomou uma decisão que quase a fez brigar com a mãe: resolveu que sacaria todo o dinheiro de sua poupança - que seria investido na festa de 15 anos, em agosto - para ajudar jovens da igreja a participar de um retiro em São José do Norte, no sul do Estado.
- Ela disse: "Minha festa de 15 anos será no céu" - contou Andressa Paiva.
Desde a sexta-feira, a mãe da menina, Simone, estava na casa do pai, na zona rural de Pelotas, onde a família celebraria a Páscoa. No local, um culto adventista seria conduzido por Andressa. Era para a chácara que o marido de Simone se dirigia com o carro cheio quando aconteceu o acidente.
Vera Regina trabalhava como voluntária numa comunidade católica do bairro Areal, em Pelotas. Adriana estava desempregada e era pensionista. Natasha era estudante da 1ª série do Ensino Fundamental da Escola Lélia Almes, também no Areal. O acidente foi uma tragédia para a comunidade do bairro Areal e para os membros da igreja. Centenas de pessoas compareceram ao velório, entre elas o presidente da Igreja Adventista do Rio Grande do Sul, Elias Zanotelli.
A cerração pode ter contribuído para o acidente. Segundo Simone, o marido queixou-se de que havia neblina sobre a estrada. Segundo a Polícia Civil, André Barragana não tinha carteira de habilitação. O condutor deverá ser indiciado por homicídio culposo (sem intenção de matar). Procurado pela reportagem, André disse que não estava com a carteira no momento do acidente, mas não se manifestou sobre a existência do documento.
Fonte: Comunidade do Orkut "Andressa Duarte Barragana"
Por Amenidades da Cristandade
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Um anônimo doou esta semana a enorme quantia de 50 milhões de dólares ao ministério Wycliffe de Tradutores da Bíblia tornando possível a aceleração da tradução bíblica para grupos que ainda não possuem a Bíblia em sua língua nativa.
A doação, a maior nos 75 anos do ministério, será utilizada na última campanha realizada pelo ministério Wycliffe. Essa campanha visa o desenvolvimento da linguagem escrita e gramática e, em muitos casos, a alfabetização através da Bíblia, programa que atingirá cerca de 200 milhões de pessoas até 2025. Peculiarmente, essa doação às vésperas do lançamento da campanha, que será em 22 de novembro na Califórnia, EUA.
“A alfabetização é fundamental para ajudar as pessoas a trabalhar por si próprias, fugir da miséria e resistir à opressão de outrem”, disse o doador, que preferiu permanecer anônimo em uma declaração emitida na última quarta-feira. “Crianças alfabetizadas em sua própria língua nativa aprendem mais facilmente e tendem a permanecer na escola mais tempo do que se estivessem sendo alfabetizadas em uma língua diferente”.
Hoje existem cerca de 6.912 diferentes linguas e dialetos no mundo e cerca de um terço ainda não possuem uma tradução da Bíblia.
Fonte: The Christian Post, via Gnoticias.com.br
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(Foto: Ana Paula Valadão Bessa durante a gravação do álbum "A Canção do Amor" - Diante do Trono 11)
Em entrevista ao programa "Sobrenatural", Ana Paula Valadão Bessa falou sobre sua aposentadoria do Ministério de Louvor Diante do Trono.
Ana fala que Deus a tem chamado para ir às outras nações, sobre a intensificação de sua agenda no exterior e que Deus já tem levantado outros ministérios e ministros no Brasil.
Confira o vídeo:
Amenidades da Cristandade
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